8 de Janeiro de 2018 às 07:32h

Pensamento, desejo e fé na caminhada de 2018

Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Colossenses 3:2

A atitude mais importante de nossa vida é termos domínio sobre os nossos pensamentos. O pensamento não pode ser livre, não pode ficar sem controle, pois assim só provocaremos situações desconfortáveis para nós mesmos.

Temos a tendência de nos agarrarmos aos pensamentos negativos, que nos fazem sofrer, que nos deixam tristes, ficamos num círculo vicioso lembrando de tudo que nos fez mal, de tudo que nos magoou, de todas as coisas que nos trouxeram decepção.

O risco é que o pensamento é o indutor do desejo. Isso significa que se pensamos mal, termos o desejo para o mal. Isso não significa auto ajuda, pensar positivo que acontece, nada disso. O que essa atitude de pensar nas nossas metas, de nos concentrarmos no nosso futuro, de idealizarmos as nossas realizações, vai induzir o nosso desejo para esse caminho.

Para esse caminho, porque para iniciarmos a caminhada será preciso ter Fé.

Dessa forma devemos tirar da nossa lista de pensamentos tudo que for relacionado à raiva, vingança, frustração, decepção, tristeza, etc., e substituirmos por perdão, desejo e ação.

Com essa atitude o seu pensamento irá firme na direção da sua meta, porque estará reforçando um desejo que será estimulado pela sua fé.

5 de Janeiro de 2018 às 06:15h

A Comunicação Equivocada no Mercado Imobiliário

Atender a necessidade do cliente é o principal objetivo de qualquer empresa

“Meu cliente pode ter um carro de qualquer cor, desde que seja preto”, Henry Ford.

Este modelo de negociação fornecedor – cliente chamado de modelo “T” ainda prevalece em muitos setores da economia, pincipalmente no mercado imobiliário, onde os produtos são planejados, produzidos e popularizados (colocados à disposição do público) sem nenhuma interatividade com o consumidor final, com exceção da hora de atraí-lo para a aquisição do bem ou serviço.

O resultado disso é que às vezes se tem um bom produto e por falta de uma comunicação eficiente, isto é, por não usar a Comunicação Integrada (CI) não se atinge o objetivo desejado e o saldo se torna negativo.

Um dos motivos que leva a essa situação de fracasso muitas vezes está ligada ao processo de comunicação equivocado que acontece desde a empresa, passando pela agência de propaganda que cria o material de promoção, chegando aos representantes comerciais (vendedores) e, por fim, batendo na porta do cliente de forma errada.

Esta semana, como jornalista e comunicador do mercado imobiliário, assisti ao lançamento de três empreendimentos imobiliários de grande porte no estado de Pernambuco: Um grande loteamento; um conjunto residencial de flats e um bairro planejado, nos três as falhas de comunicação eram visíveis.

1 – Nem todos os envolvidos no processo de lançamento dos produtos tiveram contato, nem das empresas incorporadoras e nem das construtoras, responsáveis pela implantação dos projetos e nem das agências e das imobiliárias responsáveis pela criação de material promocional para a venda dos imóveis.

2 – Apesar de serem três lançamentos de empreendimentos diferentes, de empresas diferentes, para públicos diferentes em lugares diferentes e com propostas completamente díspares entre si pareciam ser o mesmo produto (a divulgação era igual). As propagandas eram as mesmas, as linguagens eram as mesmas, os slogans repetidos e até as fotos das pessoas que apareciam (famílias sorrindo e felizes) eram praticamente as mesmas e, pior, sem ter nada a ver com as características dos clientes ou seja eram imagens de pessoas de outros países.

3 – Corretores despreparados colocados pelas empresas para comercializarem o produto nem sequer conheciam com profundidade o que estavam comercializando. Houve um caso em que um corretor que estava no estande de lançamento do negócio imobiliário parecia ter vindo de Marte e depois de tentar vender os lotes aos marcianos (clientes), caiu aqui na terra e veio vender os terrenos: ele não sabia nada da incorporadora ou da construtora e pasmem da própria imobiliária que estava representado e que tinha o slogan “Nossa equipe é campeã” estampado no peito.

Perguntei a esse corretor como ele chegou até alí. A resposta dele não surpreende, pois é praxe no mercado imobiliário: “Rapaz eu nem sei, acredita? Foi um amigo que me trouxe para completar o plantão”. Até parece Chicó o personagem de Ariano Suassuna que respondia sempre a mesma coisa: “Não sei, só sei que foi assim”.

É dessa forma que com toda tecnologia ainda se comportam as construtoras, incorporadoras e imobiliárias, assim como agem da mesma forma as agências de publicidade que apenas repetem chavões, slogans batidos e superados, apresentando sempre a mesma linguagem publicitária e por fim, os corretores que não se capacitam, não se especializam, não estudam os empreendimentos e assim caem num círculo vicioso e sem futuro para a profissão.

A solução é se buscar processos que modernizem as ações de forma integrada desde o projeto até a venda final, o sistema de agilidade do mercado imobiliário não pode mais contar com métodos atrasados e infrutíferos e deve apostar em novos modelos de comercialização.

Por Tomaz de Aquino – jornalista, corretor e escritor, autor dos livros “Como Sair do Anonimato e Vender Mais” e “Caçadores de Imóveis – A Captação no Mercado Imobiliário” e editor do www.blogdotomaz.com.br.

4 de Janeiro de 2018 às 07:28h

Novo verbo dos corretores de imóveis: Coafar

Corretor de Imóveis você já “COAFOU”? Eu acabei de “COAFAR”. É até o dia 31/1/18, sob pena de multa, nos termos da Lei Federal nº 9.613/98, que foi assinada pelo Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, e da Lei Federal nº 12.683/2012, que foi assinada pela Presidente da República Dilma Rousseff. Ambas as leis surgiram a partir do pacto internacional que o Brasil teve que ser signatário, objetivando o combate ao terrorismo e à lavagem de dinheiro. Bancos, agentes financeiros, tabeliães, oficiais de registro de imóveis, contadores, auditores, entre outros, estão, tal qual os Corretores de Imóveis, sujeitos ao controle do COAF. Tal obrigação não é invenção do COFECI e muito menos dos CRECIs. Antes de postar comentários, leia as leis acima. Leia também a apostila, o guia e o manual, acessando os links que estão no site do COFECI. Para fazer a “Declaração de Inocorrência” é só acessar o site www.cofeci.gov.br ou diretamente o link https://lnkd.in/dB7PEdG

Por: Paulo Roberto Xavier

 
3 de Janeiro de 2018 às 20:36h

O que vende é a comunicação o resto é marketing

Essa crise mostrou que o importante para quem atua com vendas, política, liderança empresarial, etc., é a arte da comunicação. Parafraseando Falcão, humorista brasileiro, a comunicação não é tudo, mas é 100%.

Sendo assim, de nada adianta você ter um excelente produto ou serviço se você não sabe comunicar o que você tem, se você não sabe apresentar o seu material com eficiência e não tem noção de como apresentar-se para seus clientes. De nada ter um excelente plano de marketing, uma campanha publicitária arrasadora se a comunicação do emissor não se articular bem com quem vai receber a informação, o receptor.

Através da comunicação você consegue convencer alguém de alguma coisa, persuadir uma pessoa a adquirir um produto, demover outra de uma ideia contrária a sua e fazê-la acreditar que a sua é a melhor, desde que a sua realmente seja melhor.

Isso tudo faz parte da comunicação, do discurso, da apresentação, o resto é marketing, técnica de vendas, estudos de coach, etc. Como diz Aristóteles em seu trabalho sobre a  Arte da Retórica: “todas as pessoas de alguma maneira participam da dialética ou da retórica”.

E explica o que é cada uma: para ele “A dialética é a arte de, no diálogo, na comunicação, demonstrar uma tese por meio de uma argumentação que seja capaz de definir e distinguir claramente os conceitos envolvidos na discussão, ou seja na arte da comunicação”.

Já a retórica é o conjunto dos elementos usados pela comunicação, isto é pelo discurso, pela dialética e que no final das contas se resume a uma situação onde: “todas as pessoas tentam em certa medida questionar e sustentar um argumento, defender-se ou acusar”.

Dessa forma Aristóteles analisa e fundamenta os três gêneros retóricos, ou discursos dos quais as pessoas se utilizam para atingir os seus objetivos, que são:

  1. O discurso deliberativo (que procura persuadir ou dissuadir);
  2. O judiciário (que acusa ou defende), e
  3. O epidítico (que elogia ou censura de forma sensacionalista, através da ostentação).

Nesse contexto o plano emocional também é analisado em sua relação com a recepção do discurso retórico e inclui uma série de elementos, como a ira, amizade, confiança, vergonha e seus contrários para serem analisados, bem como o caráter dos homens (dos jovens, dos ricos, etc.).

Conhecendo o tipo de discurso que vai se utilizar, então se parte para o estilo e a composição da proposta de comunicação incluindo elementos como clareza, correção gramatical e rítmo, além do uso das metáforas completando as partes que compõem um discurso que se torne vencedor.

Muitas pessoas mesmo sem saber são mestres na arte da retórica, usa as técnicas, desenvolve os talentos da argumentação, trabalha os gestos e isso tudo de forma natural e espontânea, esses são os grandes oradores, os gênios da comunicação que em suas áreas política, econômica, social, etc, fazem a diferença e se destacam.

Já outras precisam se preparar para comunicar alguma coisa a alguém. Têm que estudar, aprender as técnicas, entender como utilizar os argumentos na hora certa, compreender como trabalhar os elementos da retórica de dissuasão persuasão, aprofundar-se nos tipos de discurso e assim mesmo sem o dom natural se destacam.

Logo, qualquer um, mas qualquer um mesmo pode se tornar um grande comunicador, pode ser um excelente vendedor e fazer sucesso. Para os que já possuem o dom natural tudo é mais fácil, entretanto, para os que não nasceram com o dom da palavra devem investir em cursos de oratória e comunicação a fim de adquirirem a capacidade de se apresentarem bem e apresentarem com eficiência o seu serviço ou o seu produto.

E isso responde porque é que mesmo em crise, diversos profissionais cresceram, aumentaram seus ganhos, passaram pela turbulência de forma tranquila, isso aconteceu porque eles souberam modificar os argumentos a serem utilizados e adaptaram os seus discursos para o momento de dificuldade e de crise que o mercado atravessa.

Por Tomaz de Aquino
Jornalista, corretor e escritor

3 de Janeiro de 2018 às 07:40h

Corretor prove que você não lavou dinheiro fazendo a sua declaração de inocorrência

No Brasil é assim você tem que provar que está vivo pra não perder benefícios, tem que provar que não fez lavagem de dinheiro no mercado imobiliário, mostrando que o cidadão é que tem o ônus da prova, antes mesmo de ser acusado.

Por isso no mercado imobiliário o corretor é obrigado a fazer sua declaração de não ocorrência conforme nos informa o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis – Creci – PE.

Leia abaixo:

O Conselho Federal de Corretores de Imóveis – COFECI informa que, de 01 a 31 de janeiro de 2018, os Corretores de Imóveis (Pessoa física/jurídica)  Deverão comunicar ao órgão regulador ou fiscalizador da sua atividade ou, na sua falta, ao COAF – CONSELHO DE CONTROLE DE ATIVIDADES FINANCEIRAS – COAF, na periodicidade, forma e condições por eles estabelecidas, a não ocorrência de propostas, transações ou operações passíveis de serem comunicadas nos termos do inciso II. (Incluído pela Lei nº 12.683, de 2012).

A comunicação de não ocorrência de propostas, transações ou operações passíveis de serem comunicadas ao COAF tornou-se obrigatória por força da Lei nº 12.683, de 9/7/2012, que alterou a Lei nº 9.613 de 3/3/1998.

Não inscritos, como por exemplo CONSTRUTORAS, devem cadastrar seus dados para que suas declarações sejam reconhecidas diretamente no site do COFECI (www.cofeci.gov.br).

Para cadastramento dos dados, não há despesa ou qualquer custo adicional para tal providência.

Toda e qualquer providência contida na Resolução COFECI n.º 1.336/2014, deverá ser tratada diretamente no website do COFECI (www.cofeci.gov.br).

Nenhum pedido de informação deverá ser dirigido diretamente ao COAF, somente ao COFECI.

Todas as providências ligadas ao COAF, serão no site do COFECI com eventual redirecionamento através de link automático ao site do mesmo.

A COMUNICAÇÃO DE NÃO OCORRÊNCIA somente será passível de multa após 31 de Janeiro de 2018.

2 de Janeiro de 2018 às 22:27h

A Comunicação no mercado imobiliário

Tem corretor que às vezes fica se perguntando por que um cliente não fechou negócio com ele e fechou com outro, e em muitas ocasiões no mesmo empreendimento. Muitos fatores podem contribuir para esse tipo de acontecimento, mas com certeza um dos que mais contribuem para impedir uma negociação de sucesso é a comunicação.

A comunicação é o principal elemento de uma transação imobiliária e muitos corretores acham que comunicação é apenas falar, apresentar o produto de qualquer jeito. Então, muitos entopem os seus clientes de palavras, de fatos, de argumentos, de exemplos, de explicações, de fotos, de vídeos, tudo fora de lugar, tudo sem nexo, sem se preocupar se está dizendo o que o cliente quer ouvir, sem observar se está dando o que o cliente de fato está querendo e se está passando as informações necessárias para fechar a comercialização.

Além disso, elementos subjetivos da comunicação como expressão corporal, apresentação, poder de persuasão, dicção, etc., também são colaboradores decisivos para o fechamento de um negócio. Por isso é fundamental dedicar-se a conhecer o produto, o cliente, o local para que possa aplicar as técnicas fundamentais de comunicação e assim obter resultados positivos.

Não é porque alguém já fala bem que está pronto para ter sucesso no mercado e realizar bons negócios, principalmente nos dias de hoje com a presença das redes sociais. Além do domínio da comunicação ele precisa saber usar as ferramentas tecnológicas e é isso que o blogdotomaz.com.br faz: apresentar tudo sobre a comunicação imobiliária para dar a você a oportunidade de compreender o processo de comunicação e aprender a se expressar de forma correta, a se apresentar adequadamente e a convencer seus clientes e fazer a diferença no mercado.

Acesse: www.blogdotomaz.com.br

1 de Janeiro de 2018 às 15:16h

IMÓVEL COM E SEM REGISTRO IMOBILIÁRIO

Se você tem dúvidas sobre o imóvel com REGISTRO IMOBILIÁRIO e IMÓVEL SEM REGISTRO IMOBILIÁRIO, segue uma breve explicação para esclarecer a cerca do assunto.

Devemos considerar que a propriedade e posse são direitos distintos.

IMÓVEL COM REGISTRO IMOBILIÁRIO – PROPRIEDADE

Aquele que compra um imóvel que possui registro imobiliário no Cartório de Registro de Imóveis do município de localização, está adquirindo a propriedade total do imóvel, ou seja, está adquirindo o direito real sobre esse imóvel comprado. Deve-se lavrar, no Cartório de Notas, uma Escritura Pública de Compra e Venda, que é o instrumento jurídico fundamental para a obtenção da propriedade plena.

Quando a lavratura da Escritura Pública de Compra e Venda estiver finalizada, basta ir a registro no Cartório de Registro de Imóveis do município da localização do imóvel (de acordo com o artigo 1.227 e 1.245 do Código Civil) para que seja efetuada a transferência de propriedade do referido imóvel.

IMÓVEL SEM REGISTRO IMOBILIÁRIO – POSSE

Aquele que compra um imóvel que não possui registro imobiliário no Cartório de Registro de Imóveis do município de localização do imóvel, está adquirindo somente a posse do referido imóvel, isso é, está adquirindo apenas o direito pessoal de exercer a posse desse imóvel comprado.

Quando se deseja comprar um imóvel não registrado no Cartório de Registro de Imóvel, deve-se lavrar uma Escritura Pública de Cessão de Direitos de Posse, pois o vendedor ou cedente detém somente a posse do imóvel, mas não é o proprietário.

O vendedor ou cedente cede a posse que lhe pertence ao comprador ou cessionário, que manterá até que possa obter do Poder Judiciário a propriedade plena do imóvel comprado, através de uma Ação de Usucapião.

Na lavratura dessa Escritura Pública de Cessão de Direitos de Posse não há incidência do Imposto ITBI.

O instrumento fundamental para a obtenção da propriedade integral junto ao Poder Judiciário, através da Ação de Usucapião, é a Escritura Pública de Cessão de Direitos de Posse.

CONTRATO PARTICULAR DE COMPRA E VENDA

O contrato Particular de Compra e Venda, com ou sem o reconhecimento das assinaturas das partes, não tem a fé pública dada pelo Tabelião e portanto não tem a forma e nem os efeitos jurídicos legais de uma Escritura Pública.

A Escritura Pública é a garantia de regularidade na compra de um imóvel e que permite enfatizar a frase “Só é dono quem registra”.

Lembrando que para entrar com uma ação de usucapião você precisará de um Advogado para lhe orientar e acompanhar a sua demanda.

Caso você seja Advogado(a) poderá advogar em causa própria.

Se tiver dúvidas , pode entrar em contato pelo chat e conversaremos sobre o assunto.

Por Nely Alves

Nenhum texto alternativo automático disponível.

1 de Janeiro de 2018 às 06:46h

A primeira escolha e a mais importante para 2018

Estamos no primeiro dia de um novo ano que começou! Deixamos o passado para trás e partimos em direção a um futuro desconhecido, onde não sabemos o que nos reserva cada hora e cada minuto do tempo que ainda temos aqui na terra.

Nesse início dessa nova era, desse novo ciclo, dessa nova jornada, precisamos saber quem estará do nosso lado, quem nos ajudará a atravessar os desertos, a subir as montanhas, a cruzar os vales e fazer com cheguemos na terra prometida. Em geral a “terra prometida” aqui na terra é a realização de nossos sonhos, é atingir as metas que traçamos, é alcançar os objetivos que determinamos para as nossas vidas. Muitas listas de desejos são feitas quando o ano começa, mas na maioria das vezes, quando chega o final de mais um ano, conferimos a nossa lista e percebemos que não conseguimos executar nem 10% daquilo que pretendíamos.

Como disse antes a primeira coisa que deve constar da nossa lista é definir a pessoa que vai está do nosso lado na trilha de 2018. Para muitos, essa pessoa é o sócio, o patrão, a esposa, o filho, o pastor, o padre, enfim aquela pessoa que achamos que será de fundamental importância para nos ajudar a vencer, a realizar nossas tarefas e nos levar para o sucesso.

Mas eu lhe digo que a principal pessoa que tem que está do nosso lado todos os dias da nossa vida, em todos os anos que ainda temos para viver é Jesus! Nesse primeiro dia do ano não importa o tamanho da lista que nós fizemos, não pesa a alegria ou a tristeza que sentimos com o que realizamos ou deixamos de realizar no ano que terminou, não terão destaque os nossos propósitos se nós não escolhermos a Jesus para ser o nosso parceiro dessa caminhada que se chama viver.

Não estou falando de religião, de templos construídos pela mão do homem, porque Deus não habita entre paredes, Deus mora no coração de quem escolheu caminhar ao lado do seu filho Jesus, fazendo Dele o seu parceiro de vida para chegar no seu destino final.

Depois de escolher Jesus como principal parceiro, ai sim, podemos ter outros companheiros para nossa viagem e, em geral, é Jesus quem vai nos mostrar quais são as pessoas que estarão caminhando junto conosco.

Não será o dinheiro, o sexo, as drogas, o jogo, o cigarro, o trabalho que vão preencher o vazio que todos nós temos e que só conseguimos preencher quando escolhemos Jesus como nosso guia e mestre.

Quer ter Paz em 2018? Escolha Jesus como parceiro!

Quer ser feliz nesse ano (e nos outros também)? Entregue o seu caminho ao Senhor, confie Nele e o mais Ele fará, como nos mostra a bíblia no livro de Salmos, no capítulo 37, versículo 5. Escolha Jesus para entrar na sua casa, no seu trabalho e na sua vida, porque Ele (Jesus) jamais negar um apelo de uma pessoa para entrar na vida dela e fazer as transformações que ela precisa.

Faça o sinal de Ok (aquele “vizinho” estilizado), ao lado, do item escolher parceiro na sua lista de sonhos e acrescente: “Eu escolhi Jesus”. Você terá dificuldades, enfrentará desafios, será incompreendido por muitos, mas será um vencedor! Não desista de ter Jesus na sua vida.

Por  Tomaz de Aquino

29 de dezembro de 2017 às 07:19h

O que você quer para 2018?

Olá amigos,

O que você vai querer para 2018?

Estamos terminando 2017, já estamos com a mão na fechadura da porta que abre o novo ano e nos joga num universo cheio de sonhos, de expectativas e de desejos de realizarmos nossos projetos.

Para isso acontecer precisamos ter força de vontade, coragem e fé porque devemos tomar decisões, que muitas vezes são radicais em muitas as áreas da nossa vida: relacionamentos, saúde, educação, finanças, trabalho, enfim é hora de parar de dizer vou fazer e começar a fazer.

O mundo é de quem faz!

E para fazer precisamos mudar, todos nós temos uma mudança a fazer na nossa vida.

Mude a você mesmo e comece a ser feliz.

Precisamos apenas de duas coisas para sermos felizes: a primeira é gratidão!

Temos que ser gratos a todas as pessoas que nos ajudaram, necessitamos lembrar de quem nos fez o bem.

Devemos Terminar o ano agradecendo a Deus por todas as bênçãos recebidas. Façamos uma lista de todas as pessoas que nos ajudaram, que contribuíram para a nossa vitória, que de alguma forma, direta ou indireta, colaboraram para que nós atingíssemos uma meta, realizássemos um sonho ou tivéssemos algum resultado positivo seja afetivo, financeiro ou social.

A segunda coisa que precisamos é de generosidade!

Precisamos ser generosos e retribuir e abençoar outros com as bênçãos que recebemos. Devemos dividir o bem que ganhamos, ajudando também a outras pessoas que precisam.

Com essas duas mudanças em nossas vidas: gratidão e generosidade daremos o primeiro passo para sermos felizes em 2018.

27 de dezembro de 2017 às 09:41h

Como é o direito de laje na medida provisória 759

Direito de Laje, explicando de forma simples para quem quer entender.

O TEXTO DA NORMA- MP Nº 759

A citada Medida Provisória nº 759, editada nos últimos dias do ano de 2016, ao criar este novo direito real limitou-se a alterar um artigo do Código Civil em vigor, o de número 1.225, que enumera as diferentes espécies de direitos reais existentes em nosso ordenamento jurídico, nele incluindo um novo inciso (XIII, a laje) e a criar um novo artigo do mesmo diploma legal, o de número 1.510-A.

Com a entrada em vigor desta Media Provisória nº 759, o Código Civil foi então acrescido do artigo nº 1510-A, que em sua cabeça e parágrafos enumerados de 1º a 8º fornece a definição e um regulamento elementar deste novo direito real.

Sua redação, muito sintética e objetiva, é transcrita em sua integralidade:
Art. 1.510-A. O direito real de laje consiste na possibilidade de coexistência de unidades imobiliárias autônomas de titularidades distintas situadas em uma mesma área, de maneira a permitir que o proprietário ceda a superfície de sua construção a fim de que terceiro edifique unidade distinta daquela originalmente construída sobre o solo. (…)
§ 1º O direito real de laje somente se aplica quando se constatar a impossibilidade de individualização de lotes, a sobreposição ou a solidariedade de edificações ou terrenos.
§ 2º O direito real de laje contempla o espaço aéreo ou o subsolo de terrenos públicos ou privados, tomados em projeção vertical, como unidade imobiliária autônoma, não contemplando as demais áreas edificadas ou não pertencentes ao proprietário do imóvel original.
§ 3º Consideram-se unidades imobiliárias autônomas aquelas que possuam isolamento funcional e acesso independente, qualquer que seja o seu uso, devendo ser aberta matrícula própria para cada uma das referidas unidades.
§ 4º O titular do direito real de laje responderá pelos encargos e tributos que incidirem sobre a sua unidade.
§ 5º As unidades autônomas constituídas em matrícula própria poderão ser alienadas e gravadas livremente por seus titulares, não podendo o adquirente instituir sobrelevações sucessivas, observadas as posturas previstas em legislação local.
§ 6º A instituição do direito real de laje não implica atribuição de fração ideal de terreno ao beneficiário ou participação proporcional em áreas já edificadas.
§ 7º O disposto neste artigo não se aplica às edificações ou aos conjuntos de edificações, de um ou mais pavimentos, construídos sob a forma de unidades isoladas entre si, destinadas a fins residenciais ou não, nos termos deste Código Civil e da legislação específica de condomínios.
§ 8º Os Municípios e o Distrito Federal poderão dispor sobre posturas edilícias e urbanísticas associadas ao direito real de laje.

Fiquem de olho neste assunto, pois ele ainda vai ser assunto para se discutir por uma vida.

É matéria de grande importância no Direito imobiliário e civil.

Por Nely Alves