29 de outubro de 2014 às 10:02h

PSB e PS de Gravatá juntos

Assim que as executivas do PSB e do PPS definirem a fusão das duas agremiações a nível nacional, criando um novo partido, Rafael Prequé e demais membros do PSB na cidade sentarão com Júnior de Obras vereador do PPS para discutir a forma de atuação do novo grupo.

O novo partido continuará sendo chamado de Partido Socialista Brasileiro, mantendo a mesma sigla – PSB e o mesmo símbolo a pomba, bem como o mesmo número 40.

Assim teremos a ampliação da bancada do partido na câmara municipal que passará a contar com dois vereadores, atualmente só tem um, Luiz Prequé.

Portanto, essa fusão é mais um sinal para o projeto político de Rafael Prequé de disputar a prefeitura de Gravatá em 2016.

29 de outubro de 2014 às 09:15h

Waldemar Borges ficou de fora da nova executiva estadual do PSB

Por hora é só um pergunta: Porque Waldemar Borges não faz parte da nova executiva estadual do PSB.

A resposta pode ser porque ele vai ocupar um cargo de destaque no novo governo, secretário, presidente da Assembléia legislativa, líder do governo, mas nenhum desses justifica a sua ausência da direção partidária.

É provável que o rolo compressor que montou junto aos prefeitos para ser o deputado estadual da legenda mais vota do nas eleições e que não se confirmou, tenha contribuído para afastá-lo de muitos deputados que foram eleitos e que em off criticaram a sua postura.

Uma das cidades foi Gravatá onde Waldemar optou pelo apoio do atual prefeito e teve uma votação pífia, aquém de qualquer previsão e ainda por cima o último lugar na cidade perdendo para Rafael Prequé do PSB e para o candidato do ex-prefeito Joaquim Neto.

Outro motivo pode ter sido o fato de sua esposa, Luciana Santos, que faz parte da frente popular ter pulado e apoiado a candidatura de Dilma, em detrimento da candidatura de Aécio que foi escolhida pelo PSB, enfraquecendo a força política do novo governador de Pernambuco.

Vamos aguardar o desenrolar dos fatos e esperar que o deputado estadual Waldemar se pocione, a respeito da sua ausência na direção do PSB.

Conheça a nova executiva estadual.

A nova Comissão Executiva Estadual do PSB foi eleita e divulgada nesta terça-feira (28). Noventa nomes do diretório estadual do partido votaram na única chapa apresentada que estará à frente da sigla durante os anos de 2014 e 2017. Confira os nomes

  1. PRESIDENTE: Sileno Sousa Guedes
    2. 1º VICE-PRESIDENTE: Francisco Tadeu Barbosa de Alencar
    3. 2º VICE-PRESIDENTE: Fernando Bezerra Coelho Filho
    4. 3º VICE-PRESIDENTE: Felipe Augusto Lyra Carreras
    5. VICE-PRESIDÊNCIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS: Luciano Vasquez Mendez
    6. VICE-PRESIDÊNCIA DE MOBILIZAÇÃO: Laura Mota Gomes
    7. VICE-PRESIDÊNCIA DE POLÍTICAS REGIONAIS: José Aluisio Lessa da Silva Filho
    8. SECRETÁRIO GERAL: Adilson Gomes da Silva
    9. 1° SECRETÁRIO: Renato Xavier Thièbaut
    10. 2° SECRETÁRIO: João de Andrade Arraes
    11. SECRETÁRIO DE ORGANIZAÇÃO: João Henrique de Andrade Lima Campos
    12. 1° SECRETÁRIO DE FINANÇAS: Bruno Augusto Paes Barreto Brennand
    13. 2° SECRETÁRIO DE FINANÇAS: Mário Cavalcanti de Albuquerque
    14. LÍDER DA BANCADA

SECRETÁRIOS ESPECIAIS:

  1. Secretaria de Formação Política: Auxiliadora Maria Pires Siqueira da Cunha
    16. Secretaria de Cultura: Pedro José Mendes Filho
    17. Secretaria de Política Agrária: José Aldo dos Santos
    18. Secretaria de Meio Ambiente: Heraldo de Albuquerque Selva Neto
    19. Secretaria de Comunicação e Propaganda: Adilson Gomes da Silva Filho
    20. Secretaria de Ação Parlamentar: Diogo Casé Moraes
    21. Secretaria para Assuntos Regionais: Ângelo Rafael Ferreira dos Santos
    22. Secretaria para Assuntos Regionais: Sandoval Cadengue de Santana
    23. Secretaria para Assuntos Regionais: João Fernando Pontual Coutinho
    24. Secretaria para Assuntos Regionais: Ana Célia Cabral de Farias
    25. Secretaria para Assuntos Regionais: Cleuza Pereira do Nascimento
    26. Secretaria para Assuntos Regionais: Alexandre José Alencar Arraes
    27. Secretaria para Assuntos Regionais: Ettore Labanca
    28. Secretaria para Assuntos Regionais: Raquel Teixeira Lyra
    29. Secretaria para Assuntos Regionais: José de Anchieta Gomes Patriota
    30. Secretaria de Articulação Social: Isaltino José do Nascimento Filho
    31. Secretário Especial: Gabriel Andrade Leitão de Melo
    32. Secretário Especial: Israel Ubaldo Vasconcelos Neto

MOVIMENTOS (eleitos no Congresso):

  1. Representante do Movimento de Mulheres
    34. Representante do Movimento da Juventude
    35. Representante do Movimento Sindical
    36. Representante do Movimento Popular
    37. Representante do Movimento de Raça e Etnia
    38. Representante do Movimento LGBT

 

29 de outubro de 2014 às 08:45h

PSB convida Rafael para reunião da executiva estadual

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João Campos, filho de Eduardo, Rafael e Sileno Guedes preidente do PSB

O vice prefeito de Gravatá Rafael Prequé foi o único convidado de Gravatá para participarda reunião da direção do partido que elegeu a nova diretoria.  Isto prova o que disse aqui que ele [Rafael] seria o representante do PSB em Gravatá, em função de ter sido o mais votado e de ter derrotado os candidatos do ex-prefeito Joaquim Neto e do prefeito Bruno Martiniano.

Todos nós sabemos que a relação da família Prequé com o PSB é antiga e o convite só confirma que Rafael é a liderança política com maior destaque junto ao novo governo, visto que o capital de um líder político são os votos que ele obtém e dessa forma a votação expressiva de Rafael o credenciou para representar o PSB em Gravatá e para disputar o cargo de prefeito em 2016.

Ciente de que apenas representa o PSB que tem grandes nomes como Vital, Denis, Miareiro que também são históricos do partido em Gravatá, Rafael, sabe que só com a união de seus correligionários terá condições de brigar pela melhoria de vida da população de Gravatá e por um novo jeito de fazer política.

Na reunião o presidente da legenda Sileno Guedes agradeceu a participação de Rafael na campanha de Paulo Câmara e manifestou o interesse de ver o atual vice-prefeito de Gravatá, galgando novos espaços na política gravataense.

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28 de outubro de 2014 às 05:47h

Um Brasil dividido entre Nordeste e Sul

Para alertar a todos sobre o clima de divisão que tomou conta do Brasil durante a eleição e continua pelas redes sociais e através dos veículos de comunicação, com acusações, xingamentos, atitudes preconceituosas. Não podemos cavar um fosso para separa a nossa nação, precisamos nos unir para não ficarmos dependentes de vermelho ou azul.

A nossa separação tem que ser dessas campanhas mentirosas, dessas pesquisas manipuladas, dessa falta de compromisso dos candidatos para discutirem propostas e apresentarem soluções para resolver os graves problemas de nosso país.

Na poesia abaixo faço um apelo a todos para parar de agressões e cobrar da nova presidente as ações que ela se comprometeu a fazer.

 

O Brasil assistiu estarrecido

A última campanha presidencial

Viu o país ser dividido

No teatro do guia eleitoral

O Sul jogado contra o Nordeste

Num jogo do bom contra o mau

 

Era o sulista contra o nordestino

No rádio e na televisão

Na web, na revista e no jornal

Em qualquer canto dessa nação

O preconceito no lugar da proposta

A emoção no lugar da razão

 

Éra o “nós” contra “eles”

Numa guerra sem educação

De vermelho contra o azul

Do urbano contra o sertão

Tudo fruto de marketing

Numa grande encenação

 

A ideologia da mentira

Dividindo a nossa nação

Metade querendo ser sabida,

Acusando a outra de não ter noção

Ser burra e desinformada

Jogando irmão contra irmão

 

Foi o ex-presidente FHC

Que num determinado momento

Chamou de pobre, desinformado

E sem conhecimento

Quem votasse na Dilma e no PT

Causando todo esse constrangimento

 

O mote foi dado de graça

Por um homem bastante preparado

Ex-presidente, sociólogo e intelectual

Que fazia estava muito bem informado

Portanto, agiu de forma proposital

E Rachou o país de lado a lado

 

O outro ex-presidente

O que nunca sabe de nada

Que sempre é inocente

Se aproveitou da “deixa” dada

Usou a fala de FHC

E fez uma confusão danada

Passou a falar de rico e pobre

Do sulista que tem tudo

Do nordestino que não tem nada

Do filhinho de papai sortudo

Do filho da mãe lascada

Que não tem nada no mundo

 

A candidata também se aproveitou

E fez discurso de separação

Acusou o seu adversário

De querer dividir a nação

Querendo trazer de volta

A figura do senhor e do barão

 

O povo feito “abestado”

A isca logo engoliu

O sul xingou o Nordeste

Que mandou o sul pra puta que pariu

A nossa Pátria se separou

O nosso Brasil se dividiu

 

Não importa quem ganhou

Essa eleição de presidente

O estrago já está feito

Na vida da nossa gente

Que agora só bota defeito

E age de forma inconsequente

 

É preciso reunir o país

Que hoje está completamente dividido

Não importa quem tenha ganho

Não importa quem tenha perdido

Importa voltarmos a nos unir

Ou dividir como propôs Ivanildo

 

O da música Nordeste Independente

Que falou desse preconceito

Dizendo que a separação já é um fato

E que é preciso torná-la de direito

Pois não devemos enriquecer

A quem só ver nosso defeito

 

Ou então cada um se perdoar

E promover uma grande união

Acabar com o preconceito

E cada um dar sua mão

Pra construirmos um grande país

E nos tornarmos uma grande nação.

27 de outubro de 2014 às 09:05h

Quem derrotou Aécio foi Minas!

Um candidato a presidente não pode perder na sua terra natal, principalmente quando sabia que enfrentará um adversário que para ele “Vale Tudo” numa das eleições mais difíceis da história da república.

Aécio perdeu em Minas porque trouxe um candidato a governador importado de São Paulo, com o carimbo do mensalão mineiro na sua testa, afastado da política, desvalorizando o papel de quem o acompanhou na sua caminhada para a consolidação de sua candidatura a presidência da República.

Não cabe dizer que foi o Nordeste quem derrotou Aécio, porque a situação da região já era conhecida por todos, em função dos programas assistenciais do governo federal que funcionam como porteiras dos novos currais eleitorais, colocando cabrestos nos eleitores menos esclarecidos como mostraram os resultados das urnas.

Ora se tinha consciência de que a situação no Nordeste era irreversível teria que cobrir essa diferença (mínima) no seu estado Minas Gerais que no primeiro turno já havia dado um recado claro de insatisfação, elegendo um governador do PT no primeiro turno e dando mais votos a Dilma do que ao próprio Aécio na corrida presidencial.

Que estas eleições sirvam de lição não só para Aécio, mas para todos que fazem oposição no Brasil. É preciso acabar com a velha prática do “dono da verdade” subestimando a capacidade de aliados em contribuir para a obtenção de resultados positivos.

 

26 de outubro de 2014 às 22:25h

GOVERNADOR ELEITO DE PERNAMBUCO PAULO CÂMARA EMITE NOTA SOBRE A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

“Espero que a presidente Dilma Rousseff corresponda às expectativas dos brasileiros e brasileiras que votaram para que ela conquistasse mais quatro anos de Governo. Da minha parte, como governador eleito de Pernambuco, que deseja o melhor para o Brasil, torço para que ela consiga corrigir os problemas que levaram quase metade do eleitorado a optar pela mudança, votando em Aécio Neves.

A presidente Dilma é a dirigente da Nação. É fundamental que os palanques sejam desmontados; que os ânimos sejam desarmados. Não é saudável esse clima de ‘guerra’ que se criou, desde o final do primeiro turno. O Brasil saiu muito machucado dessa disputa eleitoral, a mais acirrada desde 1989.

Da minha parte, manterei a mesma postura republicana que Eduardo Campos adotava, de defender, acima de tudo, os interesses do povo de Pernambuco, de apresentar bons projetos e fazer as parcerias necessárias com o Governo Federal. Não espero postura diferente da presidente da República.

Fui eleito com 68% dos votos dos pernambucanos – ainda no primeiro turno – a maior votação do País. Elegemos Fernando Bezerra senador da República e fizemos a maioria da bancada federal na Câmara dos Deputados. Essa será nossa base de apoio para defender as obras e os projetos que fazem parte do programa de Governo que foi referendado pela maioria do povo do nosso Estado.

O Governo Federal terá do Governo de Pernambuco o empenho para defender os interesses do nosso Estado e do Brasil, e para que este retome o caminho do desenvolvimento sustentável. A campanha acabou. Agora é hora de trabalhar por aqueles que mais precisam do poder público. Mais do que nunca: não vamos desistir do Brasil.”

Paulo Câmara

26 de outubro de 2014 às 22:07h

Adversários de Joaquim Neto vibram com derrota de Aécio Neves

A derrota de Aécio Neves para Dilma Roussef foi o primeiro passo para as eleições de 2016 em Gravatá. A vitória de Dilma prejudicou o projeto político de Joaquim Neto, evidenciou mais uma vez a falta de compromisso de Bruno Martiniano e beneficiou diretamente a Rafael Prequé.

O prejuízo de Joaquim Neto é decorrente da força que ele teria com a vitória de Aécio Neves, pois lutaria com unhas e dentes para se aproximar do novo presidente através de Bruno Araújo, que poderia ocupar um cargo importante no novo governo. Um dos adversários de JN chegou a dizer: Joaquim Neto é furão ele ia dormir em Brasília para tirar uma foto com Aécio e Bruno Araújo e depois usá-la para se fortalecer.

Além disso, Joaquim Neto trabalharia para consolidar a sua candidatura a prefeito em 2016, barrando os efeitos de seus processos, o que agora se torna muito mais difícil, principalmente, com a determinação da nova presidente de combater e punir irregularidades na gestão pública.

Com relação a Bruno Martiniano ele apenas procura abrir uma nova alternativa, pois com a votação pífia que deu aos seus deputados, praticamente inviabilizou qualquer posição de destaque junto ao novo governo do PSB, de Paulo Câmara.

Entretanto, se ele tomou essa decisão à revelia do novo governador Paulo Câmara, foi um tiro no pé. A não ser que tenha recebido sinal verde de Waldemar Borges ou de Luciana Santos do PCdoB que estava apoiando Dilma Roussef e que será a sua nova deputada federal por conta do desgaste junto a Sebastião Oliveira.

A situação de Bruno é um samba de crioulo doido. Pense numas tomadas de decisões que surpreende qualquer um que analise imparcialmente a ação dele. Por isso, com essa decisão ele se afasta de Paulo Câmara e do PSB.

Esse resultado da vitória de Dilma Roussef beneficia diretamente Rafael Prequé, visto que ele é do PSB há muito tempo, foi fiel ao grupo, teve o maior número de votos e tem um projeto político definido.

Assim Rafael se fortalece junto ao novo governador, Paulo Câmara que deve se reaproximar do PT e de Dilma e também junto ao PSB e ao seu deputado estadual Joaquim Lira, enquanto que  Joaquim Neto fica só com Bruno Araújo que deve virar oposição ao governo de Paulo Câmara quando o PSB retornar para Dilma.

Já Bruno Martiniano também se enfraqueceu diante do novo governador porque não seguiu a orientação de Paulo Câmara e apoiou Dilma. É preciso ver como Paulo Câmara vai analisar mais esta posição dúbia do prefeito.

Portanto, no novo quadro eleitoral de Gravatá, Rafael Prequé ocupa uma posição de destaque para a disputa do cargo de prefeito em 2016.

26 de outubro de 2014 às 20:28h

O pulo do gato. Esse gato pula!

Nenhum eleitor tem líder, vota pela sua necessidade básica

Disse aqui que nenhum líder político controla o voto do eleitor e é ele quem decide em quem vai votar. É ele quem escolhe quem vai governar o município, o estado e o país.

A prova disso é a vitória de Dilma em Pernambuco. Se no primeiro turno ela perdeu e Paulo Câmara teve uma vitória arrasadora, no segundo independente do apoio do governador eleito Paulo Câmara e o seu apoio para Aécio, a vitória de Dilma é que foi arrasadora, provando que não existe liderança e que o eleitor vota do jeito que ele quer.

O eleitor de Pernambuco votou pelo bolsa família, assim como o de todo nordeste. Tanto é assim que até o prefeito de Gravatá mudou de lado mais uma vez e justificou o seu abandono ao grupo de Paulo Câmara alegando que em Gravatá tem mais de 15 mil bolsas família.

É duro, mas é real ouvir uma declaração dessa. É o cúmulo do oportunismo político, da falta de posição, da falta de compromisso com a cidade e com os seus eleitores que esperaram até o último dia da eleição para saber em quem o prefeito iria votar.

Ainda bem que no primeiro turno sem ninguém apoiando Dilma teve 18 mil votos, Marina 17 mil e Aécio 5 mil, o que prova que o eleitor votou de forma independente para presidente da república sem considerar o apelo dos líderes políticos da cidade.

26 de outubro de 2014 às 20:00h

Dilma Roussef reeleita presidente da República

Novo governo, Novas ideias, mas sem as velhas práticas

Vamos esperar que a presidente Dilma Roussef cumpra os compromissos que assumiu com os brasileiros que acreditaram no seu projeto e evidente com o resto do Brasil.

Reforma política, desenvolvimento econômico, articulação com o setor privado, crise econômica, reforma tributária e tantos outros temas que foram relegados a segundo plano durante a campanha que privilegiou a pancadaria.

O Brasil não pode continuar a ser o país do bolsa família, a ser o país da reeleição, a ser o país da impunidade, independentemente de quem governe. Uma grande vantagem que existe agora é que temos as redes sociais e isso vai continuar mudando o comportamento dos políticos e dos eleitores.

Estaremos atentos para cobrar do governo do PT as mudanças que não fez nos doze anos em que esteve à frente do governo e que prometeu fazer agora nos próximos quatro anos. Vamos torcer para que o Brasil saia de vez das estatísticas negativas, deixe de ser um país subdesenvolvido, periférico e se torne de fato e de direito um país em desenvolvimento.

Que a nova presidente não continue incentivando a divisão do Brasil e se torne a presidente de toda nação.

26 de outubro de 2014 às 05:41h

Eleições 2014: Aécio ou Dilma – a briga é entre informação e desinformação

Daqui o pouco o Brasil estará decidindo quem vai governar o destino dos brasileiros por mais quatro anos. Se o PT com a continuidade de Dilma Roussef na presidência ou se o PSDB com a vitória de Aécio Neves nas urnas.

“Nunca antes na história desse país” uma eleição foi tão disputada como essa. Nem a de 89 entre Lula e Collor, marco da redemocratização do País. O que assistimos até agora não passou de um retorno à uma luta entre discursos ideológicos, colocando de um lado a “pobreza” e de outro a “riqueza”.

Retornamos a uma falsa briga entre o proletariado e a burguesia, retrocedemos para uma discussão inócua e sem futuro sobre corrupção, apenas para servir de base para discussões infrutíferas dos eleitores que na falta de propostas concretas para o futuro, preferem se agarrar a temas do passado, já superados pelo próprio processo democrático ou por denúncias de desvios de dinheiro que só servem para inflamar as militâncias contratadas de um e de outro candidato..

Ainda somos um país onde a esmola (bolsas miseráveis) pode fazer um candidato ganhar uma eleição. Ainda estamos numa nação onde a mentira bem contada e bem defendida pelos que se locupletam do poder ou dos que pretendem se locupletar no caso de mudança, ainda é a moeda de troca pelo voto.

Isso sem se falar na compra descarada do voto do eleitor que ainda se vende por dentaduras e sacos de cimento. O Brasil precisa apenas de uma reforma a política. As outras serão decorrência de um novo jeito de se fazer política neste país.

Enquanto discutimos baboseiras o congresso aprova uma lei que assegura a quem roubar a nação poder devolver o dinheiro desviado da bolsa da viúva em até 15 anos. O próximo presidente seja ele Dilma ou Aécio vai provar que estava dizendo a verdade se vetar esta lei quando ela cehgar em suas mãos em 2015, depois de ser aprovada pelo senado, coisa que é já é dada como certa.

Portanto, não temos nenhuma luta de classes e sim entre informados e desinformados, essa é a verdadeira briga do Brasil a da falta de conhecimento, de educação política, de conscientização e de entendimento das propostas vazias de um lado e de outro. Não temos direita e esquerda, temos os que estão e os que querem entrar.

Escutei certa vez que na política o que muda são os porcos, porque os cochos federal, estaduais e municipais são os mesmos. É isso que precisamos mudar. Temos que encontrar um novo jeito de fazer política.