Quatro nomes estão cotados para assumir a presidência da câmara municipal em 2021. Léo do Ar, atual presidente, Léo Giestosa que foi reeleito, Cabritinha eleito para o seu primeiro mandato e Luiz Prequé, que já foi prefeito e vereador e agora volta à câmara.

Dos quatro nomes o que vai enfrentar mais dificuldade é o de Léo do Ar, porque representa a gestão anterior derrotada nas urnas pela população. Como o presidente da câmara coloca o que vai ser decidido no plenário, então o prefeito pode enfrentar dificuldades para aprovar seus projetos.

Cabritinha apesar de ter sido o mais votado do PSB, vai ter que articular bem, porque está no primeiro mandato, não conhece a máquina da câmara e nem da prefeitura e assim vai enfrentar enorme dificuldade para fazer seu nome ser o escolhido pelo Padre e também pelos vereadores.

Depois tem Léo Giestosa que foi reeleito e que recentemente estava como secretário de Joaquim Neto, o que deixa sua situação desconfortável, pois saiu atirando na oposição, e assim a nova prefeitura deve bloquear a articulação do nome de Léo Giestosa.

Tem correndo por fora Régis da Compesa defensor da máxima ( Tem governo? Sou a favor). Régis se dá bem em todas as gestões seu objetivo é ser vereador, garantir os espaços que tem dentro da prefeitura e comer caladinho como se diz na gíria popular.

Outro que também tem seu nome cotado é Luiz Prequé que embora neutro na campanha defendia o nome de Joquim Neto para prefeito por motivos que todos nós conhecemos, mas por outro lado Prequé tem o conhecimento das máquinas da prefeitura e da câmara e é bom articulador com experiência na composição parlamentar e como funciona a montagem da mesa diretora. Pode vir a ser um nome de consenso

O novo presidente vai ter vários cargos e vai está botando todo mês na gaveta a bagatela de R$ 800 mil reais do duodécimo. É muito dinheiro para negociar, articular e fazer política.

Léo do Ar deve dar a deus a cadeira de presidente da câmara municipal de Gravatá.