16 de dezembro de 2014 às 21:39h

Joaquim Neto prepara Fátima Andrade para ser sua candidata

Sabendo que corre o risco de não ser candidato em função dos processos e das condenações que sofreu por ter suas contas rejeitadas o ex-prefeito de Gravatá Joaquim Neto está preparando a sua esposa para ser candidata a prefeita de Gravatá nas próximas eleições.

A algumas lideranças JN já falou sobre essa possibilidade, embora tenha pedido sigilo para não afugentar Léo do Ar do seu lado, pois ele pode criar dificuldades em função de ter o mandato de vereador na mão.

Portanto, Gravatá pode ter uma mulher, a simpatissíssima e ex-primeira dama – Fátima Andrade, como candidata a prefeita nas eleições de 2016. É só aguardar e conferir.

16 de dezembro de 2014 às 11:15h

CORRUPÇÃO em Gravatá Prefeito Bruno Martiniano é denunciado.

Recebemos do gabinete do vereador Luiz Prequé a seguinte nota:

Já foi apresentada na Câmara de Vereadores de Gravatá, MPPE e Polícia Federal pelos vereadores de oposição Júnior de Obras (PPS), Luiz Prequé (PSB), Junior de Paulo (PRP), Leo do Ar (PSDB), Dona Sonia (PP) e Gustavo da Serraria (PV).

     Os vereadores protocolaram representações junto ao Procurador Geral do Ministério Público de Pernambuco, Aguinaldo Fenelon e à Polícia Federal, denunciando o prefeito da cidade Bruno Martiniano (PTB), o prefeito de Gravatá e sua esposa teriam adquirido bens incompatíveis com suas rendas, durante a gestão do Prefeito à frente da Prefeitura de Gravatá. Para tanto, afirmam os vereadores que o prefeito de Gravatá teria ganhado 48 lotes de propina no loteamento Baraúna, após ter aprovado o projeto para loteamento do mesmo e colocou os 48 lotes no nome de seu sogro, o Sr. Paulo Roberto Mello Carvalho fazendo em seguida uma procuração (em anexo) dando plenos poderes ao Prefeito. O mesmo aconteceu com a compra de um apartamento nº 2202 do Edf. João Heraclio na avenida Boa Viagem, 342, onde o Prefeito comprou em nome do seu secretário de obras o Sr. Marcus Tulius de Barros Souza e ao mesmo tempo passando uma procuração especifica (em anexo) dando plenos poderes a esposa do prefeito Sra. Paula Regina Carvalho Martiniano Lins.

    Um pedido de instalação de CPI, para investigar as denúncias apresentadas pelos vereadores de oposição, em Gravatá, encontra-se pendente de despacho do presidente da Câmara desde agosto deste ano, sem qualquer pronunciamento.  sendo que o Presidente da Câmara de vereadores de Gravatá Sr. Pedro Martiniano é irmão do Prefeito Bruno Martiniano e de forma arbitraria não quer instaurar a CPI para investigar as denuncias e a vasta documentação que comprova as transações irregularidades do Prefeito e sua esposa que também é secretária de Ação Social.

As denúncias, todas acompanhadas de farta documentação, envolvem desde terrenos em Gravatá, um apartamento de luxo na Av. Boa Viagem, flats, contas bancárias de empresas e até um automóvel Mercedes Bens, que ficaria guardado na garagem de um edifício de luxo no Recife. Parte da documentação entregue às autoridades pode ser conferida em anexo.

E mostrada com detalhes pelos Vereadores caso seja solicitado.

    Para qualquer esclarecimento ligue para os Vereadores:

Luiz Prequé (PSB) 81-9971-2950

Sonia Souza (PP) 81-9974-3630

Junior de Obras (PPS) 81-9806-5587

Leo do Ar (PSDB)

Junior de Paulo (PRP)

Gustavo da Serraria (PV)

O povo de Gravatá e de Pernambuco exige providências urgentes dos órgãos competentes e a AJUDA da imprensa de todo o PERNAMBUCO!

 

16 de dezembro de 2014 às 08:42h

Prefeito Bruno fala e não diz nada

Prefeito de Gravatá só acusa e não assume em nenhum momento o fracasso de sua pífia gestão, assim também como não se defende das acusações que lhe foram feitas pela bancada de oposição sobre enriquecimento ilícito e outros crimes contra a administração pública.

Na sua nota o prefeito Bruno Martiniano diz que a crise é generalizada em todos os municípios. O que não é verdade porque existem cidades que andam com suas contas em dia e investiram nestes dois anos em infraestrutura, urbanização, construções de escolas, etc.

Em segundo lugar ele volta a citar um rombo de R$ 56 milhões de prefeitos anteriores e que ele está sendo obrigado a pagar algo em torno de R$ 7 milhões por ano (disse no polo moveleiro). Entretanto não mostra as providências jurídicas que tomou contra estes maus gestores que endividaram o município, assim também como não mostra a origem desses débitos.

Continuando  ele afirma ter feito um decreto reduzindo em 20% os vencimentos de auxiliares, inclusive o seu. O que não passa de medidas demagógicas de gestores apenas para servirem de argumentos para futuras campanhas eleitorais. Além disso há uma informação de que o prefeito teria enviado projeto à câmara, que estaremos confirmando, onde aumentou os salários de secretários e outros cargos comissionados.

Caso seja verdade, precisamos saber quanto foi o aumento dado, abater os 20% e aí saber quanto cada um ganhou ao invés de perder.

Mais na frente o prefeito assume que o gasto com pessoal chegou a estratosfera de 71,03% quando deveria ser no máximo 54%. Daí seria importante sabermos quantos cargos comissionados a prefeitura tem, quais os valores desses cargos, onde está trabalhando esse pessoal. É provavelmente por isso que muitos que se dizem diretores e assessores especiais são encontrados passeando o dia todo pelas ruas de Gravatá, alguns, até, mandando recados de outras cidades pelo face, etc.

O prefeito fala que a redução foi para evitar demissões. Ora as demissões caso houvessem seriam de cargos comissionados, muitos dos quais apenas cabides políticos e banco de reserva de cabos eleitorais para a próxima campanha, assim como para beneficiar indicados por aliados e cujas demissões não afetariam em nada a continuidade serviços que não estão sendo prestados à população.

Concluindo o prefeito chama de mentirosos todos os que estão alardeando que estão com salários atrasados, afirmando que está em tudo em dia, inclusive com os aposentados.

Portanto, depois de dois anos de gestão, o prefeito Bruno Martiniano não diz nada. Não presta contas da sua gestão. Não fala dos compromissos assumidos na campanha e não cumpridos durante a sua gestão e não prova que os vereadores da oposição estão fazendo acusações infundadas.

É por isso que segundo uma enquete publicada no Portal GN com mais de 500 internautas a rejeição ao atual prefeito passa de 80%. Conferir no link

– http://gravatanoticias.com.br/bruno-martiniano-fecha-o-ano-de-2014-com-governo-reprovado-em-8196/

Esses dados reforçam o desejo do povo de Gravatá de colocar um gravataense na prefeitura na próxima eleição, não querendo mais eleger ninguém de fora.

Leia abaixo na íntegra a carta do prefeito.

BRUNO MARTINIANO SE PRONUNCIA SOBRE MEDIDAS QUE TEVE QUE TOMAR PARA SUPERAR AS DIFICULDADES DO MOMENTO

“No intuito de imprimir maior transparência a gestão fiscal da Prefeitura de Gravatá, um dos princípios basilares da Lei de Responsabilidade Fiscal, disponibilizo informações sobre medidas emergenciais que estou adotando para conter o endividamento do município junto a instituições federais e estaduais, seus fornecedores, seus prestadores de serviços e, principalmente, quanto ao pagamento dos salários dos servidores efetivos, comissionados, contratados e aposentados.

 

É de conhecimento generalizado que a atual conjuntura econômica dos municípios brasileiros revela uma crise sem precedentes, tendo como base o decréscimo acentuado dos repasses federais e a queda das suas arrecadações próprias.

 

Não obstante esses dados conjunturais, que passei a enfrentar a partir de 2013, agravados ainda mais em 2014, cumpre-me informar que fui forçado a assumir dívidas formais de administrações anteriores da ordem de R$ 56 milhões de reais.

 

O mais drástico sobre as finanças dos municípios brasileiros é que não se vislumbra, num horizonte próximo, qualquer notícia de mudanças positivas, o que me leva a adotar ações que minimizem a grave crise financeira do nosso município.

 

Nesse contexto, assinei em 01 de dezembro deste ano, o Decreto Municipal Nº 048/2014 que dispõe sobre medidas emergências temporárias, a princípio pelo prazo de 90 dias, para redução de 20% dos subsídios do Prefeito, do Vice-Prefeito, dos vencimentos dos Cargos Comissionados CC1 ao CC6 e dos contratados que recebem valores a partir de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais).

Tal medida visa, por um lado, reduzir o comprometimento dos gastos com pessoal de 71,03% para 54,00% da RCL – Receita Corrente Líquida – do município, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

Por outro lado, o corte temporário nos salários, evita um maior número de demissões que seriam necessárias ao enquadramento do índice permitido pela Lei.

 

É importante destacar, que apesar da crise financeira ora imposta as contas públicas da maioria absoluta dos municípios pernambucanos e brasileiros, Gravatá, ao contrário do que se alardeia, encontra-se rigorosamente em dia com os salários do seu quadro de efetivos, inclusive o pagamento da segunda parcela do 13º, também está rigorosamente em dia com os seus aposentados, restando o pagamento dos salários do mês de novembro dos cargos comissionados e contratados.

 

Por fim, Informo que oportunamente noticiarei sobre outras medidas estão sendo implantadas, tendo como objetivos o aumento das receitas e a redução do custeio da máquina administrativa”.

 

 

Bruno Coutinho Martiniano Lins

Prefeito de Gravatá

12 de dezembro de 2014 às 08:04h

A ética no mercado imobiliário

etica é achave2

Corretor a sua ética é a chave que abre qualquer porta

Meu pai dizia que quando um homem dá a sua palavra vale pela assinatura de um contrato e quando aperta a mão do outro equivale a um reconhecimento de firma.

Não é de hoje que sabemos que a profissão de corretor de imóveis não é muito bem olhada pela sociedade e também é muito criticada por muitas pessoas. Podemos dizer que toda profissão é assim mesmo.

Podemos até adotar aquele bordão de uma propaganda de televisão que estabelece a falta de critérios, como critério básico para tudo que precisa de explicação, assim se alguém perguntar: Por que o corretor é assim? A resposta seria: Porque sim!

Esta imagem negativa que tem o corretor imobiliário é fruto de um processo que ocorreu ao longo do tempo e que muitos corretores mesmo com toda tecnologia, com todo avanço, com toda facilidade para estudar e se transformar num bom profissional continua agindo com má fé, continua acertando coisas e não cumprindo, continua sendo um mau caráter.

É necessário que as entidades representativas dos corretores como Creci, Sindimóveis, Cofeci e também os cursos que formam esses profissionais para o mercado concentrem seus esforços no capítulo da ética, da honestidade, do cumprimento da palavra.

Como é possível que um corretor ou um proprietário de uma imobiliária acerte uma propaganda com um veículo de comunicação, assine um termo de contrato para a realização de um serviço de divulgação por um determinado tempo, autorize a veiculação de seu anúncio, mande o material  para ser publicado, receba o produto que contratou e depois simplesmente diga que não quer mais, que não lembra que autorizou que quer ver o contrato, mesmo tendo recebido uma cópia do documento que assinou.

Será que ele acha que a empresa com a qual fez negócio não tem programação financeira, não faz o seu cronograma de desembolso e estabelece os seus produtos de acordo com o seu fluxo de caixa, fechando também contratos com terceiros em função dos contratos que obteve?

Prefiro o corretor imobiliário que diz: “Olha, eu não quero!”. “Amigo eu não posso agora!” àqueles que se aproveitam de um momento levam vantagem numa promoção ou divulgação e depois se escondem, dizem que não querem, que não vão fazer mais, etc.

Não dá para fazer negócios com quem não cumpre a palavra e o acordo assinado. Como muitos empresários preferem deixar para lá ao invés de ficar brigando na justiça e assim ficando no prejuízo, muitos corretores continuam agindo de forma marginal firmando contratos, acordos, negócios e depois simplesmente fugindo de suas responsabilidades…..

Já pensou se alguém perguntar: POR QUE ELE AGE ASSIM? E a gente responder: PORQUE SIM!

Temos corretores que honram a profissão, temos sim, mas também temos aqueles que denigrem e criam uma imagem negativa da categoria. Está na hora de uma campanha para despertar comportamentos éticos, combatendo o mau caratismo no mercado imobiliário.

O slogan poderia ser o seguinte: Corretor a sua ética é a chave que abre qualquer porta.

12 de dezembro de 2014 às 07:58h

Corretores participam da confraternização Natalina do Creci

Centenas de corretores compareceram a confraternização natalina da categoria que aconteceu ontem no restaurante Boi e Brasa, no Pina.

Foi um momento de descontração, de reencontros, de lazer e de troca de informações entre os corretores imobiliários, onde se discutiu as perspectivas para 2015, além de se fazer um balanço de 2014.

A equipe de Antonio Miranda como sempre se fazendo presente e engrandecendo o nome dos corretores de imóveis na foto com o presidente do Creci, Petrus Mendonça.

confraternização creci1

11 de dezembro de 2014 às 20:08h

Mesa-Redonda debate ano atípico no mercado imobiliário

Para refletir sobre os números do mercado imobiliário em 2014, um ano atípico, e apontar tendências para 2015, a Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci/Brasil) e o Secovi-SP promoveram, em 3 de dezembro, um encontro empresarial. Coordenada por Rodrigo Uchôa Luna, diretor da Plano&Plano Construções, a Mesa-Redonda foi integrada por Basílio Jafet, presidente da Fiabci/Brasil; Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP; Octávio de Lazari Júnior, presidente da Abecip; Arnaldo Curiati, presidente da Abyara Brokers; Sandro Gamba, CEO da Gafisa, e o jornalista Reinaldo Azevedo.

Entre os presentes ao encontro, representando o SindusCon-SP estavam os vice-presidentes Odair Senra (Imobiliário) e Ronaldo Cury (Habitação Popular).

Ao iniciar o evento, Jafet chamou a atenção para aspectos atípicos que marcaram o ano: Carnaval tardio, eleições presidenciais e Copa do Mundo. Foi um ano em que todos diziam que nada ia acontecer e que na prática começou em junho de 2013, com as manifestações de indignação dos brasileiros pela falta de valores éticos e morais na política, afirmou. Segundo ele, apesar da sensação de frustração, como representantes da iniciativa privada é importante torcer pelo melhor. Torcemos para que nos próximos quatro anos seja possível recuperar os valores morais e éticos de que somos merecedores.

Otimista, Bernardes previu uma recuperação no próximo ano, apesar do clima de cautela que permeia o mercado. Com retração de 44% nas vendas de imóveis no acumulado do ano até setembro e de 16% em lançamentos, Bernardes observou que houve melhora em novembro e dezembro. A retomada, entretanto, não será suficiente para recuperar as perdas do primeiro semestre. Também vejo algumas questões institucionais preocupantes, que poderão ter impacto no crescimento no longo prazo, alertou.

Para Lazari Júnior, que apresentou as tendências para o crédito imobiliário, 2014 foi um ano difícil em todos os aspectos, mas o segmento se encontra em uma situação de relativo conforto. Variáveis extremamente importantes para o crédito imobiliário, como nível de emprego, confiança do consumidor e baixa inadimplência, estão preservadas, afirmou. Segundo ele, Copa e eleições reduziram os negócios neste ano, porém, a expectativa é de retomada no quarto trimestre. Na pior das hipóteses vamos repetir neste ano o recorde histórico de 2013, concluiu.

Cenário definido No segmento de comercialização de imóveis, Curiati, da Abyara, disse estar certo de que o próximo ano será melhor para o mercado imobiliário porque o cenário já está definido. Vivemos um ano praticamente inteiro na incerteza. Agora teremos um mercado mais equilibrado, previu. Na opinião do executivo, os Feirões promocionais realizados ao longo do ano prejudicaram demais a visão dos consumidores sobre o setor.

Para Gamba, da Gafisa, mudanças significativas no comportamento de compra dos consumidores foram sentidas em 2014. O prazo de tomada de decisão do cliente aumentou, mas ele chega até nós com uma ideia melhor do que quer. Nacionalmente, o executivo reconheceu que o número de negócios diminuiu nas principais praças do país, indicando que o VSO (Vendas sobre Oferta) permanecerá fraco em 2015. Os estoques devem aumentar um pouco no quarto trimestre, o que nos obriga a questionar e avaliar o modelo de mercado, acrescentou. A redução das metragens dos empreendimentos residenciais, reflexo da retração nos negócios, é um movimento sem volta, acrescentou Gamba.

Fonte WImóveis

11 de dezembro de 2014 às 07:58h

Governador de Pernambuco honra votos dos pernambucanos e é contra a CPMF

paulo camaraComeço afirmando que foi muito bom ter o jovem Paulo Câmara eleito governador de Pernambuco. A sua postura contra a CPMF reforça a minha confiança na sua gestão, ciente de que não vai se curvar as vontades não republicanas e ilegais do governo federal.

É hora de todos nós pernambucanos seguirmos os passos do nosso governador e fazer coro a sua voz contra esta apropriação indébita do Planalto de querer se apropriar de nosso dinheiro não para colocar na saúde e sim para tapara os buracos da corrupção da Petrobrás e como disse Paulo Costa de outras empresas brasileiras do governo.

Contra a CPMF é um movimento que ganha força e não podemos deixar de nos integrarmos a ele. Parabéns governador. Meu voto já valeu.

Veja o que disse o governador na reunião dos governadores na Paraíba.

Fui terminantemente contra a proposta de recriação da CPMF, apresentada hoje na reunião dos governadores do Nordeste, que ocorre em João Pessoa. Todos devem lembrar que ela foi criada para ser provisória (daí o nome Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras), mas precisou de muita luta da sociedade para ser extinta. As soluções para os desafios do país não podem vir do aumento da carga tributária, como ocorre no Brasil desde a era colonial. Precisamos, sim, desonerar as empresas e reduzir os impostos cobrados às pessoas físicas, enxugar e dar eficiência à máquina pública, dinamizar nossa economia. Essa será a posição de Pernambuco durante nossa gestão.