10 de julho de 2019 às 10:26h

Uma poesia improvisada

Morre Paulo Henrique Amorim

Mas não morreu de morte matada

Mesmo assim chegou seu fim

Na sua caminhada por essa estrada

Iniciando o seu percurso sem fim

A caminho de sua nova morada

 

Não sei se em Deus acreditava

Ou se era ateu e não cria em nada

Sei que a conversa agora é outra

Que não tem mais conversa afiada

A faca cegou, não corta mais nada

Nem conversa fiada

 

Para onde ele vai agora

Não tem esquerda nem direita

Não dá pra escolher o ladrão

Só Jesus fez a escolha perfeita

Sei que vai encontrar a salvação

Porque Jesus ninguém rejeita

 

Por Tomaz de Aquino, Uma poesia em homenagem ao jornalista Paulo Henrique Amorim

 

 

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