quinta, 28 de maio de 2020
PÁGINA OFICIAL DO JORNALISTA E ESCRITOR SEVERINO TOMAZ DE AQUINO
19 de maio de 2020 às 15:53h

Revista Imobiliária apresenta seus novos colunistas

Já está no forno e circula dia 1 a segunda edição da Revimob a sua Revista Imobiliária com a opinião de grandes especialistas do mercado imobiliário, cobrindo todas as áreas da atividade como direito, avaliação, documentação, mcmv e muito mais…conheça agora mais alguns dos nossos colunistas….Aproveitamos para informar que ficaremos sem atualização por uns dias para fazer a migração do blog para a Revimob Revista Imobiliária….

29 de abril de 2020 às 06:14h

Revimob a sua revista imobiliária chega no dia 01 de maio

No dia 1 de maio, dia do trabalhador, será lançada a Revimob: uma revista  de opinião imobiliária que contará com a participação de 25 dos maiores especialistas do mercado imobiliário brasileiro cada um dentro da sua área de atuação como educação, direito, comportamento, parcerias, captação, avaliação, documentação, comunicação, vendas, enfim abrangendo todo o segmento do setor de imóveis do país.

Com foco na capacitação e nos negócios a Revimob chega para preencher uma lacuna editorial do mercado imobiliário e trará nas suas páginas eletrônicas matérias especiais e reportagens sobre tudo que acontece e que seja de interesse dos corretores de imóveis do Brasil. Também estará divulgando os eventos imobiliários como Enbraci, Fenaci, e tantos outros, assim como worksohps, palestras, lives, encontros, treinamentos, etc., para dar opções de aperfeiçoamento, capacitação e desenvolvimento do corretor de imóveis.

A sua periodicidade será mensal e terá distribuição imediata para mais de 5.000 corretores de imóveis em todo Brasil que participam de grupos de wathsapp, facebook, instagram e demais ferramentas das redes sociais como canais de youtube entre outros.

Com consolidação do projeto a ideia é ter também uma versão impressa para se ter um registro único e exclusivo dos fatos que foram e serão notícia no mercado imobiliário contemplando assim avaliações, tendências, pesquisas para informar e preparar o corretor de imóveis para atuar num mercado cada vez mais competitivo e digital, beneficiando assim um grande número de profissionais de  intermediação imobiliária.

Para mais informações passe um zap 81 9.89945757

Conheça agora os nossos colunistas:

25 de abril de 2020 às 06:32h

Revimob Revista Imobiliária uma revista de opinião com conteúdo e qualidade

Chega ao mercado editorial, no início de maio, a Revimob – Revista Imobiliária, contando com a participação de especialistas em diversas áreas do mercado, como captação, avaliação, contratos, direito imobiliário, avaliação, vendas, pós-vendas, alto padrão e tantos outros do interesse do segmento imobiliário como arquitetura, design, etc, para preencher uma lacuna no mercado editorial que se ressentia da falta de uma publicação com a opinião e o conhecimento de quem faz e de quem entende do mercado imobiliário.

A Revimob será uma linha editorial focada capacitação, divulgação de conhecimento e colaboração para a realização de negócios imobiliários, destacando eventos, encontros, palestras, workshps e tudo mais que esteja voltado para o desenvolvimento o corretor de imóveis e também para todos que direta ou indiretamente estejam ligados ao segmento. A Revimob terá ainda a missão de debater e buscar soluções para os problemas do mercado ajudando os atores envolvidos no processo a encontrarem meios de melhorarem os seus resultados.

A Revimob terá circulação mensal todo dia 1 de cada mês em formato PDF e também contará com página no facebook/revimobpe e no instagram @revimob e em breve um canal no youtube para a divulgação dos trabalhos dos nossos colaboradores, colunistas e clientes. Assim contaremos com entrevistas com cada um dos participantes a fim de conhecermos as suas histórias e repassarmos para nossos clientes.

Missão: Levar informação com conteúdo e qualidade para os corretores de imóveis e para todos os interessados no segmento, destacando o que possa contribuir com o crescimento profissional e pessoal e com desenvolvimento do setor.

Visão: ser a maior revista imobiliária brasileira de opinião de especialistas da área a fim de registrar o que de fato é notícia que interessa ao mercado de imóveis.

Valores: Agir com ética, respeito e lealdade para com todos os envolvidos no processo, dando exemplo de seriedade, compromisso e foco nas informações oferecidas.

A Revimob também estará disponibilizando espaços para o corretor de imóveis dar a sua opinião e tirar a sua dúvida como os nossos especialistas.

Desejamos a todos sucesso e esperamos que participem desse projeto inovador e extremamente necessário para o registro fiel, independente e imparcial dos acontecimentos do mercado imobiliário.

Que Deus nos abençoe…

A partir de agora você passa a conhecer os nossos colunistas:

16 de abril de 2020 às 16:48h

Saia da “Quarentena” melhor do que entrou

“Sou um agricultor das letras, aro a terra seca das ideias, semeio as palavras como sementes, irrigo com o suor da transpiração, podo a imaginação e colho estórias cheias de emoção”.

Eu disse a vocês que devemos sair da quarentena com um saldo positivo. Podemos desenvolver uma nova habilidade, desenvolver um dom ou talento que ficou adormecido durante muito tempo na nossa vida, dormindo no nosso subconsciente, sem emergir e assim sem se tornar realidade, sem virar uma nova descoberta.

Como na vida tudo é um risco e vivemos em risco o tempo todo o que custa se arriscar para se tornar um novo músico, um novo pintor, um novo ator, um novo líder religioso, um grande político, um novo professor, etc. Saia da zona de conforto, arrisque-se, vá em frente, busque um novo horizonte na sua vida.

Eu particularmente estou aproveitando a quarentena de três maneiras:

  1. Me capacitando, estudando assuntos e fazendo cursos ligados ao mercado imobiliário, como documentação imobiliárias e outros;
  2. Estou desenvolvendo meu talento para as artes plásticas e vendo vídeos de pintores e que me inspiram e me ensinam a pintar melhor;
  3. Estou escrevendo muito e nesse item cabe um destaque, sempre quis escrever um romance ligado a história do Brasil e particularmente a de Pernambuco, os seus coronéis políticos, o domínio oligárquico de grandes famílias, a união de poderosos e a sua divisão de acordo com os seus interesses, tudo isso sempre me fascinou e sempre adiei a hora de me sentar na frente da tela e dar início a um novo livro, a um romance.

Pois bem a quarentena me deu essa oportunidade e o tempo livre que precisava para tirar das ideias e dos pensamentos os personagens e o enredo para escrever um romance baseado na nossa história.

Acho que pela primeira vez na minha vida, me encontro com tempo ocioso para escrever o meu primeiro romance e estou fazendo isso, não sei quanto tempo vai durar essa quarentena, não sei como estarei ao final dela e, por isso, não posso garantir o final do romance, assim vou escrevendo o que posso e o que puder.

Se terminá-lo sairei da quarentena como um escritor de romances, uma coisa nova na minha vida, que sempre fui um escritor técnico, se não terminá-lo, deverei demorar a concluí-lo, pois voltarei às minhas atividades, isso se não me apaixonar pela história, fazê-la dela minha amante, a ponto de abandonar todo o resto pelo prazer de viver com ela (a história) meus últimos dias de vida.

Agora é com você! Como você vai sair da sua quarentena?

14 de abril de 2020 às 18:41h

Saudade braba do meu cafezinho no sábado a tarde com meus amigos…

A saudade é feito o Covid 19, por isso não a convide, porque depois que ela penetra, contamina a alma, o corpo e o coração e não tem quarentena que cure, não importa o tempo que dure, ela machuca, faz doer, faz sofrer. Quem sabe quando tudo isso passar vamos saber que o sabor do café não está no pó, não está na chícara, nem no local onde o tomamos. O sabor do café está no abraço da chegada, no gole com bate papo, na sentida despedida. O sabor do café quem dá é o amigo com quem o tomamos. A todos desejo que a primeira coisa que façam depois do cumprimento da pena, depois da saída da prisão que saiam junto com a sua alma, que levem junto o seu coração.

13 de abril de 2020 às 17:38h

Gravatá não [e mais uma ilha e tem corona….

Agora Gravatá faz parte do mundo: temos o primeiro caso de coronavírus! Com toda sinceridade gostaria de continuar morando na ilha de Gravatá, aquela ilha maravilhosa, onde estava tudo normal enquanto o mundo todo se protegia.

Cheia de gente nos supermercados, nas lotéricas, nos bancos, nas praças, nos condomínios, fazendo caminhadas, andando de bike, conversando e andando pelas ruas mesmo sem ter o que fazer, passeando de carro para conhecer a cidade.

Uma verdadeira festa.

Mas agora acordei e vi que Gravatá não é inviolável, invencível, protegida contra vírus. Vi que suas muralhas são de areia do rio Ipojuca e caíram facilmente ao primeiro ataque do covid19.

Não sabemos com quantas pessoas esse hospedeiro se comunicou e contaminou, não sabemos quem é, onde mora, ou o que faz, porque se soubéssemos poderíamos nos proteger, ficar alerta para ter mais chance, no caso ter sido infectado por ele, iríamos buscar a cura com mais rapidez.

Mas isso já ultrapassa os limites da “transparência”!

Resta agora esperar que dê negativo os exames que estão sendo feitos em outras pessoas

Mas de qualquer jeito, agora já é tarde! Agora já estamos no centro do furacão, na tempestade, no meio da rua, literalmente no meio da rua.

Sim, agora somos global, agora temos corona: não a ducha, mas a pandemia.

9 de abril de 2020 às 20:39h

Brasileiro é fogo

Brasileiro é fogo!

Esqueceram de avisar ao mundo que o brasileiro é fogo… Se não venderem máscaras, o brasileiro vai fazer… Se não entregarem respiradores, o brasileiro vai fazer nem se for de câmara de pneu… Esqueceram que o brasileiro vive na “merda” há muito tempo… Nós já somos acostumados a não ter leitos em hospitais… O brasileiro não vai deixar faltar o prato de comida nem na sua mesa e nem na do outro, porque sim! Somos um povo do bem!!… Brasileiro vai fazer avental em casa para os médicos… Brasileiro vai tomar Creolina e vai dizer que sarou do coronavírus; vai tomar “pitú com limão” e dizer que se curou do covid19… Brasileiro é fogo meu irmão!!!!! Aqui temos zica, dengue, malária, febre amarela, chicungunha, febre maculosa, esquistossomose, bucho virado, espinhela caida… Brasileiro é bicho do mato, do cerrado, da caatinga, da favela… Se tem alguém que pode sobreviver a uma pandemia é o brasileiro… No final vocês verão quem se saiu melhor: nós ou o resto do mundo….

8 de abril de 2020 às 05:44h

Vamos lavar tudo! Precisamos de mais “Lavajatos”

Amigos estamos de Quarentena. É fato! As nossa autoridades estão separando as pessoas por grupo de risco, falando dos idosos, com se não estivéssemos assistindo a morte de jovens, de adultos e até bebês sendo infectados e examinados ainda no útero, bem como, pasmem, de profissionais de saúde e de ricos,isso mesmo os ricos também estão pegando o coronavírus. Dessa forma não passa de discurso político essa assertiva de que determinado grupo é mais vulnerável que outro. É só vermos que a maioria das pessoas que estão aparecendo nas reportagens são pessoas jovens e adultas e não idosas.

Resumindo não existe Grupo de Risco e todos indiscriminadamente podem pegar o vírus e contaminar outras pessoas.

Ainda segunda feira o secretário de saúde de Pernambuco afirmou em entrevista coletiva que entramos na Fase de Aceleração Descontrolada – parece nome de filme de suspense – e sabe o que significa, segundo os especialistas, significa que o governo perdeu o controle da doença! Que não sabe mais o número de infectados e assim não tem como tomar as medidas necessárias para evitar que muita gente pegue o vírus, aumentando as estatísticas da pandemia.

E o pior é que ainda ouvimos pessoas, autoridades, profissionais de várias áreas, inclusive da saúde,  querendo passar a impressão de que não tem problema de que devemos abrir tudo, ou que devemos ter abertura vertical, protegendo grupos de risco, afirmando que não precisamos de histeria, de pânico, etc., preocupados muito mais com as questões financeiras do que com a vida. Sendo assim vejo que não precisamos lavar somente as mãos, precisamos é muito mais lava jatos.

Precisamos lavar os olhos para ver melhor a realidade, tirando o véu da hipocrisia, do interesse pessoal, da ilusão, das redes sociais e assim aprender a distinguir entre a mentira e a verdade, para fazer o julgamento correto.

Precisamos lavar nossos ouvidos para ouvir o que de fato vai nos ajudar a crescer enquanto ser humano, parar de ser influenciado por opiniões de terceiros que estão muito mais preocupados com seus egos, com seus projetos, com a realização de seus sonhos do que com aquele que está ouvindo e repercutindo as mentiras que eles não precisam dizer.

Precisamos lavar melhor o nosso nariz para aprender a sentir o cheiro da maldade exalando daqueles que se que se aproveitam da miséria alheia e se dizem amigos mas que nos abandonam quando o barco começa a afundar.

Precisamos lavar bem a nossa boca para não maldizermos a ninguém, para não espalhar as mentiras que escutamos e também as que inventamos quando nos convém, lavar a boca para termos a prudência de falar o que edifica, o que transforma, o que vai fazer a diferença na vida do outro.

Por fim e ai sim, depois de lavarmos todo corpo, então lavamos as mãos, porque como diz o velho e bom ditado: uma mão lava a outra e as duas lavam o corpo.

Porém não esqueçam que lavar as mãos pode ser um risco, lembrem de Pôncio Pilatos que quando lavou as mãos colocou Jesus na cruz para ser crucificado e morto. Como tudo na vida tem momentos em que é melhor não lavar as mãos, sair da zona de conforto e ajudar a quem necessita.

Lave as mãos! Combata o corona vírus e não se omita, proteja os seus porque as autoridades protegem os deles!.

 

7 de abril de 2020 às 06:05h

Irresponsabilidade social e governamental no combate ao coronavírus

Meus amigos, a nossa cidade está completamente lotada de moradores do Recife que têm segunda casa em nosso município e as nossas ruas parecem que estão na normalidade. O centro da cidade então está tão cheio quanto os dias normais: a lotérica, a feira livre, a Caixa Econômica, o Banco do Brasil, Armazéns de construção, farmácias, algumas lojas de petshop, supermercados, outras lojas como a americanas, e muito mais, tudo normal.
Além disso, vemos pessoas fazendo caminhadas, passeando, aglomerações em esquinas, praças, ruas, enfim não estamos seguindo as regras do isolamento social e muitos procuram apenas uma desculpa para estarem nas ruas.
O secretário de saúde do estado disse ontem que entramos na fase da aceleração descontrolada do coronavírus, isso significa que a partir de agora os números podem subir ainda mais.
Portanto, faço um apelo às nossas autoridades para que sejam mais rígidos com as determinações pré-estabelecidas, exijam que as pessoas obedeçam às normas de resguardo e controlem o que de fato sejam atividades essenciais.
É preciso que se determine o que se pode fazer nas ruas e o que não se pode, não podemos assistir o ir e vir das pessoas como se fôssemos uma ilha e estivéssemos isolados do mundo.
Esse é o meu primeiro texto sobre essa pandemia, optei por falar de coisas boas nesse período, mas diante do quadro de irresponsabilidade generalizada da população e das autoridades de uma maneira geral, como jornalista – e mesmo atuando numa área diferente da de informação – não posso deixar de registrar o descaso com um acontecimento tão grave.
Vamos ficar em casa, vamos nos proteger e proteger a quem amamos.
Só nos resta orar ara que nosso Deus possa nos livrar de todo mal.

Tenham um dia abençoado na presença do Senhor e DENTRO DE CASA! FIQUEM EM CASA!

28 de março de 2020 às 20:33h

Literatura real no blog do Tomaz

Em quem acreditar? No Capitão ou no Ministro?

Caros amigos meu nome é Antonio Camilo do Brejo do Caruru, que significa terra da fartura*, e que foi rebatizado depois para Reino de Brejoland, nessa mania nacional de se colocar inglês em tudo: nome de loja, nome de menino, nome de lugar, tudo é em inglês. Brejoland significa terra do brejo, e o slogan do Reino de Brejoland é “aqui em se plantando tudo dá”! Na verdade Brejoland é um reino onde falta tudo para o povo, emprego, moradia, saúde, inclusive a verdade e sobra tudo para os poderosos. Quero dizer a vocês que cansei de mostrar a realidade de Brejoland para todo mundo, que tentei mudá-la, com risco da minha própria vida.

Não consegui! Reconheço e dou a mão à palmatória.

Por isso, a partir de agora tudo que eu publicar na imprensa de Brejoland relacionado à política, à religião, à cultura, à arte e aos acontecimentos da nossa sociedade, será única e exclusivamente no mundo da literatura ficcional e qualquer semelhança com fatos ou pessoas reais será uma mera coincidência. Nascem hoje, novos personagens com os quais vamos conviver enquanto eu estiver escrevendo e vocês estiverem lendo, lembrando que mesmo sem vocês lerem, esses personagens continuarão vivos na minha escrita, até o dia que o Senhor me chamar.

Digo: “O Senhor me chamar” que quer dizer “o dia que eu morrer” porque sou cristão, acredito em Deus, na criação, em um ser supremo que tudo pode e tudo vê, por isso, apelo para Ele nos meus momentos de dificuldade como esse que estamos vivendo agora. Respeito a opinião e a visão dos ateus que não comungam com a minha fé, porém continuo defendendo que é muito melhor acreditar alguma coisa do que não acreditar em nada, mas isso já é filosofia e vai está nos meus rabiscos literários daqui para a frente.

Respeito também a opinião dos agnósticos ou agnostos que acham que é difícil explicar Deus porque acham que o sobrenatural foge à compreensão humana, se não fugisse não seria sobrenatural e não precisaria de fé para se crer, porque “A   é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem.” Hebreus 11.1

Portanto, desse momento em diante estarei sendo o que gosto de ser: escritor. Estarei fazendo o que gosto de fazer: escrever. Contarei “estórias” que pessoas reais se verão nos acontecimentos e pode até pensar que os textos foram escritos para elas. Mas, volto a afirmar é pura obra de ficção. Assim darei a minha contribuição para a arte literária, baseada em fatos reais, mas uma obra integralmente ficcional voltada para os poucos leitores que tenho. Brás Cubas, pela pena Machadiana, dedicou às suas memórias póstumas aos seus dez leitores, não sei quantos os tenho, mas agradeço a todos os que se dispuserem a ler os meus escritos.

Entro na seara dos escritores romancistas, cronistas, não com o intuito de tomar-lhes o lugar, mas apenas com a missão de misturar a realidade com a ficção e através da minha “pena” transformada em teclado e da folha de papel transformada em tela todos os frutos da minha imaginação junto com os meus achismos sobre o que acontece em nossa vida e em nosso mundo.

Aguardo sugestão dos meus poucos leitores para batizarmos esse País imaginário que estou criando, também precisamos saber como vamos chamar a cidade onde os fatos ocorrerão.

Inicio essa série com um ensaio sobre a dúvida – ah, esqueci de alertá-los meus bons e queridos leitores – os textos serão longos, com citações, explicações, entre linhas, rodapés, ou seja tudo que a literatura gosta, mas que nesse mundo de 256 caracteres, de “textículos”, não são testículos, pois os mesmos, pelo menos, por hora, não cabem aqui.

A Dúvida de Antonio Camilo: Em quem acreditar!

O Capitão mandou sair de casa e trabalhar o Ministro mandou ficar isolado para se proteger.

Pela manhã o intendente de Brejoland foi à imprensa, criticou os jornalistas, acusou os governadores e disse que havia uma histeria e um pânico e que o vírus que veio do Reino do Norte, como está escrito em Daniel 7, não é tão nefasto assim, não matará tanta gente, só um pouquinho de velhos que não fazem ginástica. Para ele Brejoland não pode parar, a economia tem que andar, o comércio tem que abrir. Não se pode aumentar o desemprego, não se tem como segurar a situação e se Brejoland parar vai morrer mais gente de fome do que do vírus, afinal tudo não passa de uma “gripezinha”.

A tarde o Ministro da Saúde foi a tv e numa coletiva disse que não era para ninguém, sair de casa, que quem saísse poderia até ser preso. Que todos estavam apenas no pé da montanha e que seria preciso subir a montanha que é o maior do que o Everest. Disse que a ìndia colocou um bilhão e 300 milhões de pessoas em quarentena e que iria faltar produtos para fazer remédios e que na China por conta da parada iria faltar colete, máscaras, etc….

Na dúvida Antonio Camelo depois de ouvir os dois preferiu acreditar no Ministro da Saúde até porque estava tanta gente morrer em todo canto que sabia que não era apenas um resfriadinho. E  ai Antonio Camilo ativista por natureza lançou a campanha:

FIQUE ME CASA!

*o nome Caruaru se originou da junção dos termos oriundos dos cariris: “caru” que significa alimento, fartura e “aru aru” denotando abundância.

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