segunda, 20 de janeiro de 2020
PÁGINA OFICIAL DO JORNALISTA E ESCRITOR SEVERINO TOMAZ DE AQUINO
16 de janeiro de 2020 às 20:34h

Daniel se prepara para sair do PSB e ir para o PSC

Será que a Bola de Cristal estava certa? Vejam a nota que Daniel colocou quando disse que ele deixaria o PSB:

Agora ele está se preparando para se desfiliar do PSB partido ao qual jurou fidelidade e tentar ser candidato a vice por outro partido.

A minha previsão estava certa. Será que mais uma vez acertei na mosca. Vamos aguardar…em abril tudo se resolve.

 

14 de janeiro de 2020 às 14:56h

Unidade Compartilhada é a nova sacada do mercado imobiliário

Imagine você ter para o resto da sua vida, o local onde você vai tirar suas férias. Agora imagine esse local como sendo um resort com tudo que um resort tem, bares, restaurante, pier, piscinas, uma praia belíssima e um belo apartamento para você e sua família passarem trinta dias de férias, descansando, relaxando e participando de tudo o que o hotel oferece.

Pois bem, isso agora já é realidade! No Amoaras Resort você adquire uma cota de participação e passa a ser um cessionário de um apartamento para quatro pessoas, onde você terá direito a curtir 30 dias por ano, sem precisar sem dono do apartamento e pagando muito pouco por tudo isso. É verdade, você para ter a sua cota dá uma pequena entrada de R$ 3.000 ( três) mil e o restante você divide em 60 parcelas de R$ 500,00 (quinhentos) reais, corrigidas pelo IGPM.

Dessa forma você passa a ser dono de uma cessão vitalícia de 30 dias anuais, para o resto de sua vida e o melhor se você não quiser passar suas férias você pode alugar a sua parte e assim ganhar um bom dinheiro para pagar as suas prestações, ao fim das parcelas você não vai pagar mais nada, além de uma taxa de manutenção de R$ 100, cem reais, para despesas com camareira, faxineira, afinal o hotel precisa estar pronto e arrumado para quando você chegar.

Esse é o sistema multipropriedade onde você e mais 12 cotistas foram uma parceria e são donos de um apartamento dentro de um dos melhores resorts do litoral Norte.

Para conhecer mais esse sistema e passar a ser dono de uma unidade no Amoaras Resort passe um zap 81 989945757 que tiraremos todas as suas dúvidas.

 

14 de janeiro de 2020 às 13:47h

Site, blog e instagram bloqueados

Meus amigos por conta de alguém que fez denúncias infundadas ou por um algum equívoco nossas páginas estão bloqueadas o que nos traz um grande transtorno.

Alguém denunciou que estávamos violando os principios da comumidade, o que é um absurdo sem tamanho, coisa que jamais faria.

Infelizmente, estamos aguardando a análise por parte do face e do instagram, para ver se vão liberar as nossas publicações.

É lamentável que pessoas por má fé, ou por outro sentimento menos nobre prejudique o trabalho de outro, assim, sem nenhum respeito ou solidariedade.

Se alguém já passou por isso e puder me ajudar a sair dessa situação, desde já agradeço.

29 de dezembro de 2019 às 22:32h

Tendências do Mercado Imobiliário para 2020

Estamos às vésperas de 2020, saindo de 2019 que confirmou algumas previsões que fizemos no final de 2018 como a queda da taxa de juros, a maior facilidade para obtenção do crédito imobiliário, a ampliação do Minha Casa, Minha Vida e a retomada dos lançamentos em todo país.

Nessa segunda 30.12, às 20 horas estaremos apresentando as perspectivas para o novo ano com destaque para:

  1. Melhora do emprego
  2. Aumento da confiança
  3. Crença na continuidade da queda da taxa de juros
  4. Inflação controlada
  5. Lançamentos imobiliários
  6. Mudanças do MCMV
  7. Financiamento imobiliário redução da Selic
  8. Aumento na concorrência da oferta imobiliária
  9. Criação de novas modalidades (indexador do IPCA)
  10. Incentivo ao consórcio imobiliário

Portanto, contamos com você na nossa live às 20 horas, no nosso facebook.com/tomazdeaquino10

Espero por você!

 

 

 

19 de dezembro de 2019 às 12:03h

José Germino Imóveis fecha parceria para quiosque no shopping Igarassu

 

 

 

Num café da manhã bem nutrido de alimentos e negócios imobiliários a equipe da José Germino Imóveis, deu o sim para participar do quiosque que será instalado no Shopping Igarassu a partir de janeiro.
Fechando assim as parcerias para o Plantão Imobiliário Shopping Igarassu que agora conta com a Terra Nossa Imobiliária, Gleycio Oliveira Corretor e José Germino Imóveis que estarão compondo as equipes de atendimento diário no hall de entrada da centro de compras da região Norte.

Contando com produtos de vários construtores o Plantão Imobiliário Igarassu terá a disposição dos usuários mais de dois mil imóveis de vários tipos como Minha Casa, Minha Vida  também de médio e alto padrão, além de loteamentos residenciais e industriais como o VTO Igarassu.

Do projeto consta também a prestação de serviços imobiliários: avaliação, regularização, consórcio imobiliário, documentação imobiliária, seguros imobiliários entre outros qu evem suprir uma lacuna da comunidade mais antiga do Brasil.

O Shopping Igarassu está localizado estrategicamente na PE-035, nº 482 – Centro – Igarassu funciona das 9 da manhã até às 21 horas diariamente e de 12 às 20 horas nos domingos o que vai facilitar a aquisição da casa própria por todos aqueles que não têm tempo para se informar por conta do trabalho.

 

 

18 de dezembro de 2019 às 07:15h

Pesquisa aponta prefeito de Gravatá reeleito em 2020 derrotando Darita mais uma vez

Uma pesquisa que circula nas redes sociais de Gravatá e que segundo a publicação teria sido realizada pela Plural aponta o prefeito Joaquim Neto na frente da corrida pela prefeitura em 2020 com 40% contra 34% de Darita. Brancos e nulos somam 20% e indecisos, 5%, no confronto direto.

No resultado aparecem o atual prefeito com 24% contra 7% de Júnior Darita e apenas 3% do Conselheiro Tutelar (recém eleito) Joselito Gomes que é ex-padre, João Paulo (que tem dito que não será candidato em 2020) aparece com 2%, Dr Hilton Pimentel e Léo do Ar surgem com 1%. Não sabem ou não opinou 45%.

A pesquisa foi feita d 21 a 24 de novembro com margem de erro de 5% e apresenta também uma avaliação dividida sobre atual gestão onde 48% aprovam e 48% reprovam o atual prefeito que vai tentar seu quarto mandato a frente da prefeitura e que se conseguir será batido o recorde que antes era de Arão Lins com 3 mandatos.

O ex-padre é uma articulação do PSB de Gravatá que recentemente forçou a saída de Darita da legenda, cujo controle é feito por pessoas ligadas ao deputado estadual Waldemar Borges e tem entre seus membros o vereador Miaeiro, o diretor do Detran Vital Novaes e outros atores políticos da cidade.

Numa confrontação direta entre Joaquim Neto e Júnior Darita, o prefeito aparece com 40% enquanto o policial rodoviário federal pontua com 34%. Caso se confirme os números apresentados no levantamento que mostra uma polarização entre os dois pretendentes ao cargo de prefeito, fica evidente que o PSB vai ter muito trabalho para criar uma terceira via, uma situação nunca vista em Gravatá e tornar essa terceira via competitiva para tirar Darita do páreo e assumir a segunda posição.

Como ainda falta um ano para as eleições e muitas coisas vão mudar e influir como a montagem da chapa de vereadores, então teremos com certeza novos cenários políticos para 2020.

 

 

17 de dezembro de 2019 às 19:49h

Rua do Polo Moveleiro iluminada para o Natal

A prefeitura vem decorando as principais ruas da cidade de Gravatá para as comemorações do Natal. A rua Duarte Coelho, mais conhecida como a rua do Polo Moveleiro, recebeu elementos que remetem ao período natalino.

São centenas de lâmpadas coloridas formando estrelas, sinos e outros símbolos que marcam o Natal e também as festas do final do ano. Foram usados materiais reciclados para preservar o conceito de sustentabilidade.

O centro da cidade também recebeu decoração nos principais pontos e prédios públicos destacando cores, formas e estruturas que remetem ao nascimento de Jesus como um

 

a árvore de Natal com 15 metros de altura.

 

 

17 de dezembro de 2019 às 17:49h

Prefeito Joaquim Neto faz confraternização com a imprensa

Na próxima quinta feira 19.12, às 12 horas no restaurante Boi e Brasa o prefeito de Gravatá Joaquim Neto reúne-se com os representantes da imprensa gravataense para a confraternização de Final de Ano, para presentação de um balanço dos três anos de sua gestão.

Como todos sabem no próximo ano teremos eleições para prefeito, vice prefeito e vereadores, dessa forma o atual gestor da cidade de Gravatá que já foi feito prefeito por mais duas vezes e está no seu terceiro mandato vai ter a oportunidade de mostrar as suas realizações e o que deseja fazer no seu último ano de gestão e como pretende disputar a reeleição.

Estamos aguardando a decisão do prefeito para participar do Bate Papo com Tomaz.

 

15 de dezembro de 2019 às 06:12h

Você sabe o que valoriza ou deprecia um imóvel?

Primeiramente, para definir o valor de um imóvel o corretor precisa saber alguns fatores que basicamente determinam se o preço será mais alto ou mais baixo. Portanto, sabemos que cada imóvel é diferente e isso torna mais difícil na hora de comparar e definir um valor.

Dessa forma, é essencial que o corretor tenha conhecimento nesse assunto, não apenas para ter auxílio na hora de avaliar, mas também saber contornar possíveis situações e instruir sobre as formas de prevenir a desvalorização do imóvel.

Assim, para que tudo isso seja possível de ser realizado, o corretor de imóveis precisa conhecer os fatores que contribuem para a valorização e também para o processo de desvalorização do imóvel.

Principais fatores de valorização

  • Imóvel desocupado, disponível para entrega imediata;
  • Transporte de fácil acesso: metrô, ponto de ônibus etc;
  • Boa vizinhança, escolas, supermercados e farmácias próximos;
  • Rua exclusivamente residencial;
  • Vista para o mar, montanha, lagoa etc;
  • Bom estado de conservação, necessitando de reformas;
  • Área de lazer e serviços, seja no imóvel ou no condomínio;
  • Longe da poluição sonora e ambiental;
  • Segurança – imóveis bem localizados;
  • Bons materiais de acabamento interno no imóvel ou nas partes comuns do condomínio.

Principais fatores que causam depreciação

  • Um imóvel de alto padrão, localizado em rua desvalorizada pela vizinhança ruim;
  • Apartamento com acesso à portaria através de galeria comercial, em que se encontram pequenos negócios de frequência negativa;
  • Imóveis localizados em ruas com feira-livre, boate, funerária, bares e outros ramos comerciais que prejudiquem o aspecto residencial do imóvel;
  • Grande fluxo de trânsito na rua, dificultando o acesso para entrar e sair do imóvel, além do ruído causado;
  • Ruas de acesso a favelas, dificultando a convivência entre os moradores, além de grande movimentação policial e outros riscos daí decorrentes;
  • Imóvel ocupado por inquilino, pois, geralmente, é comum criar-se dificuldades;
  • Estado de conservação ruim do imóvel, pois necessitará de obras;
  • Preço do imóvel fora da realidade do mercado. Dessa forma, muitas vezes o proprietário quer um valor mais alto do que o imóvel realmente vale, assim, o anúncio se torna mais longo.

Conservação do imóvel

O mau estado de conservação é um dos maiores responsáveis pela depreciação do imóvel. Normalmente, na hora da revenda, os compradores fogem de imóveis que precisam de reformas. Desse modo, uma residência que apresente uma boa aparência e sem apresentar problemas possui muito mais chance de ser negociado.

É fundamental uma boa localização, assim como uma boa vizinhança, esses fatores agregam muito valor ao imóvel. Então atente-se ao índice de criminalidade das regiões que você atua, podendo oferecer as melhores opções ao seu cliente.

Imóveis afastados do centro valem menos, já aqueles próximos de avenidas importantes valem mais, por outro lado, estar localizado na própria avenida pode ter o efeito contrário por causa do barulho excessivo.

Decoração ultrapassada ou em excesso pode prejudicar a venda. Mesmo que o cliente tenha planos de alterar o local, o impacto da primeira impressão pode ser ruim. Então, é importante focar em uma decoração neutra e discreta.

Vizinhança barulhenta

Por outro lado, os fatores externos regionais como o barulho em excesso contam também para a depreciação. Ou seja, se o imóvel está localizado em uma região com muita poluição sonora, como avenidas movimentadas, perto de bares e baladas, os moradores que não gostam de ruídos tendem a vender e se mudar o mais rapidamente.

A planta também pode afetar no valor. A forma como os cômodos são distribuídos valorizam principalmente os imóveis à venda, já para apartamentos, mudanças na planta original normalmente causam a desvalorização. A vista é um fator essencial, tanto que apartamentos do mesmo tamanho e localizados no mesmo prédio possuem valores diferentes, pois a iluminação natural é diferente, e se as janelas dão para o vizinho já ocorre desvalorização por exemplo.

Outro fator que pode agregar ou não valor final é a área de lazer. Um imóvel com muitas opções agradam as famílias e crianças, por outro lado, deve-se levar em conta o perfil do cliente, pois alguns não se interessam por áreas de lazer.

Contudo, é importante que o corretor saiba os pontos que causam a valorização e desvalorização dos imóveis, assim, torna-se mais fácil compreender os motivos pelo qual aquele imóvel está demorando tanto para ser vendido ou alugado, além de poder dar dicas para seus clientes manterem sempre o boa conservação da residência.

Fonte: blog.eemovel

15 de dezembro de 2019 às 05:58h

É melhor comprar ou alugar com a taxa selic em queda?

Por Isabel Filgueiras, Valor Investe — São Paulo

 

Comprar ou alugar um imóvel? Um tempo atrás, considerando só a matemática, sem contar questões sentimentais, a resposta mais comum a essa pergunta era de que comprar não valia a pena. O valor dos imóveis no Brasil havia passado por uma alta muito grande, os juros do financiamento eram caros e deixar o dinheiro na renda fixa dava um retorno muito melhor.

Mas agora o cenário é outro. A taxa básica de juros Selic está em 4,5% ao ano, seu menor nível histórico. E os juros de financiamento imobiliário também caíram para os menores percentuais já registrados, embora ainda não sejam uma bagatela. Do outro lado, deixar o dinheiro na renda fixa já não dá muito retorno. Para completar, o preço dos imóveis residenciais têm passado por uma certa estagnação, já que os valores subiram menos que a inflação.

Diante dessa mudança de quadro, neste momento bastante peculiar da economia, será que comprar imóvel pode voltar a ser uma alternativa interessante? Se o objetivo for sair do aluguel, a depender do quanto será financiado, pode sim valer a pena comprar, dizem especialistas. Mas ainda depende de vários fatores, como região, estabilidade do seu emprego, valor da entrada e até o seu perfil de risco nos investimentos.

Comprar para morar

A presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Cristiane Portella, avalia que há dois fatores que acabam pendendo a balança mais para o lado da aquisição do imóvel.

O primeiro é que, com os últimos anos de mercado imobiliário em marcha lenta, há um bom estoque de imóveis disponível. Embora o preço nominal tenha subido um pouco, ele ainda não se recuperou de fato e, na média, avança abaixo da inflação. Isso faz com que o investimento inicial seja um pouco menor, proporcionalmente, que em outros momentos da história recente do Brasil.

Em segundo lugar, ela pontua que as taxas de juros imobiliários, que são de longo prazo, nunca estiveram num nível tão baixo. “As pessoas que adquirem hoje vão fazer um financiamento de 30 anos com essa taxa de juros. E a gente fala de uma subida de juros daqui a dois, três anos. É um conforto pra quem está comprando algo cujos preços ainda não subiram, com boa oferta. Neste momento, é mais vantagem adquirir do que alugar. Mas claro que é uma decisão muito particular da pessoa”, afirma.

De acordo com o fundador e presidente do comparador de juros Melhortaxa, Rafael Sasso, o consumidor precisa avaliar o custo de oportunidade: vale a mais a pena fazer um financiamento e pagar juros ou não comprar agora e investir a grana da entrada, acumulando o rendimento?

Para moradia, vale a pena comprar financiado. Se procuro uma casa para comprar para sair do aluguel, a taxa de juros e dos bancos está na baixa histórica. Pode até ter mais redução de taxa. Está num momento em que o mercado imobiliário ainda não voltou com força e que dá para fazer uma boa compra. Daqui a seis meses, de repente cai (mais) a taxa, mas os imóveis vão se valorizar”, diz.

Entre comprar e alugar, um conselho de planejadores financeiros costuma ser o seguinte: aplicar o dinheiro da entrada do imóvel e usar os rendimentos para pagar parte do aluguel ou até o valor integral. Mas com a rentabilidade dos investimentos mais conservadores comprometida como está agora, fica mais difícil multiplicar o dinheiro aplicado. Para ter um retorno mais interessante e tentar cobrir as altas do aluguel, o investidor teria de se arriscar mais na renda variável. Mas nem todos têm esse perfil.

Outra ponderação dos especialistas é que, pelo histórico inflação e juros no Brasil, é possível que as taxas voltem a subir nos próximos anos. Se isso ocorrer, o custo do financiamento poderia ficar abaixo dos juros que você receberia quando investisse na renda fixa, o que seria um excelente negócio. É algo incomum, mas isso já aconteceu, lembra Sasso.

Ainda no governo de Dilma Rousseff, houve uma queda da Selic, seguida de uma alta. Quem fez contratos de empréstimo a longo prazo acabou pagando um pouco menos ao banco do que recebeu posteriormente em aplicações de renda fixa.

“É um momento interessante, uma oportunidade boa. O crédito nos bancos está mais baixo e a portabilidade está funcionando. Então se a taxa de juro cair mais um ponto percentual, posso migrar para outra instituição. Desse prisma, faz sentido comprar”, diz ele.

Atenção ao CET (não o marronzinho da rua)

Sasso pondera ainda que quem pensa em comprar deve ter em mente os demais custos do financiamento, aqueles que vão além da taxa de juros e que acabam encarecendo o processo de compra. Fique atento, portanto, ao Custo Efetivo Total (CET), que inclui seguro e tarifas do banco.

Para ele, também é importante avaliar o bairro onde deseja morar. Às vezes, um aluguel possibilita que uma família possa morar numa região mais central, onde não teria condições de bancar um imóvel. Nesses casos, o aluguel ainda pode ser mais interessante.

Um levantamento do Melhortaxa mostra que o preço de um aluguel no Itaim Bibi, região nobre de São Paulo, teria o custo de uma parcela inicial de um imóvel mais barato, num bairro menos cobiçado da capital paulista. No entanto, o financiamento no Sistema de Amortização Constante (SAC) tem as prestações iniciais mais caras e as finais, mais baratas — ou seja, aos poucos a parcela do financiamento ficaria mais distante do valor do aluguel.

Valor do Imóvel Valor Financiado Prazo em Meses Juros Efetivo Ano CET (Custo Efetivo Total Ano) Primeira Parcela Última Parcela Soma das Parcelas Renda Necessária
R$ 300.000,00 R$ 270.000,00 360 7,30% 8,20% R$ 2.439,77 R$ 807,57 R$ 595.780,49 R$ 8.132,56
R$ 500.000,00 R$ 450.000,00 360 7,30% 8,07% R$ 4.049,61 R$ 1.329,28 R$ 986.967,49 R$ 13.498,71
R$ 750.000,00 R$ 675.000,00 360 7,30% 8,00% R$ 6.061,92 R$ 1.981,42 R$ 1.475.951,23 R$ 20.206,41
R$ 1.000.000,00 R$ 900.000,00 360 7,30% 7,97% R$ 8.074,23 R$ 2.633,55 R$ 1.964.934,98 R$ 26.914,10
R$ 1.200.000,00 R$ 1.080.000,00 360 7,30% 7,96% R$ 9.684,07 R$ 3.155,27

Por outro lado o aluguel tende a sofrer reajuste todo ano, conforme a inflação medida pelo IGP-M (ou o índice que esteja no contrato). No fim de 30 anos, quem financiou pelo SAC um apartamento em um bairro menos cobiçado, depois desse prazo estaria pagando menos mensalmente do que quem permaneceu no aluguel em um bairro nobre.

Os especialistas consultados pelo Valor Investe também alertam que, se a compra do imóvel não for à vista, exige mais cuidados. O consumidor deve entender os riscos de se comprometer com um bem caro e de baixa liquidez (difícil de transformar em dinheiro). É uma dívida que costuma ser longa, portanto, avalie os riscos de perda de emprego (fonte de renda) e o quanto você pagará no total de juros ao fim do prazo de financiamento.

Comprar para investir

Investir em imóveis diretamente não é tão fácil quanto possa parecer. Ainda existe uma mentalidade, por conta do “boom” imobiliário que tivemos no Brasil, de que imóvel sempre se valoriza. Mas isso nem sempre ocorre. É um risco. Pode se valorizar e pode também se desvalorizar. E as circunstâncias que mexem com o preço de um imóvel muitas vezes são externas e difíceis de controlar.

Além disso, o proprietário tem diversas obrigações, como pagamento de impostos, arcar com reformas, condomínio, comissões de corretores e lidar com inquilinos. Você ainda sofre risco de vacância (que é o imóvel ficar desocupado) e de calote. Precisa cuidar da estrutura para que ela não se desvalorize. Se precisar vender, o bem pode ficar um tempo encalhado, como vem acontecendo nos últimos anos.

Se a intenção é investir em tijolos, uma opção um pouco mais atrativa para quem não é especialista nesse tipo de ativo é partir para fundos imobiliários. “O fundo imobiliário facilita, por questões de liquidez e custo que se tem com vacância. O mercado de aluguel está voltando, mas vejo o de aquisição numa velocidade mais acelerada”, diz Cristiane.

“Quando se fala de investimento, é diferente de moradia, não tem o componente emocional. Imagina gerir um imóvel, dá um trabalho grande, tem custo com imobiliária. Valorização ou não desse imóvel ao longo do tempo é um risco. Também tem que avaliar se tenho dinheiro para comprar à vista ou vou financiar. Porque financiar um investimento gera um custo que não vale a pena“, afirma Sasso. Para ele, os fundos fazem mais sentido se a intenção é investir.

Embora o retorno do aluguel tenha melhorado, ficando 4,72% ao ano em novembro, ele ainda está abaixo de outras aplicações. Nos fundos imobiliários, há retorno de 0,5% ao mês, ou cerca de 6% ao ano, melhor que aplicações no CDI, por exemplo. E se a ideia é risco (no caso dos imóveis de vacância e liquidez), sempre há opções de fundos de renda variável que podem compor uma carteira diversificada com risco moderado e uma rentabilidade melhor.

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