25 de novembro de 2014 às 07:45h

A pior festa que Gravatá já realizou

A festa de Gravatá serviria muito bem a Augusto dos Anjos para reescrever o seu belo poema cujo trecho principal diz: Vês ninguém foi ao enterro da última quimera, só a ingratidão esta pantera, tua companheira inseparável, acostuma- te à lama que te espera o homem que nesta terra miserável, mora entre feras sente inevitável necessidade também ser fera.

Parece o retrato dessa gestão. Ninguém foi a fssta de mentira preparada pela administração para enganar o povo. O circo não funcionou, talvez agora ele queira dar o pão que o diabo amassou, pelas mãos do secretároo de imprensa.

Sem nenhum argumento para defender a atual gestão das graves acusações de desvio de dinheiro público pelo prefeito, conforme denúncia cos vereadores da oposição, assim como sem ter nenhuma das promessas de campanha cumpridas como disponibilização de transporte para os umiversitários, construção de duas mil casas populares, tfansformação de Gravatá num distrito industrial, afora saneamento básico, turismo, etc., não restou à  assesoria de imprensa do prefeito outra alternativa que não fosse a de criticar o povo.

Isso mesmo, o secretário de imprensa, que não sabe mais o que é, decidiu que o culpado pela inoperância, incompetência, falta de planejamento e o pior falcatruas da atual gestão é o povo. Evidente que essa acusação estapafúrdia e descabida de fundamentação é uma ânsia desesperada de agradar ao gestor que está pagando o seu salário e, por isso, usa o seu blog, para dizer asneiras com besteitas e tentar justificar o injustificável e defender o indenfensável.

Quando o império Romano estava prsdtes a ruir o imprrador César socilicitou aos seus escribas que fizessem cartas ao povo dominado que aceitassem de bom grado as mecidas impopulares, os desvios do ouro do império, a promiscuidade moral e política de um regime que não se sustentava mais.

E assim revivendo os tempos do império temos novamente um escriba com a missão impossível de fazer o povo acreditar que a atual situação de caos administrativo, político, moral e desonesto que a atual gestão implantou como regra de conduta é culpa de meia dúzia de inocentes.

O problema é que como lá em Roma aqui também o povo não acreditou e terminou alguns escribas sendo atirados aos leões quando os dominados e depois libertados expulsaram os invasores e também os nativos que apoiaram os desmandos dos tiranos.

Faltam apenas dois anos para a liberdade do povo de Gravatá chegar e escrever uma nova história tirando da cidade os aproveitadores e os mentirosos, disse um eleitor do agual prefeito de Gravatá.

25 de novembro de 2014 às 06:04h

Presidente da Câmara perde no TJPE

Tratando os vereadores da oposição a pão e água o presidente da câmara municipal de Gravatá Pedro Martiniano retirou da bancada oposicionista os cargos destinados aos assessores dos gabinetes dos vereadores que fazem oposição ao atual prefeito e ao próprio presidente da casa legislativa que é irmão do atual prefeito Bruno Martiniano.

Os veredores foram à justiça, ganharam a causa na instância local, a presidência da casa não se conformou e recorreu ao TJPE perdendo mais uma vez e sendo obrigada a nomear os assessores.

Caso não cumpra a decisão judicial será paga uma multa diária pelo atual presidente da Câmara Municipal de Gravatá.

Um dos vereadores da oposição Luiz Prequé afirma que a cidade de Gravatá não pode conviver com estas práticas que atentam contra a democracia.

25 de novembro de 2014 às 05:38h

Mais um escândalo na gestão do prefeito de Gravatá

Mais um escândalo na gestão do prefeito Brino Martiniano é denunciado pelos meios de comunicação da cidade. Dessa vez a acusação é contra a ex gestão da secretaria de Saúde que teria descaracterizado uma ambulância do SAMU e pasmem, alugado a própria prefeitura.

Veja trecho da matéria:

A segunda denúncia estaria ligada a utilização indevida de uma das unidades do SAMU no Hospital Dr. Paulo da Veiga Pessoa. O ex-secretário de saúde, Ivan Simões, teria descaracterizado uma das viaturas e alocado-a na unidade de saúde. (Portal GN, 25.11).

Ultimamente a atual administração vem sofrendo uma série de graves denúncias feitas pelos vereadores da oposição que dizem respeito a atos ilícitos provocados pelo prefeito Bruno Martiniano como enriquecimento ilegal, formação de quadrilha e prevaricação, envolvendo mais de seis milhões de reais.

21 de novembro de 2014 às 04:58h

Quo Vadis?

A expressão latina  “Quo Vadis”  tem sua origem nas Escrituras Sagradas quando o Senhor Jesus falava de Sua morte e ressurreição aos discípulos e, ao mesmo tempo, os confortava mencionando a vinda do Consolador ou Espírito Santo para estar com eles, dizendo:   “Mas, agora, vou para junto daquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta:  Para onde vais?”  (Evangelho de João 16.5).   Assim, a expressão interrogativa  “Quo Vadis?”   tem como tradução, “Para onde vais?”  ou  “Para onde caminhas?”.

  Com os desmandos e os escândalos noticiados todos os dias em nosso País pela imprensa falada e escrita e por outros meios de comunicação, não seria de estranhar que depois de cerca de dois mil anos da morte de Cristo, milhões de brasileiros podem estar repetindo a mesma pergunta:   “Para onde estamos indo?”  ou  “Para onde estamos caminhando?”

Assustado com a falta de vergonha do povo brasileiro e bem assim dos que estão no poder, o psicanalista ítalo-brasileiro, Contardo Calligaris, escreveu uma série de artigos fundamentando   “o comportamento das pessoas em relação à moralidade e mostra que há sociedades reguladas pela vergonha e outras pela culpa”.   No caso dos brasileiros, diz ele, “estes dão um ‘nó’ na antropologia em particular e nas ciências sociais em geral”.   E continua:   “A vergonha é escassa e seria de se esperar que houvesse culpa, mas o sentimento de culpa é abrandado pela impunidade”.  Destarte, de impunidade em impunidade, a culpa e a vergonha vão cauterizando a mente para não se sentir vergonha nem culpa, por mais vergonha e culpada que seja a ação.   Como vergonha e culpa são da condição humana, aquela é conseqüência desta e esta deve nos levar a sentir vergonha.   Na oração do profeta Daniel, ele diz:  “Ó Senhor, a ti pertence a justiça, mas a nós, o corar da vergonha”  (Daniel 9.7).

Quer nos parecer que esta falta de vergonha tem conduzido o homem público brasileiro a sentir prazer em cada erro que comete.   Não se contenta com a posição elevada que alcançou, não se satisfaz com os recheados salários e vantagens que percebe e prefere não resistir às falcatruas que levam à ruína moral.   Não imagina que a sociedade reprova em maior grau a perversidade do sujeito que se utiliza desses meios criminosos sem delimitação precisa.  Desconhece que Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos e os apetites de consumo.  Nunca o Brasil teve proporcionalmente tantos ricos como na atualidade, sendo que grande parte dessa riqueza é de origem nebulosa, injusta e duvidosa.  Alguém já disse que  “O que determina a nossa vitória é o tamanho do nosso adversário”.   Nem sempre o vitorioso foi honesto na sua trajetória, mas venceu pelas facilidades oferecidas.  A ordem é:   trabalho, boa administração e fidelidade porque expectativa não correspondida gera frustração e vergonha.

Tivemos o chamado “mensalão” e agora o “petrolão” que alimentou e continua alimentando  mentes insanas de canalhas  inebriados pela exacerbação da ambição e pelo apoio dos eternos oportunistas sempre a serviço da enganação.  São seres humanos de boa formação acadêmica, que se deixam envolver em seus pensamentos mórbidos e aprendem a gostar das próprias coisas que destroem a paz de espírito.   São idealistas em demasia que desprovidos de ambição racional, querem triunfar pelo caminho mais fácil.    Um homem íntegro deve ser imparcial, inatacável e irrepreensível.  Falta de integridade nada mais é do que não querer entender os deveres e responsabilidades sociais.  Enquanto o grupo criminoso envolvido nos escândalos da Petrobras, Petrolão e quem sabe, da Eletrobras se espreme para tentar enganar a Justiça e a sociedade, poderíamos repetir:    “Para onde estamos indo?”

Por Eliezer Andrade

19 de novembro de 2014 às 07:12h

Corretor “antenado” é o corretor está num lugar onde não é esperado

Continuando a nossa conversa sobre as estratégias que os corretores devem adotar para melhorarem as suas vendas e a sua performance no mercado, apesentamos hoje uma outra dica que se for seguida pelos profissionais do mercado com certeza farão a diferença.

Milton Nascimento tem uma música que diz assim: “Todo artista tem que ir aonde o povo está” podemos parafrasear a letra dessa canção e dizer: “Todo corretor tem que ir aonde  cliente está”.

Corretor que espera o cliente chegar está fadado a sair do mercado. Quando um cliente aparece no plantão, no estande, num feirão ele já vem certo do que ele quer e principalmente do que ele não quer.

Por isso cada vez é mais difícil efetuar uma venda num desses eventos.

Um corretor “antenado”, isto é ligado, questionador, que procura saber das coisas ele está um passo na frente do corretor que parece estaca de construção – fica alí parado, parece decoração de estande – está ali, como se fosse uma luminária, uma planta…,uma bandeira de lançamento, parece tudo menos corretor.

Uma boa estratégia para você melhorar as suas vendas é adotar a prática de acompanhar a agenda de eventos de sua cidade. Procure se inteirar de tudo que vai acontecer no seu município, não importa o tipo de evento, nem quem vai participar dele, importa que você vai ter gente diferente a sua disposição para você oferecer seus produtos.

Só para dar um exemplo quando eu atuava na área de captação e de vendas, o que é que eu fazia, pegava o meu jornal o Rota 232 com a propaganda dos imóveis que eu tinha disponível e partia para algum evento que estivesse acontecendo.  Podia ser congresso de médicos, eleição de clube de engenharia, de sindicato, festa cultural, cavalgada, caminhada ecológica, reunião de quengas não importava o que fosse, importava que eu estava lá sozinho.

Se eu estava viajando para participar de um evento em outra cidade ou fora do estado, até mesmo se fosse a passeio,  O que importava era que eu estaria lá sozinho, distribuindo meu jornal com a minha propaganda e com os meus produtos. Levava também alguns panfletos com mais detalhes, para quem quisesse mais informações sobre a cidade de Gravatá e sobre os imóveis para comercialização.

Assim eu sempre aparecia, porque estava sozinho, porque não tinha outro corretor do meu lado, porque não tinha concorrentes. Muitas e muitas vezes eu recebia clientes conquistados assim, dessa forma, em lugares inusitados e que nada tinha a ver com a venda de imóveis.

Muitas vezes eu sabia que ia ter num dos hotéis de Gravatá um treinamento, uma capacitação de grandes empresas como a Tim, Boticário ou mesmo do governo do estado e o que eu fazia? Procurava o pessoal do hotel para me indicar o pessoal da organização, entrava em contato pedia para fazer uma apresentação de Gravatá com um filme de 3 minutos em DVD, num dos intervalos da palestra, do seminário, do encontro e isso até aliviava os participantes que relaxavam um pouquinho.

Quando terminava o evento quem é que estava lá fora distribuindo o jornal? Eu! E, muitas e muitas vezes, muitos dos participantes me procuravam pediam mais informações e me ligavam depois das cidades deles e em muitas ocasiões eles retornavam num fim de semana, conheciam a cidade e os empreendimentos e adquiriam imóveis.

Fiz muitos negócios assim, dessa forma. Dei muitos clientes para amigos corretores através desse processo e evidentemente ganhei o meu dinheiro.

Imagine a seguinte a situação: vai acontecer na sua cidade um encontro num determinado hotel com mais de 200 ou 300 pessoas de fora que vêm participar de um congresso. Você tem em mãos um DVD muito bem produzido (e toda cidade tem) mostrando as belezas da cidade, os seus eventos, o seu desenvolvimento e a sua potencialidade na área principal de atividade, você consegue os organizadores colocar esse DVD para ser exibido nesse encontro e ao final da apresentação você distribui um panfleto com as informações sobre a cidade, muito bem trabalhado e com a sua propaganda de corretor imobiliário.

Ao final do evento, do lado de fora, você estará distribuindo o material de algum empreendimento que você queira destacar contendo também a sua propaganda. O que você acha que vai acontecer quando algum participante quiser saber mais alguns detalhes da cidade ou do empreendimento, ele vai perguntar a quem? Vai procura quem?

Por isso, você precisa conhecer a sua cidade e bem. Eu andei Gravatá toda a pé! 490Km2. Fiz um mapa da cidade. Não existia nenhum. Hoje é usado por todo mundo e fiz isso de carro com o odômetro do veículo, marcando as distâncias e depois com fotos aéreas, foi uma trabalheira, mas deu resultado.

E aí eu fico olhando e vejo que tem corretor que não sabe nada da cidade. Se você perguntar a distância daqui pra ali ele não sabe. Não conhece os pontos atrativos, não sabe o tipo de economia da região, não conhece o comércio local, a maioria dos comerciantes é de que? é um polo? Polo de quê? Não sabede nada, inocente! E no fim quervender imóveis e se dar bem, me poupe.

É preciso sacrifício, esforço, luta, aprendizagem, desenvolvimento de novas ideias e novas estratégias de abordagem, a venda é consequência da abordagem. Aborde mau e você vai ter um mau negócio.

O importante é primeiro aprender as técnicas de abordagem e depois  as técnicas de vendas. Se você não souber abordar, você já caminhou para perder a sua transação. Você só vende o que o cliente quer e não o que você quer.

Vá estudar a cidade onde você está trabalhando, vá atrás de um DVD dessa cidade, faça um panfleto seu com a sua propaganda. Faça seu marketing independente do marketing da imobiliária onde você atua, pode até fazer conjunto, mas tem que ter um seu. Veja o prefeito quando ganha uma eleição. A primeira coisa que faz é mudar tudo, a marca, o slogan, a cor, porque é um novo momento e exige um anova linguagem.

Tem corretor que é a mesma coisa em todos os empreendimentos. Cada empreendimento tem a sua personalidade própria e precisa de uma linguagem própria adequada e precisa de um material próprio.

Portanto, inove, ouse, tenha novas ideias, coloque em prática e vá vender.

Se eu morasse em caruaru e fosse corretor imobiliário toda segunda feira eu estaria na feira de Caruaru distribuindo um panfleto meu, não precisava ser caro, mas que ia ter na frente todos os telefones importantes da cidade: polícia, bombeiro, procon, prefeitura, feira, parque, farmácia, padaria, etc. e também a minha foto do outro lado com a minha propaganda. Qualquer menino de informática faz isso barato e o custo é baixo até de impressão, não precisa ser colorido.

Esse panfleto eu também mandaria distribuir nos sinais. Ninguém ia jogar fora um material com tanta informação importante.

Aí você vai dizer: Ah! mas esse não é o meu público. Como é que você sabe? Que pesquisa você fez? Será que ele não tem amigos? Será que ele próprio de repente não quer uma casa por aqui?

Sabe quantos corretores tem na feira de Caruaru, vários, mas nenhum deles vendendo, a maioria comprando.

Essa é a diferença de quem faz a diferença. Por isso o corretor tem que ir aonde o cliente está.

19 de novembro de 2014 às 05:03h

Festa da Estação de Gravatá! Que Estação?

A cidade de Gravatá realiza neste final de semana realiza mais um evento,  que já foi chamado de Festa do Morango, Festival de Negócios e Cultura, Festival Nação Cultural, Festival Circuito do Frio e agora é a Festa da Estação,

Cada uma dessas festas foi diferente e que no fim das contas querem que seja a mesma coisa. Cada uma dessas foi realizada numa gestão diferente. Cada prefeito que entra desmancha o que o anterior fez, apenas para na opinião deles não ficar fazendo a festa do outro e assim não encher o balão do outro, numa pequenez, numa idiotice, numa burrice que não tem explicação, que não tem justificativa

O Festival de Inverno de Garanhuns é o mesmo há “trocentos anos”, sem nunca mudar de nome por que muda de prefeito. A mesma coisa a paixão de Cristo de Nova Jerusalém, A Missa do Vaqueiro de Serrita, a Festa do Bode em petrolina, A Festa da Pitomba, que nem pitomba tem mais, mas a festa continua lá no Cabo, a Festa das Dálias em Taquaritinga e tantas outras em tantas cidades que seria difícil enumerá-las e que viraram marca registrada desses municípios.

Mas aqui não! Aqui entra um idiota e sai outro e a primeira coisa que faz é acabar tudo que o anterior fez. É por isso que Gravatá não tem identidade. Tentam dar uma identidade forjada, falsa, que nem dura a própria gestão que implanta e que não leva a lugar nenhum, a não ser beneficiar alguns com dinheiro público como foi o caso de estabelecer o Cruzeiro como símbolo. O que sobrou foi o Cruzeiro como símbolo de uma gestão fraca, sem critérios, que só fez prejudicar Gravatá, principalmente quando apoiou o atual prefeito, por conta de uma briga pessoal com o ex-prefeito e que só trouxe prejuízos para a cidade.

Nessa Gestão citada anteriormente que criou uma identidade falsa junto com Marcelo Rosental que ninguém sabe quanto botou no bolso e com quem dividiu se é que dividiu com alguém  Gravatá virou “Cidade-Irmã” de Gramado. É piada ou não é?

A cidade de Gravatá está se acabando as praças são feias os tanques estão secos, porque aquilo não é fonte em canto nenhum, as calçadas estão quebradas, tudo está em decadência os eventos, comércio, indústria de móveis, turismo, negócios imobiliários, construção civil, mas um bocado quer ser amigo do Rei e aí fica pedindo para os comunicadores largar o cacete, “mas não diz que foi eu não”, é a primeira referência que fazem. Isso é vergonhoso!

av, borges de medeiroas em Garamado

Por fim, parece piada quando comparamos uma foto de Gramado e uma de Gravatá. Mas deixo esse julgamento para os gravataenses e principalmente para os comerciantes, a maioria, subserviente, medrosa, que aceita os desmandos com medo de ficarem mau olhados pelo prefeito de serem perseguidos e aí tornam-se insignificantes, capachos, reclamadores às escondidas e babões às claras e muitos querem se arvorar como líderes políticos e querem ser prefeitos.

É por isso, que quando se candidatam não têm votos, porque a população é sábia e sabe da personalidade de cada um dos que querem dirigir os destinos de Gravatá, até erram, mas tentam acertar. Quando votou pela “falsa mudança” que está aí, o povo tinha a a certeza de que a “honestidade”, a transparência, o desenvolvimento que foi alardeado não era só promessa de campanha, mas missão de um filho que queria honrar a memória de seu pai. Não foi!

Não era e não será, portanto, só nos resta pedir a Deus que nos livre de todos os falsos prefeitos assim como tem nos livrado dos falsos profetas.