15 de abril de 2019 às 06:37h

A Petrobrás não fabrica petróleo e sim milionários

Para “Bio, o Leigo” bastou o presidente Jair Bolsonaro determinar a suspensão do reajuste do Diesel para o mundo econômico e político entrar em parafuso: economistas passaram a fazer análises caóticas sobre a situação da empresa, especialistas avaliaram que teríamos um descrédito dos investidores, a oposição se deslanchou em afirmações de que o governo não tinha uma proposta para o Brasil com 100 dias de governo e agora iria levar a falência a grande empresa brasileira, a mídia contrária ao presidente passou a provocar o ministro Paulo Guedes para criar mais um mal estar entre os integrantes do governo.

Assim que a notícia da suspensão tornou-se pública a Bolsa entrou em polvorosa e as ações da empresa caíram assustadoramente. Pergunto o que importa isso? Tudo isso porque o Planalto quer saber o porquê do reajuste! Quer detalhes da composição do preço, deseja informações sobre quem está lucrando com esses aumentos sistemáticos.

A Petrobrás é uma estatal,pensa Bio, o Leigo, e dessa forma não tem o lucro como interesse final, logo não precisa está preocupada com lucro de quem só faz ganhar, enquanto a população e o país perdem sempre nesse jogo de poder. Ora, se o Brasil é independente em Petróleo porque tem que seguir o aumento internacional dos barris de petróleo, vai dar lucro a quem?

Então de que adianta para os brasileiros que se tenha uma estatal que a única produção é riqueza para um pequeno grupo, ou seja, de que serve ser a maior empresa do mundo sem que nenhum benefício aconteça para a população, e ai Bio, o Leigo, afirma de forma peremptória: Que se privatize a Petrobrás e ponto final.

Assim Bio, o Leigo, entra a partir de agora na campanha “O Petróleo não é nosso, Privatizem a Petrobrás”!

Que algum economista de fato possa ajudar Bio, o Leigo a entender essa coisa de fábrica de milionários, ao invés de fábrica de petróleo.

 

 

 

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