15 de outubro de 2014 às 06:31h

“Por isso que não fico calado” diz o vice-prefeito de Gravatá Rafael Prequé

“O que mais preocupa não é o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.” Martin Luther King

Parafraseando o líder negro que lurtou pela liberdade de seu povo, o jovem vice-prefeito de Gravatá, não vai sossegar enquanto não mostrar ao povo de Gravatá as irregularidades dessa gestão.

O vice-prefeito de Gravatá Rafael, que foi o mais votado nas últimas eleições de Gravatá, derrotando os candidatos do atual Bruno Martiniano, e do ex-prefeito Joaquim Neto, rompeu com o atual prefeito de Gravatá, por conta do não cumprimento de suas promessas para com a população e, principalmente pelo tipo de gestão que ele vem fazendo.A cada dia a população é surpreendida com uma notícia que mostra que a tão propalada mudança não veio e, pior, algumas ações que foram denunciadas estarrece a qualquer um que delas tenham conhecimento, pois foge as rais do bom senso e da responsabilidade com a coisa pública.Ainda ontem uma nota publicada no Portal GN mostra que a prefeitura de Gravatá gastou R$ 2 mi com publicidade. Não se discute aqui a necessidade da administração de investir em sua propaganda, pois a comunicação pública centrada no interesse do cidadão é legal e serve como orientação para o cidadão.O que se discute é a forma invisível como esses recursos foram aplicados, em função de não se ver os resultados desse alto investimento transformados em banners, out doors, mídia televisiva, radiofônica e impresso.

O que se questiona hoje nas redes sociais é onde foram gastos esse montante? Que tipo de divulgação foi feita? Quando foi feita? E, o mais importante, pressuposto básico de uma administração que se diz séria, comprometida com a honestidade, a transparência para a sociedade do que foi feito com estes valores.

Por isso o vice-prefeito da cidade afastou-se do atual gestor e hoje recebe o apoio da população do município, no sentido de dar uma resposta nas urnas em 2016, como já foi dada nestas eleições, votando não numa promessa de mudança que enganou a todos e sim num novo jeito de fazer política.

Infelizmente, o Portal da Transparência da prefeitura de Gravatá, está fora do ar!

15 de outubro de 2014 às 06:14h

Rosivânia Pereira agradece aos professores da Artdança

Bom dia!!!

Hoje o parabéns vai especial aos meus professores ARTDANÇA

Com vocês consigo realizar um trabalho sério na técnica clássica, oferecendo saúde e bem estar aos nossos alunos. Origado por toda dedicação!!! Que Deus ilumine cada um de vcs e que esse empenho pelo que se faz, cresça mais e mais a cada dia.

UM FELIZ DIA DOS PROFESSORES PARA VCS!!!!

15 de outubro de 2014 às 06:11h

“Do primeiro voto a decepção da Mudança”

Pois é assim que começa a história de um jovem em seu primeiro voto, aos 16 anos em 2004, esse jovem cheio de sonhos, mesmo sem obrigação de votar, resolve tirar o seu título de eleitor, para votar nesse atual gestor que aí está. E sendo assim, lá foi o jovem dar o seu voto no atual prefeito da cidade. Estava ele todo convicto, que estaria fazendo a coisa certa, pois o jovem não estava satisfeito com a atual administração do outro gestor de 2004, por isso votou por mudança, no 25 da época.(chora minha vaquinha, chora)

Enfim, o candidato não venceu, e a “vaquinha chorou”.
Passaram-se mais 4 anos e chegou 2008, e o jovem já com 20 anos, vota mais uma vez no candidato que vivia pregando “A MUDANÇA” e mais uma vez o candidato perde as eleições, por 90 votos de diferença, o jovem sofreu por mais uma vez a derrota do seu candidato, e dessa vez quem chorou foi o (“gato 14”) sofreu também com as agitações dos amigos, dizendo que o candidato dele era fraco e etc etc…
Mas até aí tudo bem, pois o jovem eleitor não iria desistir do seu desejo pela tal “MUDANÇA”.
A vida segue, e o jovem continua sua vida normalmente trabalhando, mas torcendo para que chegasse logo as eleições de 2012.
E enfim!!! Esse grande dia pro nosso jovem chegou, estaria perto de acontecer a tal “MUDANÇA?”.
Pois é, lá vai aquele jovem com o mesmo desejo de ver o seu candidato 14!!! Enfim ganhar as eleições, torcendo para que dessa vez o “GATO” saísse vitorioso. E não deu outra, com mais de 26 mil votos, o sempre derrotado candidato, se consagrou campeão de votos e da eleição…
Só que a tal “Mudança” que o Jovem lá no início acreditava que iria acontecer, enfim aconteceu, só que foi pra PIOR. Esse jovem estava trabalhando na construção civil de Gravatá, e o Prefeito da “MUDANÇA,” PARA PIOR, hoje emperra a construção civil do município, e o Jovem que acreditou nele, lhe dando o seu primeiro voto lá em 2004, teve que sair da sua terra para não passar necessidades com sua família.
Essa história é real, foi contada por um amigo meu, que hoje não quer nem ouvir falar o nome do atual Prefeito de Gravatá, de tamanha REVOLTA E ARREPENDIMENTO.
Agora eu lhe pergunto prefeito, o senhor consegue por a cabeça no travesseiro, e dormir depois de uma história dessa senhor prefeito?

Este texto foi publicado originalmente na página do internauta Eduardo Cassapa

14 de outubro de 2014 às 10:42h

PF monitorou núcleo duro do governo Eduardo, suspeitando de esquema a partir da Ceasa

Por Jamildo Melo, editor do Blog

Não se sabe se houve uma relação direta ou se foi apenas coincidência. Na reta final da campanha, Armando Monteiro Neto (PTB) esteve na Ceasa para reclamar de sujeira no local.

Na operação Zelador, da Polícia Federal, os grampos da instituição põem em evidência, mais uma vez, e sob suspeita, o papel do presidente da Ceasa, Romero Pontual, apontado no meio político como um dos operadores das campanhas socialistas. Nos relatórios, Romero Pontual é apresentado como uma ponte com os políticos e empresários. “Mantém contatos com políticos como Inocêncio Oliveira e a deputada Ana Arraes, empresários, deputados, vereadores, secretários de Estado e muitos políticos do interior que telefonam a todo momento pedindo orientações e favores. Impressiona a boa vontade de Romero Pontual em atendê-los”, descreve a PF.

http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2014/10/13/pf-monitorou-nucleo-duro-governo-eduardo-suspeitando-de-esquema-partir-da-ceasa/

14 de outubro de 2014 às 05:44h

O prefeito Bruno Martiniano ficou sem saída

A moeda do político é voto,  o resto é marketing!

Se for para Aécio o PSB de Rafael e o PSDB de Joaquim Neto são os que estão na coordenação. E, se for para Dilma é Darita e Fernando Pinheiro quem comanda. Resultado, até agora não vi nenhuma postagem do prefeito a respeito do seu candidato para o segundo turno.

Além disso, a baixa votação que o prefeito deu aos seus candidatos proporcionais,  não o deixa com força suficiente e nem o credencia para brigar pelo comando da campanha de um ou de outro na cidade, o que em qualquer caso vai deixá-lo, em terceiro plano, visto que Rafael foi o primeiro com 7.400 votos, Joaquim Neto o segundo com os 6.800 que deu a Bruno, e o prefeito foi o terceiro com os pouco mais de 2.000 votos que deu a Sebastião Oliveira.

Não deve estar sendo fácil para o prefeito administrar essa rejeição que a população de Gravatá demonstrou nas urnas.

13 de outubro de 2014 às 17:17h

Tem milho para o NE, mas falta dinheiro para o frete

O presidente do Sindicato dos Produtores de Leite de Pernambuco, Saulo Malta, denunciou, há pouco, ao blog, que o Governo armazenou 400 mil toneladas de milho nos galpões da Conab no Mato Grosso, mas não tem como enviar para os criadores de gado no Nordeste porque não há recursos para custear o frete.

“O leilão para o transporte já foi feito, mas o Governo alega que não tem dinheiro para remeter este milho para o Nordeste”, disse Malta, adiantando que sem o produto a Conab está fechando os postos de distribuição em Itaíba, Sertânia, Bodocó e Salgueiro. Diante disso, os criadores, já sem pasto, correm o risco de perder o rebanho.

O milho, é bom lembrar, não é gratuito, mas vendido aos produtores por um preço subsidiado. O Sindicato dos Produtores de Leite já está pensando em promover um protesto para pressionar o Governo. “Vamos bloquear uma das BRs que dão acesso à bacia leiteira do Estado”, ameaça Saulo.

Fonte Blog do magno

Esse é o retrato claro do descaso do governo de Dilma com o Nordeste…Chega ao ponto dos produtores desejarem bloquear as BR`s para pressionar o governo. Ainda falam em continuidade..

13 de outubro de 2014 às 08:30h

O apoio de Marina a Aécio é simbólico

O significado é simbólico. A entrada de Marina Silva na campanha de Aécio Neves mostra o amadurecimento político de uma líder que entende ser chegada a hora de operar mudanças importantes na forma de governar.

A população disse em todo Brasil que quer um NOVO JEITO DE FAZER POLÍTICA e assim depositou os seus votos em Marina e em Aécio. Como na eleição só um passa para o segundo turno, o escolhido foi Aécio.

Então, diferentemente, do que aconteceu em 2010, quando ela se declarou neutra, não votando nem em José Serra e nem em Dilma, ajudou a vitória do PT e garantiu mais quatro anos para Dilma.

Dessa vez, ela compreende que ficar neutro não é uma atitude a um líder que disputou a presidência da República. A neutralidade não é um comportamento de quem pregou a mudança, porque pode contribuir para a continuidade e a continuidade não representa as transformações que ela pregou.

Portanto, a sua decisão é apenas um gesto de quem tem responsabilidade com o País, com os seus eleitores e com o povo.

Venha Marina, vamos ajudar a mudar o Brasil. Não Vamos desistir do Brasil.

13 de outubro de 2014 às 08:18h

Estilo de governar do prefeito Bruno Martiniano

Mais uma vez o prefeito de Gravatá recorre a uma decisão caseira e nomeia para a secretaria de Saúde uma pessoa de Gravatá. Deve inclusive ser elogiado por essa atitude, pois prova que em Gravatá temos pessoas competentes para assumir as secretarias da prefeitura sem precisar importar técnicos, que passam quatro anos na nossa cidade, se locupletam do poder e depois vão embora, deixando as dificuldades para nós que somos gravataenses.

O que se espera é que a gestão dos gravataenses a frente das secretarias para as quais foram nomeados, não sejam gestões de faz de conta. Quem assumir uma pasta na cidade, tem que ter a dignidade de entregar o cargo, no caso de ingerência de outras forças políticas na sua área.

Assim também deve cobrar do prefeito  que ele atue na sua esfera de comando, sem ultrapassar os limites do secretário, para que ele não se desmoralize junto aos funcionários e comissionados sobre os quais tenha autoridade.

A senhora Aglaine, assume a secretária de saúde e já começa a trabalhar. É importante que ela na sua gestão lembre-se de duas coisas: a primeira o cargo é passageiro; a segunda nada é mais importante do que a nossa consciência.

Que ela não se dobre a interesses escusos, a licitações irregulares, a desmandos administrativos, a desvios de condutas, a casos de improbidade administrativa, a prevaricação, pois estará cavando um poço sem fundo, no qual vai descer para o resto da sua vida.

Que ela ultrapasse as fronteiras de Gravatá, indo buscar os projetos onde for preciso e que tenham como objetivo melhorar a saúde do povo de Gravatá. Que ela seja uma secretária de fato e de direito como já é. Que não se torne mais uma marionete nas mãos do prefeito Bruno Martiniano.

E tudo isso, por um motivo simples, porque qualquer erro na área dela, pode significar a perda de uma vida. E, nesse, caso o seu comportamento já sai dessa esfera para uma outra que é eterna.

Portanto, desejo sucesso, à nova secretária de saúde.

12 de outubro de 2014 às 07:31h

Domingo é dia de poesia: Nordeste Independente

Como estamos no meio de um debate eleitoral e como temos visto na Internet muitas críticas ao nosso Nordeste e ao nosso povo, publico hoje uma poesia que é um marco na demarcação de espaço político entre regiões, feita pelo mestre Ivanildo Vilanova para combater a discriminação dos sulistas com os nordestinos. Nesta poesia que virou música com centenas de artistas, e tonou-se um clássico com a voz de Elba Ramalho, o repentista, poeta e cantador mostra como o Sul e Sudeste são dependentes de nossas riquezas. Vamos aos belos versos de protesto e reafirmação de personalidade.

Nordeste Independente

Já que existe no sul esse conceito

Que o nordeste é ruim, seco e ingrato
Já que existe a separação de fato
É preciso torná-la de direito

Quando um dia qualquer isso for feito
Todos dois vão lucrar imensamente
Começando uma vida diferente
De que a gente até hoje tem vivido
Imagina o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

Dividindo a partir de Salvador
O nordeste seria outro país
Vigoroso, leal, rico e feliz
Sem dever a ninguém no exterior

Jangadeiro seria o senador
O cassaco de roça era o suplente
Cantador de viola, o presidente
O vaqueiro era o líder do partido
Imagina o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

Em Recife, o distrito industrial
O idioma ia ser nordestinense
A bandeira de renda cearense
“Asa Branca” era o hino nacional

O folheto era o símbolo oficial
A moeda, o tostão de antigamente
Conselheiro seria o inconfidente
Lampião, o herói inesquecido
Imagina o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

O Brasil ia ter de importar
Do nordeste algodão, cana, caju
Carnaúba, laranja, babaçu
Abacaxi e o sal de cozinhar

O arroz, o agave do lugar
O petróleo, a cebola, o aguardente
O nordeste é auto-suficiente
O seu lucro seria garantido
Imagina o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

Se isso aí se tornar realidade
E alguém do Brasil nos visitar
Nesse nosso país vai encontrar
Confiança, respeito e amizade

Tem o pão repartido na metade
Temo prato na mesa, a cama quente
Brasileiro será irmão da gente
Vai pra lá que será bem recebido
Imagina o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

Eu não quero, com isso, que vocês
Imaginem que eu tento ser grosseiro
Pois se lembrem que o povo brasileiro
É amigo do povo português

Se um dia a separação se fez
Todos os dois se respeitam no presente
Se isso aí já deu certo antigamente
Nesse exemplo concreto e conhecido
Imagina o Brasil ser dividido
E o nordeste ficar independente

Povo do meu Brasil
Políticos brasileiros
Não pensem que vocês nos enganam
Porque nosso povo não é besta

11 de outubro de 2014 às 07:44h

A transferência de votos de Rafael e Joaquim Neto para seus candidatos

Mais uma vez Joeides Pereira tenta desconstruir a espetacular vitória de Rafael Prequé sobre o seu líder Joaquim Neto. Foi aos microfones da Rádio Nova 106,7 Fm e disse que não houve reconhecimento do povo de Gravatá com a candidatura de Rafael Prequé a deputado federal.

Em seguida falou a respeito da transferência de votos de Rafael e Joaquim Lira fazendo comparações com a quantidade de votos de Bruno Araújo e Alberto Feitosa. Em primeiro lugar é preciso destacar que essa comparação está sendo feita de forma equivocada porque Joaquim Neto não foi candidato a deputado federal.

Não dá para comparar alhos com bugalhos.

Assim não saberemos quantos votos ele teria, caso estivesse disputando com o seu nome ao invés de pedir votos para Bruno Araújo. Entretanto, podemos pegar a eleição anterior e fazer as contas relacionadas a quantidade de votos que ele teve quando foi candidato a prefeito e foi derrotado por Bruno Martiniano, atual prefeito.

Ora, se Joaquim transferiu sozinho para Bruno Araújo e para Alberto Feitosa, algo em torno de 6.800, então Cabe destacar que foi Joaquim que deu esses votos, sem precisar da ajuda de Léo do Ar, que conforme a colocação de Joeides dá a entender que o vereador não tem votos, já que os votos são de Joaquim Neto.

E se Joaquim na última eleição teve perto de 19.000 e deu 6.800, então ele transferiu apenas, 30%. Enquanto que Rafael que teve 7.400 e deu a Joaquim Lira mais de 3.000, então Rafael transferiu quase 50%, portanto, transferiu mais do que Joaquim Neto. Isso é matemática. Sofismar é esconder isso.

Assim concluímos que nas duas questões: 1ª – na quantidade de votos 7.400 é maior do que 6.800 e então Rafael venceu; e na 2ª – questão de transferência de votos, Rafael transferiu quase 50% contra 30% de Joaquim Neto e, portanto, também venceu.

Vamos esperar a terceira argumentação de Joeides porque essas duas são fracas e sem consistência e mostra um desespero antecipado por uma eleição que vai ocorrer daqui a dois anos, num novo quadro eleitoral onde o povo quer mudança e um novo jeito de fazer política.