quinta, 22 de agosto de 2019
PÁGINA OFICIAL DO JORNALISTA E ESCRITOR SEVERINO TOMAZ DE AQUINO
19 de abril de 2019 às 07:55h

18 de abril de 2019 às 05:36h

Caruaru ganha mais um grande lançamento imobiliário

A Mori Mori apresenta o residencial Neusa Garcia, mais um grande lançamento imobiliário na cidade de Caruaru.

Localizado próximo ao  bairro Luiz Gonzaga perto do Polo Comercial, contando com farmácia, padaria, escolas, lojas de conveniência, tudo pertinho de você para lhe dar conforto, segurança e tranquilidade.

Você vai ter à sua disposição ruas pavimentadas, ciclovias, abastecimento de água e energia, transporte coletivo, praças e áreas verdes e o melhor a garantia Mori Mori que já se consolidou em Caruaru como uma empresa que faz.

Já imaginou vencer a batalha do aluguel, tomar posse da sua casa e viver feliz com sua família.

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17 de abril de 2019 às 12:16h

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17 de abril de 2019 às 12:13h

Youtubers já são mais influentes do que jornalistas

Por André Azevedo da Fonseca em 16/04/2019 na edição 1033 Do Observatório da Imprensa

O recente relatório Creators Connect: o poder dos YouTubers, produzido a partir de uma pesquisa do Google, revela um conjunto de dados que nos ajuda a compreender a dimensão dos desafios do jornalismo na era das redes sociais, sobretudo no que diz respeito à credibilidade profissional e à consequente relação de confiança do público na qualidade das informações veiculadas pela imprensa. Segundo a gigante de tecnologia, que estudou o comportamento dos brasileiros com acesso à Internet, veja quem são os agentes que mais influenciam a opinião das pessoas:

A pesquisa revela que 76% dos brasileiros conectados à Internet conhecem o termo youtuber. E dentre eles, 77% acompanham pelo menos um canal. “No mundo dos vídeos online, os YouTubers estão no comando.” Como podemos observar no gráfico acima, entre as pessoas que consomem a plataforma, youtubers (20%) só perdem para familiares (43,1%) e amigos (34,8%) no ranking dos formadores de opinião, sendo mais influentes do que jornalistas (19,1%), influenciadores do Instagram (9,6%) e celebridades da televisão (6,8%). “Além de populares, os YouTubers influenciam bastante as decisões de quem está conectado”, comemora o relatório.

A fórmula do sucesso

Segundo o Creators Connect, o diferencial do YouTube em relação à televisão e às mídias tradicionais é o deslocamento entre o que o relatório chama de audiência transferida, quando os comunicadores falam a partir de um veículo que já controla as rotinas de atenção do público; e audiência construída, quando os próprios criadores desenvolvem seu público a partir do zero, fortalecendo gradualmente a sua influência através de um crescimento orgânico. Isso ocorre a medida em que uma comunidade crescente é estimulada a se identificar não só com o conteúdo, mas com as narrativas – ou, no jargão publicitário, com o storytelling fabulado pelo youtuber para atribuir à sua imagem uma marca de identidade e, acima de tudo, de autenticidade. A “fórmula do sucesso” dos youtubers, portanto, implica na intensificação dos vínculos afetivos entre seguidores e criador, de modo que a comunidade virtual que orbita em torno do astro evolui da “admiração” para uma sensação de “proximidade” e “identificação”. Daí a relação passional de muitos seguidores com seus ídolos. O próprio Google admite: “Os YouTubers são quase deuses no universo digital brasileiro”. Veja como um dos gráficos do relatório registra essa dinâmica:

A ligação entre o público e o seu youtuber predileto é tão intensa, explica o Creators Connect, que os seguidores se sentem particularmente envolvidos com as marcas que ele anuncia – seja através de merchandising direto, seja por meio de uma opinião aparentemente despretensiosa. Mais do que tolerar as propagandas, portanto, os fãs celebram o sucesso comercial dos seus ídolos e confiam nas informações, produtos e marcas que ele indica, graças aos vínculos afetivos e identitários que superam a noção tradicional de credibilidade.

Por tudo isso, para o bem e para o mal, youtubers estão se tornando os maiores comunicadores do mundo digital. A leitura atenta do relatório indica que parte desse sucesso também pode ser explicado como produto de um exercício intensivo dos criadores de conteúdo no campo da comunicação digital, resultado de uma competição brutal no cada vez mais instável mercado de atenção. “Ela é mais direta, imediata, próxima. Ela precisa prender a atenção logo de cara, para que ninguém feche a janela. E como os YouTubers costumam ser ‘gente como a gente’, eles também usam uma linguagem bastante íntima e emocional. Tudo isso colabora para criar um sentimento de identificação entre quem assiste e quem produz o canal.”

Muitos ainda enxergam o YouTube como um mero repositório de vídeos. O que é um equívoco. A plataforma se caracteriza como uma rede social stricto senso, que emprega algoritmos complexos para coletar e analisar dados pessoais, de modo a oferecer conteúdos meticulosamente ajustados aos desejos dos usuários. O resultado é conhecido: essa dinâmica estimula um consumo compulsivo de vídeos que se sucedem em uma sequência irresistível ao gosto do espectador. Além de não ser segredo, este é um objetivo deliberado de uma plataforma que lucra capturando a atenção dos usuários. “Atualmente, o YouTube é uma plataforma de destino. As pessoas entram para ver o que cada canal postou e o público passa cada vez mais tempo assistindo aos vídeos”, explica o relatório.

Não se sabe até que ponto o expressivo movimento de jornalistas que decidiram desenvolver os seus próprios projetos no YouTube pode contribuir para aprimorar a qualidade das informações que circulam na plataforma e recuperar parte da credibilidade dos jornalistas e da imprensa em geral. A partir de minha própria experiência com o meu canal de Educação, Comunicação e Ciências Humanas no YouTube, observo que compreender as linguagens e as estratégias dos youtubers não deixa de oferecer recursos valiosos para o jornalismo, para a comunicação digital e para a divulgação científica. Nas minhas palestras sobre as oportunidades, os desafios e as contradições da educação e da comunicação científica nas redes sociais, tenho discutido um conjunto de alternativas com universitários de diversas formações acadêmicas. Mas é preciso ficar claro que há muitas contradições, sobretudo no que diz respeito ao modelo de negócio do Google Adsense, que ao exigir um volume expressivo de visualizações para que o canal se torne rentável, acaba estimulando precisamente aqueles conteúdos sensacionalistas que chamam a atenção de um público amplo.

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André Azevedo da Fonseca é professor e pesquisador no Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e professor visitante na Universidad Complutense de Madrid. Doutor em História (Unesp) com pós-doutorado no Programa Avançado de Cultura Contemporânea (UFRJ).

17 de abril de 2019 às 10:07h

Na Semana Santa voltamos a idade média e a santa inquisição ressuscita

O Sol é o melhor detergente disse Louis Brandeis  advogado americano, para ilustrar que tudo sob a luz é melhor. Mas ao que parece alguns ministros do STF pensam de forma diferente. Dessa forma a liberdade de imprensa só se enfraquece quando não é utilizada como bem lembrou os editores da Cruso é que foi censurada pelo ministro Alexandre de Moraes e decidiram recorrer contra a medida. O que chama a atenção não é o fato da matéria feita pela revista denunciar o presidente do STF, ministro Dias Tófoli, e sim existir abertura de inquérito por um órgão que investiga e julga.

Como estamos na Semana Santa essa atitude nos lembra a idade média, a santa inquisição, sem direito de defesa, ou seja estamos de volta ao período do obscurantismo, das trevas e precisamos do sol de Brandeis para purificar o ambiente político brasileiro que perspassa pelo executivo, legislativo e judiciário cuja teoria de Montesquie sugere que foram criados para que cada um tivesse a sua função e assim não deixar que um usurpasse o poder do outro  e o que assistimos foi um desrespeito do ministro do STF ao MP e a PGR, segundo especialistas, passando por cima da Constituição.

Assim regressamos no túnel do tempo político para a idade média, para o período da “Santa” Inquisição pelas mãos dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Tófoli. Até mesmo outros ministro do tribunal foram contra a ação a que chamaram de retrocesso como o ministro Marco Aurélio.

Por isso, precisamos lutar para preservar a liberdade de imprensa, nós jornalistas temos a obrigação de nos unirmos para garantir o livre direito à informação, principalmente quando a matéria obedece aos critérios mais imprescindíveis do bom jornalismo.

15 de abril de 2019 às 06:37h

A Petrobrás não fabrica petróleo e sim milionários

Para “Bio, o Leigo” bastou o presidente Jair Bolsonaro determinar a suspensão do reajuste do Diesel para o mundo econômico e político entrar em parafuso: economistas passaram a fazer análises caóticas sobre a situação da empresa, especialistas avaliaram que teríamos um descrédito dos investidores, a oposição se deslanchou em afirmações de que o governo não tinha uma proposta para o Brasil com 100 dias de governo e agora iria levar a falência a grande empresa brasileira, a mídia contrária ao presidente passou a provocar o ministro Paulo Guedes para criar mais um mal estar entre os integrantes do governo.

Assim que a notícia da suspensão tornou-se pública a Bolsa entrou em polvorosa e as ações da empresa caíram assustadoramente. Pergunto o que importa isso? Tudo isso porque o Planalto quer saber o porquê do reajuste! Quer detalhes da composição do preço, deseja informações sobre quem está lucrando com esses aumentos sistemáticos.

A Petrobrás é uma estatal,pensa Bio, o Leigo, e dessa forma não tem o lucro como interesse final, logo não precisa está preocupada com lucro de quem só faz ganhar, enquanto a população e o país perdem sempre nesse jogo de poder. Ora, se o Brasil é independente em Petróleo porque tem que seguir o aumento internacional dos barris de petróleo, vai dar lucro a quem?

Então de que adianta para os brasileiros que se tenha uma estatal que a única produção é riqueza para um pequeno grupo, ou seja, de que serve ser a maior empresa do mundo sem que nenhum benefício aconteça para a população, e ai Bio, o Leigo, afirma de forma peremptória: Que se privatize a Petrobrás e ponto final.

Assim Bio, o Leigo, entra a partir de agora na campanha “O Petróleo não é nosso, Privatizem a Petrobrás”!

Que algum economista de fato possa ajudar Bio, o Leigo a entender essa coisa de fábrica de milionários, ao invés de fábrica de petróleo.

 

 

 

12 de abril de 2019 às 20:16h

Vereador André Régis debate com integrantes do Creci destinação do Aero Clube

Vereador André Régis autor do requerimento no centro debate destinação do Aero Clube 

Por Tomaz de Aquino

O vereador André Régis, através do requerimento Nr. 1245/2019, realizou no plenarinho da Câmara Municipal do Recife, uma audiência pública para tratar sobre a destinação do terreno do antigo Aeroclube de Pernambuco, localizado no bairro do Pina, Zona Sul da Cidade.

“A proposta apresentada na Câmara Municipal do Recife sugere que o espaço seja multiuso, abrigando escolas, posto de saúde, habitações, além de um parque verde, com espaços para a prática de exercícios físicos e de lazer. Além disso, uma área destinada para a exploração da iniciativa privada na construção de unidades residenciais e empresariais”, explicou o Diretor do CRECI – PE, Gedeão Pontes, que participou como convidado nesta sessão, juntamente o com o Diretor, Alysson Barros .

Segundo o coordenador de uma ocupação na comunidade do Bode, localizada no entorno do terreno, Estilo Santos, “todo projeto de educação é positivo, porém qualquer projeto que venha para aquela área tem que andar paralelamente com o de habitação, que é a prioridade hoje para os moradores”.

Uma nova reunião será agendada para ampliar o debate com representantes de entidades, de vereadores e da prefeitura.

 

12 de abril de 2019 às 09:46h

Menos punição, mais orientação

Artur Cunha é jornalista e escreve sobre política

Menos punição, mais orientação

A Marcha em Defesa dos Municípios terminou, ontem, com um debate bastante sensato acerca da relação entre as prefeituras e os tribunais de contas. É natural e compreensível, em um país com um histórico grande de corrupção, que os órgãos de controle apertem o cinto dos gestores municipais e cobrem respeito à legislação – até porque eles existem para isso. Mas o que os prefeitos brasileiros de todas as colorações partidárias mais têm reclamado é da perseguição que vêm sofrendo dessas entidades. Ouvi isso de muitos deles esta semana, em Brasília.

Os exemplos são inúmeros de recomendações que engessam a máquina pública e impedem as prefeituras de prestarem o devido serviço ao povo. Há relatos em todas as áreas; na saúde, educação, infraestrutura, meio ambiente. Eduardo Campos dizia muito que o chamado Estado do Controlar cresceu muito no Brasil, enquanto o Estado do Fazer pouco avançou nas últimas décadas. Isso explica bem a complexidade dessa relação. Cabe aos tribunais altamente modernizados fiscalizarem prefeituras anacrônicas.

O que não dá é para auditor achar que é prefeito e querer impor, por meio de intimidação legal, uma agenda que não é a do governo em questão. Perseguição, de qualquer um dos lados, tem de ser condenada. O pernambucano José Múcio, presidente do Tribunal de Contas da União, abordou bem o tema em discurso na Marcha. Segundo Múcio, “no Brasil é mais difícil ser ex-prefeito do que ser prefeito”. Já que são esses gestores, no seu CPF, respondem por tudo e ficam, na maioria dos casos, com seus nomes manchados por anos depois do fim do mandato.

Sendo assim, o presidente do TCU orientou os prefeitos que ainda não fazem a procurarem os tribunais de contas dos seus estados de modo a, com muita transparência, tirarem todas as dúvidas quanto aos procedimentos da administração pública. Isso deve ser uma prática. E os prefeitos têm internalizado essa necessidade cada vez mais. O que é louvável. Porém, nesse meio tempo onde as mudanças naturalmente acontecem de forma gradativa, há que se orientar mais do que punir. Resumindo: menos punição, mais orientação.

José Múcio Monteiro também alertou os perfeitos, durante discurso na Marcha, que as cobranças, nessa era digital, são amplificadas. “Temos 200 milhões de auditores fiscalizando”, constatou, fazendo uma referência à população do país.

7 de abril de 2019 às 06:03h

Venha ser um corretor de imóveis de sucesso

Mais uma turma concluída de marketing imobiliário

Ter uma profissão, receber um diploma, ser registrado num conselho profissional é o sonho da maioria das pessoas, particularmente, dos jovens. Por isso, a profissão de corretor de imóveis vem despertando o interesse de muitos jovens e também de pessoas mais maduras que buscam uma colocação no mercado.

Um corretor de imóveis atua como profissional de intermediação facilitando a relação comercial entre o proprietário do imóvel, seja imobiliária, construtora ou pessoa física e o interessado no imóvel objeto da transação. Ou seja, o corretor intermedia a negociação e ganha uma comissão a título de honorários, em geral, no valor de 5% do peço do referido imóvel.

Entretanto, o corretor também pode atuar em diversas áreas do mercado imobiliário  como documentação imobiliária, avaliação imobiliária, regularização, captação de produtos e clientes e muitas outras que podem ser escolhidas num universo de mais de 60 atividades.

O grupo Interface Capacita os interessados em se tronarem corretores de imóveis em apenas 10 meses. Dessa forma quem realiza o curso com o Interface já pode estagiar em apenas 30 dias, recebendo uma declaração e com ela tirando a sua carteira de estagiário e assim já atuando na profissão sendo supervisionado por um corretor já credenciado.

Ao final do curso vai ter o seu diploma e tirar a sua carteira do CRECI recebendo o número de sua inscrição e passando a ser um profissional habilitado, numa área que reúne os 3 “erres”: Responsabilidade, Rentabilidade e Rapidez.

Se você busca uma qualificação para ingressar num mercado que só faz crescer a cada ano, visto que o sonho da casa própria nunca vai deixar de existir no imaginário das pessoas, então essa é a sua oportunidade, as vagas são limitadas, as matrículas estão abertas para novas turmas e você ainda vai poder pagar de forma parcelada.

Faça já a sua inscrição:

Acesse: www.capacitacursos.com.br/perguntaqui ou passe um zap para Tomaz 81 – 9.99892523

 

4 de abril de 2019 às 07:30h

Você sabe falar em público? Aprenda técnicas poderosas de oratória e mude a sua vida!

Aprender a falar em público, dominar as técnicas de oratória, saber como fazer um bom vídeo, são três requisitos básicos para qualquer atividade nos duas atuais com as redes sociais dando as cartas e servindo como tela para tudo que fazemos.

Dessa forma é fundamental adquirir através do treinamento e do exercício a desenvoltura necessária para ser uma pessoa que se destaca na sua área, que fala bem, que tem um raciocínio lógico e claro e isso tudo faz parte da oratória.

Postura, respiração, gesticulação, uso das mãos, são elementos fundamentais numa boa apresentação e não podem ser descartados por quem deseja fazer a diferença, sair do anonimato, ganhar posições, fazer bons negócios e ter uma carreira de sucesso.

Evidente que o conhecimento do tema, o vocabulário, as experiências, o texto escrito e outros requisitos também ajudam no processo de apresentação de uma proposta, mas o resultado positivo ou negativo está na oratória.

Faça parte da nossa nova turma para maio, em apenas quatro sábados você vai receber ensinamentos e dicas preciosas para perder o medo de falar em público, fazer uma boa apresentação e se tornar uma pessoa mais segura.

 

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