Tomaz de Aquino e Josias Teles debatem o distrito industrial

Há muito que se debate na cidade de Gravatá a necessidade  de um distrito industrial para a instalação de indústrias que gerem emprego e renda para a população, ajudando no desenvolvimento da cidade. A principal reinvindicação do setor industrial para aportar em Gravatá, reside no investimento por parte do poder público numa infraestrutura adequada numa parceria governo e município.

Desde a época do prefeito Chucre Mussa Zarzar que analisamos a possibilidade de termos uma planta industrial na cidade de Gravatá e assim atrair empresas que queiram produzir no município. Apesar de sermos uma cidade com vocação turística o tema, do agora denominado CONDOMÍNIO INDUSTRIAL, volta à pauta da secretaria de Desenvolvimento Econômico e Industrial de Gravatá que tem a frente o empresário João Paulo de Lemos, ex-vereador, ex-vice prefeito e presidente por vários mandatos da ACIAG – Associação Comercial e Industrial de Gravatá e, portanto, afeito às necessidades para a construção de um parque industrial no município.

Já temos na prática exemplos que deram certo e bem pertinho da gente como Vitória, Pombos e Bezerros que jé têm a instalação de empresas nos seus territórios e podem servir como modelo para o projeto de nossa cidade. Ainda não conversamos com o secretário de Desenvolvimento de Gravatá o que estaremos fazendo brevemente a fim de que tenhamos uma posição oficial a respeito do andamento do projeto, junto ao governo do estado, através da ADEPE – Agência de Desenvolvimento que é a responsável pelos estudos para a realização de projetos industriais nas cidades do estado.

Uma das áreas que deve ser contemplada será, sem dúvida nenhuma, o setor de fabricação d móveis, com o objetivo de tirar dos setores residenciais as pequenas fábricas e serrarias com o objetivo de juntá-las num só espaço e dessa forma sanando um sério problema de poluição sonora – com as serras trabalhando – e também de poluição visual, ambiental e até de saúde em função do pó de serra produzido e dos restos das madeiras que ocupam os espaços urbanos.

Some-se a este segmento os outros que se desejam trazer para a cidade, não esquecendo a necessidade de capacitação da mão de obra local de acordo com os produtos a serem fabricados a fim de garantir que o emprego gerado e a renda obtida com a sua geração integre a economia municipal.

A comissão formada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, João Paulo, secretário de Planejamento, Vital Medeiros, a secretária executiva de Controle Urbano, Natália Tavares, o secretário executivo de Indústria, Josias Teles, a Procuradora do Município, Dra. Jacyara Medeiros, vêm se reunindo com representantes da ADEPE e visitando áreas perto do matadouro e também em outros setores da cidade para encontrar a melhor solução e assim bater o martelo sobre o local onde será instalado o condomínio industrial.

O foco deve ser o de preservar a característica da cidade não permitindo que o projeto industrial relegue a segundo plano o também importante desenvolvimento do setor turístico. Que os dois projetos caminhem em paralelo um dando a mão ao outro, para que não repitamos os erros do passado, abandonando coisas que deram certo por coisas novas que não vingaram.

O secretário executivo de Indústria, Josias Teles em visita ao escritório do Blog do Tomaz afirmou que os estudos estão avançados e tanto o planejamento como a estratégia para definir que tenhamos indústrias não poluentes já estão estabelecidos e agora é se partir para os finalmente.

Vamos ver se agora com anova gestão que promete menos e faz mais o projeto industrial saia do papel e se transforme em realidade, transformando a vida dos gravataenses.