26 de outubro de 2014 às 22:25h

GOVERNADOR ELEITO DE PERNAMBUCO PAULO CÂMARA EMITE NOTA SOBRE A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

“Espero que a presidente Dilma Rousseff corresponda às expectativas dos brasileiros e brasileiras que votaram para que ela conquistasse mais quatro anos de Governo. Da minha parte, como governador eleito de Pernambuco, que deseja o melhor para o Brasil, torço para que ela consiga corrigir os problemas que levaram quase metade do eleitorado a optar pela mudança, votando em Aécio Neves.

A presidente Dilma é a dirigente da Nação. É fundamental que os palanques sejam desmontados; que os ânimos sejam desarmados. Não é saudável esse clima de ‘guerra’ que se criou, desde o final do primeiro turno. O Brasil saiu muito machucado dessa disputa eleitoral, a mais acirrada desde 1989.

Da minha parte, manterei a mesma postura republicana que Eduardo Campos adotava, de defender, acima de tudo, os interesses do povo de Pernambuco, de apresentar bons projetos e fazer as parcerias necessárias com o Governo Federal. Não espero postura diferente da presidente da República.

Fui eleito com 68% dos votos dos pernambucanos – ainda no primeiro turno – a maior votação do País. Elegemos Fernando Bezerra senador da República e fizemos a maioria da bancada federal na Câmara dos Deputados. Essa será nossa base de apoio para defender as obras e os projetos que fazem parte do programa de Governo que foi referendado pela maioria do povo do nosso Estado.

O Governo Federal terá do Governo de Pernambuco o empenho para defender os interesses do nosso Estado e do Brasil, e para que este retome o caminho do desenvolvimento sustentável. A campanha acabou. Agora é hora de trabalhar por aqueles que mais precisam do poder público. Mais do que nunca: não vamos desistir do Brasil.”

Paulo Câmara

26 de outubro de 2014 às 22:07h

Adversários de Joaquim Neto vibram com derrota de Aécio Neves

A derrota de Aécio Neves para Dilma Roussef foi o primeiro passo para as eleições de 2016 em Gravatá. A vitória de Dilma prejudicou o projeto político de Joaquim Neto, evidenciou mais uma vez a falta de compromisso de Bruno Martiniano e beneficiou diretamente a Rafael Prequé.

O prejuízo de Joaquim Neto é decorrente da força que ele teria com a vitória de Aécio Neves, pois lutaria com unhas e dentes para se aproximar do novo presidente através de Bruno Araújo, que poderia ocupar um cargo importante no novo governo. Um dos adversários de JN chegou a dizer: Joaquim Neto é furão ele ia dormir em Brasília para tirar uma foto com Aécio e Bruno Araújo e depois usá-la para se fortalecer.

Além disso, Joaquim Neto trabalharia para consolidar a sua candidatura a prefeito em 2016, barrando os efeitos de seus processos, o que agora se torna muito mais difícil, principalmente, com a determinação da nova presidente de combater e punir irregularidades na gestão pública.

Com relação a Bruno Martiniano ele apenas procura abrir uma nova alternativa, pois com a votação pífia que deu aos seus deputados, praticamente inviabilizou qualquer posição de destaque junto ao novo governo do PSB, de Paulo Câmara.

Entretanto, se ele tomou essa decisão à revelia do novo governador Paulo Câmara, foi um tiro no pé. A não ser que tenha recebido sinal verde de Waldemar Borges ou de Luciana Santos do PCdoB que estava apoiando Dilma Roussef e que será a sua nova deputada federal por conta do desgaste junto a Sebastião Oliveira.

A situação de Bruno é um samba de crioulo doido. Pense numas tomadas de decisões que surpreende qualquer um que analise imparcialmente a ação dele. Por isso, com essa decisão ele se afasta de Paulo Câmara e do PSB.

Esse resultado da vitória de Dilma Roussef beneficia diretamente Rafael Prequé, visto que ele é do PSB há muito tempo, foi fiel ao grupo, teve o maior número de votos e tem um projeto político definido.

Assim Rafael se fortalece junto ao novo governador, Paulo Câmara que deve se reaproximar do PT e de Dilma e também junto ao PSB e ao seu deputado estadual Joaquim Lira, enquanto que  Joaquim Neto fica só com Bruno Araújo que deve virar oposição ao governo de Paulo Câmara quando o PSB retornar para Dilma.

Já Bruno Martiniano também se enfraqueceu diante do novo governador porque não seguiu a orientação de Paulo Câmara e apoiou Dilma. É preciso ver como Paulo Câmara vai analisar mais esta posição dúbia do prefeito.

Portanto, no novo quadro eleitoral de Gravatá, Rafael Prequé ocupa uma posição de destaque para a disputa do cargo de prefeito em 2016.

26 de outubro de 2014 às 20:28h

O pulo do gato. Esse gato pula!

Nenhum eleitor tem líder, vota pela sua necessidade básica

Disse aqui que nenhum líder político controla o voto do eleitor e é ele quem decide em quem vai votar. É ele quem escolhe quem vai governar o município, o estado e o país.

A prova disso é a vitória de Dilma em Pernambuco. Se no primeiro turno ela perdeu e Paulo Câmara teve uma vitória arrasadora, no segundo independente do apoio do governador eleito Paulo Câmara e o seu apoio para Aécio, a vitória de Dilma é que foi arrasadora, provando que não existe liderança e que o eleitor vota do jeito que ele quer.

O eleitor de Pernambuco votou pelo bolsa família, assim como o de todo nordeste. Tanto é assim que até o prefeito de Gravatá mudou de lado mais uma vez e justificou o seu abandono ao grupo de Paulo Câmara alegando que em Gravatá tem mais de 15 mil bolsas família.

É duro, mas é real ouvir uma declaração dessa. É o cúmulo do oportunismo político, da falta de posição, da falta de compromisso com a cidade e com os seus eleitores que esperaram até o último dia da eleição para saber em quem o prefeito iria votar.

Ainda bem que no primeiro turno sem ninguém apoiando Dilma teve 18 mil votos, Marina 17 mil e Aécio 5 mil, o que prova que o eleitor votou de forma independente para presidente da república sem considerar o apelo dos líderes políticos da cidade.

26 de outubro de 2014 às 20:00h

Dilma Roussef reeleita presidente da República

Novo governo, Novas ideias, mas sem as velhas práticas

Vamos esperar que a presidente Dilma Roussef cumpra os compromissos que assumiu com os brasileiros que acreditaram no seu projeto e evidente com o resto do Brasil.

Reforma política, desenvolvimento econômico, articulação com o setor privado, crise econômica, reforma tributária e tantos outros temas que foram relegados a segundo plano durante a campanha que privilegiou a pancadaria.

O Brasil não pode continuar a ser o país do bolsa família, a ser o país da reeleição, a ser o país da impunidade, independentemente de quem governe. Uma grande vantagem que existe agora é que temos as redes sociais e isso vai continuar mudando o comportamento dos políticos e dos eleitores.

Estaremos atentos para cobrar do governo do PT as mudanças que não fez nos doze anos em que esteve à frente do governo e que prometeu fazer agora nos próximos quatro anos. Vamos torcer para que o Brasil saia de vez das estatísticas negativas, deixe de ser um país subdesenvolvido, periférico e se torne de fato e de direito um país em desenvolvimento.

Que a nova presidente não continue incentivando a divisão do Brasil e se torne a presidente de toda nação.

26 de outubro de 2014 às 05:41h

Eleições 2014: Aécio ou Dilma – a briga é entre informação e desinformação

Daqui o pouco o Brasil estará decidindo quem vai governar o destino dos brasileiros por mais quatro anos. Se o PT com a continuidade de Dilma Roussef na presidência ou se o PSDB com a vitória de Aécio Neves nas urnas.

“Nunca antes na história desse país” uma eleição foi tão disputada como essa. Nem a de 89 entre Lula e Collor, marco da redemocratização do País. O que assistimos até agora não passou de um retorno à uma luta entre discursos ideológicos, colocando de um lado a “pobreza” e de outro a “riqueza”.

Retornamos a uma falsa briga entre o proletariado e a burguesia, retrocedemos para uma discussão inócua e sem futuro sobre corrupção, apenas para servir de base para discussões infrutíferas dos eleitores que na falta de propostas concretas para o futuro, preferem se agarrar a temas do passado, já superados pelo próprio processo democrático ou por denúncias de desvios de dinheiro que só servem para inflamar as militâncias contratadas de um e de outro candidato..

Ainda somos um país onde a esmola (bolsas miseráveis) pode fazer um candidato ganhar uma eleição. Ainda estamos numa nação onde a mentira bem contada e bem defendida pelos que se locupletam do poder ou dos que pretendem se locupletar no caso de mudança, ainda é a moeda de troca pelo voto.

Isso sem se falar na compra descarada do voto do eleitor que ainda se vende por dentaduras e sacos de cimento. O Brasil precisa apenas de uma reforma a política. As outras serão decorrência de um novo jeito de se fazer política neste país.

Enquanto discutimos baboseiras o congresso aprova uma lei que assegura a quem roubar a nação poder devolver o dinheiro desviado da bolsa da viúva em até 15 anos. O próximo presidente seja ele Dilma ou Aécio vai provar que estava dizendo a verdade se vetar esta lei quando ela cehgar em suas mãos em 2015, depois de ser aprovada pelo senado, coisa que é já é dada como certa.

Portanto, não temos nenhuma luta de classes e sim entre informados e desinformados, essa é a verdadeira briga do Brasil a da falta de conhecimento, de educação política, de conscientização e de entendimento das propostas vazias de um lado e de outro. Não temos direita e esquerda, temos os que estão e os que querem entrar.

Escutei certa vez que na política o que muda são os porcos, porque os cochos federal, estaduais e municipais são os mesmos. É isso que precisamos mudar. Temos que encontrar um novo jeito de fazer política.

25 de outubro de 2014 às 08:18h

Debate na Globo cada lado ver e ouve o que quer

No último debate da Globo entre Aécio e Dilma podemos afirmar que ele não serviu para decidir em quem o eleitor vai votar, porque esta decisão já estava tomada a priori. O eleitor já tem o seu voto decidido e não vai mudar por conta do debate.

Alguns indecisos podem ter sido alcançados pelas respostas dos candidatos, mas mesmo assim não em número suficiente para alterar o resultado da eleição. Como já tinha falado antes só um fato novo e extraordinário pode fazer com que o eleitor mude o seu voto.

E esse fato nada tem a ver com reportagens de revistas, com denúncias de corrupção, com partidos se locupletando do dinheiro público para formar grupos de poder. O que pesa para o eleitor é o que está a um metro de sua visão.

O dinheiro que recebe do Bolsa Família na boca do caixa; a chave que abre a porta da sua casa no Minha casa, Minha vida; a verba que cobre a sua safra; o filho que sai para a universidade, mesmo que seja alguns, em função dos programas sociais por melhores que sejam não atingirem 100%, caso fosse assim não teríamos problemas.

O eleitor não está preocupado com a rua do outro que não tem saneamento, com o posto de saúde do outro bairro que não funciona, com o roubo da prefeitura se ele estiver de alguma sendo beneficiado por esta prefeitura. O eleitor está preocupado com o seu próprio umbigo e é isso que interessa a ele.

Por isso o nosso problema não é de corrupção e sim de falta de educação política, de conscientização política, de participação política e nem a oposição e nem a situação estão interessados em promover esta reforma.

Temos que mostrar ao nosso povo que a honestidade está em devolver o troco que recebeu a mais, entregar o celular que alguém esqueceu perto da gente, não passar com a revista embaixo do braço para não pagar no caixa, enfim civilidade e cidadania com respeito ao próximo é o que poderá mudar a nossa realidade.

Um grande avanço será o fim da reeleição, com mandato de cinco anos para todos os ocupantes de cargos públicos eletivos.

Isso já ajudará bastante o Brasil, pois não se poderá mais usar a máquina do governo, como vem sendo usada descaradamente pela candidata do PT.

25 de outubro de 2014 às 06:24h

Mais irregularidades na prefeitura de Gravatá

Outra notícia negativa sobre a administração do prefeito Bruno Martiniano

Além das denúncias do vereador Luiz Prequé no plenário da câmara na última terça feira, onde ele acusou o prefeito de formação de quadrilha, enriquecimento ilícito, desvio de dinheiro público e crime de prevaricação, mais uma denúncia se junta à lista que aumenta a cada dia.

Dessa vez é de formação de “caixa 2” publicada no Portal GN e diz respeito ao pagamento “por fora” para funcionários de uma parte do abate de animais no matadouro público da cidade, cujas explicações foram pedidas ao secretário de finanças através de ofício do blogueiro.

Conselho Tutelar ajuíza ação.

Somadas a esta série de irregularidades o Conselho Tutelar de Gravatá denunciou ao MPPE que a prefeitura estava atrasando o pagamento dos salários dos conselheiros e ajuizou ação contra o município a fim de que o pagamento fosse regularizado.

Pressionado o prefeito de Gravatá voltou atrás e autorizou o pagamento dos salários dos conselheiros tutelares, conforme pode ser lido na nota do conselho, na sua página no facebook:

“Após ter sido ajuizada ação de cobrança dos salários atrasados, dos conselheiros tutelares, o Município de Gravatá, creditou o referido direito, tendo sido realizado o pagamento no fim da tarde desta quinta-feria (23).

Mesmo com o pagamento efetuado, o processo tramitará na 1ª Vara Cível da Comarca de Gravatá, uma vez que os conselheiros tiveram diversos prejuízos financeiros em decorrência do atraso do salário”.

Os atrasos dos salários dos conselheiros tutelares sempre foi uma prática rotimneira nesta gestão e no ano passado, em novembro de 2013, o Conselho fez uma parada de advertência a fim de chamar a atenção à população.

Além dos salários atrasados o serviço telefônico da entidade também está suspenso por falta de pagamento o que deixa a população sem condições de denunciar problemas com as crianças e adolescentes, e os conselheiros são obrigados a usarem seus próprios telefones celulares.

Leia mais notícias sobre esses fatos:

http://blogdotomaz.com.br/luiz-preque-denuncia-formacao-de-quadrilha-na-prefeitura-de-gravata-e-pede-cpi-para-investigar-as-denuncia

24 de outubro de 2014 às 17:23h

Eleitor vota por ele próprio e não por orientação de líder político nenhum

Estas eleições independentemente de quem vença no domingo, Dilma ou Aécio, provou que o eleitor é independente e vota por ele próprio. Quando o eleitor escolhe o candidato em quem vai votar ele não está considerando o que o líder político de sua cidade ou de seu estado está dizendo ou fazendo. Ele vota pelo que é melhor para ele no ideal de vida que imaginou.

Por isso, alguns resultados do primeiro turno surpreenderam os líderes, os marqueteiros, os pesquisadores, como por exemplo a derrota de Aramando Monteiro em Pernambuco para governador.

Se o eleitor votasse pela orientação dos líderes Lula e Dilma, Armando hoje seria governador, assim como se tivessem ouvido a Frente Popular, Marna teria derrotado Dilma em Pernambuco. Esse quadro se repetiu em todos os estados onde as eleições majoritárias e proporcionais caminharam de forma independente com o eleitor decidindo em função de sua vontade, fazendo suas próprias escolhas e não a de seus líderes.

Na conta do eleitor não entra as denúncias, as baboseiras dos marketing políticos, as mentiras dos candidatos, nada disso importa para o eleitor, assim como não importa se estão denunciando o candidato que ele escolheu de roubo, corrupção, falta de ação, nada disso soma para ele.

Portanto, para o eleitor o candidato pode ser ladrão, corrupto, raparigueiro, cachaceiro ou qualquer outro “eiró” que queiram colocar, o que importa para o eleitor é a sua própria situação. Se na sua concepção um candidato atende melhor a sua necessidade imediata, pouco importa o longo prazo.

Dessa forma, questões de economia, infra-estrutura, relações internacionais, legais, não servem como parâmetro para fazer o eleitor decidir o seu voto, principalmente agora que ninguém sabe mais quem é oposição e situação e o que importa é a mistura. Tanto é assim que Dilma candidata a reeleição, há 12 anos no poder com o seu partido, faz um discurso de novidade: Novo governo e Novas Ideias.

A oposição não sabe combater isso por que o discurso é o mesmo: Novo Governo e Novas Ideias e assim fica tudo igual, sem diferença de um para o outro, nessa conjuntura o eleitor decide pelo atendimento da necessidade imediata,  emprego na prefeitura, o recebimento do bolsa família, o filho na universidade, isso em qualquer lugar de norte a sul, do Brasil.

A culpa é da própria oposição que não se une e não tem projetos para o país porque se tivessem não apresentariam programas de governo em cima da eleição. Bem como não estariam envolvidos nas denúncias de corrupção  confirmando para o eleitor que é tudo “farinha do mesmo saco”.

24 de outubro de 2014 às 17:01h

Para os líderes políticos de Gravatá quem é melhor Dilma ou Aécio?

Se considerarmos que cada líder está preocupado com a campanha de 2016 e não com a de 2014, então do ponto de vista de força para as eleições de prefeito a vitória de Aécio interessa mais diretamente a Joaquim Neto.

A princípio Joaquim Neto seria o único a ser beneficiado com a vitória do tucano, visto que ele acredita que Bruno Araújo vai ser ministro e assim ele estaria com força para pleitear o barramento de seus processos e dessa maneira ser candidato a prefeito mais uma vez.

Entretanto, a conta não é tão simples porque a Frente Popular (leia-se em Gravatá Rafael Prequé que é do PSB, partido que coordenou a frente) apoiou Aécio e já existem comentários de que se ele ganhar João Lira vai ser ministro e com certeza não teremos dois ministros de Pernambuco em Brasília.

Já a vitória de Dilma interessa diretamente a Edval Darita, porque assim, junto com Jorge Corte Real como deputado federal, teria influência e poderia fortalecer seu nome para 2016. Só que pelos bastidores Bruno Mrtiniano liberou seu pessoal para votar em Dilma, e por isso vemos os  cargos comissionados da prefeitura pedindo votos para a candidata do PT.

Portanto, neste quadro Dilma deverá ganhar com uma grande vantagem por conta do apoio de adversários de Joaquim Neto, cujo objetivo é enfraquecer a força do ex-prefeito. No primeiro turno Dilma teve pouco mais de 18 mil votos, Marina pouco mais de 17 mil e Aécio pouco mais de 5.000.

Se Aécio repete essa votação significa que os votos de Marina migraram para o PT e não para o PSDB. Se uma parte dos votos de Marina for para Aécio, isto será de forma espontânea, daquelas pessoas que são da Rede e não querem encher o balão do PT e aí vão votar em Aécio atendendo o pedido da Marina. Se os votos brancos e nulos aumentarem mostra que ninguém está disposto a ajudar ninguém e vai ser cada um por sí em 2016.

Neste quadro eleitoral o que temos é uma disputa puramente local, onde cada líder vai tentar enfraquecer o outro. E o que essa eleição mostra é que as questões paroquiais tem mais força sobre as decisões políticas do que as macro questões do país.

A única coisa que os líderes gravataenses não estão considerando é o perfil do eleitor brasileiro que está pouco se lixando para as briguinhas de comadre locais e estão votando de forma independente. A prova disso é a votação surpreendente que Dilma teve em Gravatá no primeiro turno, sem ter ninguém fazendo campanha, para ela, nem mesmo o PTB de Darita e nem o PT de Alexandre.