10 de novembro de 2014 às 06:26h

A Arte de Falar e Convencer – Sete Dicas para Sair do Anonimato

cartaz palestra tomaz2

Na próxima quarta-feira (12) estarei proferindo a palestra “A Arte de Falar e Convencer”, onde estarei dando dicas preciosas para você que quer perder o medo de falar em público, quer fazer uma apresentação, promover um produto ou simplesmente está seguro na realização de um negócio.

A maioria das falhas que cometemos ou negócios que perdemos está apenas em uma palavra mal colocada, dita na hora errada. As vezes esse é um hábito que adquirimos e fazemos de forma tão automática que nem percebemos.

Por isso devemos estar atentos para pequenos detalhes das coisas com as quais lidamos porque são eles que fazem a diferença, são eles que nos levam para o topo ou nos colocam para baixo.

O evento acontece no Hotel Portal de Gravatá a partir das 16 horas, durante a entrega de credenciais aos novos corretores e estagiários do mercado imobiliário de Pernambuco, através de uma parceria da Rota 232 com o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis – Creci/PE.

 

10 de novembro de 2014 às 04:53h

Sete regras para o corretor que quer ser líder

Corretor líder é aquele que obedece a autoridade, compromete-se com o seu trabalho, respeita os seus subordinados, divide o e não o ruim, trabalha em equipe, controla a sua língua e tem espírito de servir.

Hoje, não temos mais lugar para o “Corretossauro”, metido a besta, orgulhoso, vaidoso, mentiroso, falso, enganador, desonesto, aético, enrrolão e mais um bocado de “ão” que dá para encher um caminhão.

Por isso, a pedidos, republico este texto que escrevi há algum tempo atrás e que muitos leitores têm pedido para que o coloquemos novamente no ar.

São sete regras simples para você entender um pouco o princípio da liderança e assim caminhar seguro em direção a uma vida justa, honesta e promissora.

Isso ficou para trás. O corretor moderno é outro e os principais passos para você chegar lá, você vê abaixo:

  1. Obedecer à autoridade

Ninguém é senhor de si mesmo.

Todos nós, independentemente da posição que ocupamos temos que nos reportar a alguém, sermos subordinados a outras pessoas. Sempre recebemos tarefas de um superior que está num nível hierárquico acima do nosso e que precisamos realizá-las.

E não adianta nada vir com aquela conversa: Ah! Mas eu sou o dono da imobiliária, da empresa, etc., Isto não tem a menor importância. Por mais “DONO” que você seja da sua imobiliária, do seu plantão, da sua equipe, você sempre vai ter o proprietário do empreendimento e, principalmente, o cliente acima da sua autoridade, pois são eles que decidem se trabalham ou não com você.

Portanto, daqui pra frente não se ache o dono do mundo. Pense como Jesus que sempre fez  a vontade do pai dele (Deus) mesmo, tendo todos os poderes dados pelo Pai para realizar o que quisesse. Assim você pode repetir a máxima popular cantada em versos: “Não sou dono do mundo, mas sou filho do dono”.

Liderar significa dependência, respeito à autoridade e obediência a uma vontade superior.

 

  1. Comprometimento com o trabalho

 

O líder tem compromisso com o seu trabalho, dedica-se dia e noite a sua missão, não deixa para os outros o que ele mesmo pode fazer apenas pelo sentimento de superioridade. Eu mando e pronto.

A minha esposa Célia sempre diz “Quem tem sede de mandar, não manda bem” e olha que foi líder de equipes em grandes empreendimentos durante muitos anos e ainda continua a frente de equipes que fazem qualquer coisa que ela pede e muitas vezes até o que ela nem pede e é surpreendida por coisas feitas por seus subordinados que ajudam a resolver vários problemas.

Um verdadeiro líder acredita tanto na sua liderança e tem tanta fé naquilo que faz que as vezes surpreende quando mostra a sua capacidade de comandar, de liderar, de resolver as questões muito mais pela delegação de poderes, pela descentralização, do que pelo egoísmo e pela vaidade de aparecer como o mandão.

É a fé e a confiança que ele adquire de seus liderados que fazem de “olhos fechados” o que ele pede (e não ordena) que demonstra claramente a força que ele detém sobre a sua equipe, de forma espontânea, natural, simples, mas eficiente e promissora.

Quem não se lembra da história do Centurião em Lucas, capítulo 7, que estava com um servo doente e pediu para Jesus curá-lo. Jesus condoído com a dor que sentia aquele comandante para com o seu comandado, disse: – Vamos até lá. Ao que o centurião respondeu: – Eu também sou homem sujeito a autoridade e tenho sob o meu domínio vários servos e digo a este vai e ele vai. E ao outro faz e ele faz. Portanto, basta uma palavra sua e eu mesmo vou lá e curo o meu servo.

Isto significa respeito à autoridade e acreditar na capacidade que possui de realizar o que foi pedido.

 

  1. Respeito aos subordinados

 

Dar apenas ordens, determinações e tarefas aos seus subordinados não quer dizer que seja sinônimo de liderar. Muito pelo contrário, a verdadeira liderança consiste em conhecer a sua equipe, saber do potencial de cada um, descobrir novos talentos, encontrar novos caminhos de realização de ações que tenham como objetivo o bem coletivo da tríade: proprietário – cliente – corretor.

Cada pessoa tem seus defeitos e suas virtudes. Quando Jesus andava com seus discípulos, ele  conhecia claramente os pontos fracos de cada um. Sabia que o seu tesoureiro era ambicioso, que o seu médico não acreditava nas curas que ele realizava, que o seu mensageiro não levava a sua mensagem como ele mandava. Mas o que ele queria era transformá-los em homens de caráter, íntegros, voltados para tomar atitudes que significassem a preocupação com a situação dos outros, tirando deles tudo que eles tivessem de melhor.

Isto se transforma em compreensão, tolerância, sensibilização e acima de tudo respeito a cada um da equipe, como ser único, individual e carente de atenção, zelo e cuidado.

 

  1. Dividir o bom e não o ruim.

 

O bom líder divide com a sua equipe em progressão geométrica os louros de qualquer vitória e também em progressão aritmética os ônus de uma derrota, ou de um insucesso. Na vitória, para compreenderem a importância da socialização, do companheirismo e de que é pelo compartilhamento que todos atingem posições de destaque.

Às vezes um líder acaba de achincalhar um liderado, humilhá-lo e na mesma hora está se desmanchando em sabedoria, magnanimidade e presteza para com um cliente ou para com o proprietário de um empreendimento que está sob o seu domínio. A isto chamamos de incoerência quando é intencional, comportamental, características de caráter e de bipolaridade quando é psicossomática, doentia.

Crie na sua equipe o sentimento de que mesmo sendo todos diferentes, cada um com seus defeitos, cada um buscando os seus interesses pessoais, existe a necessidade premente de todos acreditarem que estão num só barco e que se ele afundar vão todos juntos com ele, inclusive o líder.

Não existe pior momento para um líder do que assistir a derrocada de um projeto, o fechamento de uma empresa e na maioria das vezes isto acontece não por falta de recursos materiais, mas pela inexistência de fraternidade para com os recursos humanos.

Quando Jesus estava no barco e dormia, uma grande tempestade ameaçava a vida de todos que foram desesperados ao seu encontro para acordá-lo e pedir que salvasse a todos. Essa é a função do líder está sempre pronto para ouvir a tender a seus liderados.

E foi isso o que Jesus levantou-se e resolveu a questão não colocando cada um debaixo de suas asas, mas acalmando a tempestade. Por isso diante de um problema é mais importante solucionar as questões externas que estão influindo num mau resultado do que se ajuntarem todos num pacote e naufragarem.

Quando um líder aprende a dividir com a sua equipe os seus anseios, as suas incertezas, os seus medos, mostrando que é humano e igual a qualquer outro ser humano que precisa de apoio, de compreensão e de solidariedade, a sua relação com seus liderado tende a melhorar a cada dia.

Ninguém é super-homem e até o super-homem tem medo da “criptonita” que tira os seus poderes. Sendo assim veja qual é a “criptonita” que lhe ameaça e cuide para evitá-la, em geral esta “criptonita” está na reprodução de um mau comportamento seu, que mais afasta do que aproxima as pessoas, está no mau exemplo vindo do chefe que não gosta muito de você e dos amigos invejosos com comportamentos negativos, que querem ser os mais elogiados e os mais premiados pelo chefe que muitas vezes é imitado.

Devemos copiar as coisas boas e eliminar as coisas ruins de qualquer pessoa e não apenas do chefe, e devemos dizer claramente ao nosso líder onde ele erra, porque erra e o que deveria fazer para não errar mais.

 

  1. Formar uma Equipe e não “Eu”quipe.

 

Esta semana quando entrei para comprar um sapato numa loja de um shopping, estavam enfileirados logo na entrada vários vendedores que estavam sem clientes naquele momento. Um deles veio me atender, disse a ele o que desejava e enquanto ele foi buscar o meu pedido, pude observar que nas cadeiras, onde sentamos para experimentar os sapatos que queremos comprar haviam várias caixas abertas, vários sapatos espalhados.

De repente o gerente da loja aparece e começa a perguntar aos outros vendedores que estavam parados na entrada da loja, quem tinha deixado os sapatos desarrumados? Como ninguém assumia que tinha sido o espalhador dos sapatos, ou entregava o colega bagunceiro, não restou ao gerente outra alternativa a não ser começar ele próprio organizar aos sapatos colocando cada um na sua caixa respectiva e a guarda-los.

Na verdade o que esse gerente deveria ter era o sentimento de fazer com que os vendedores trabalhassem em equipe. Saindo do egoísmo de cada um desarrumar e arrumar a sua bagunça e fazendo disso uma tarefa coletiva, onde aquele que visse um sapato espalhado seria responsável pela sua guarda independentemente de quem mostrou ao cliente.

Este mesmo critério poderia ser usado para outras ações e assim todos passariam a compartilhar tarefas que antes eram individuais e passíveis de punição para um novo estágio de bônus, onde todos ganhariam o favor de todos.

Evidente que os aproveitadores e oportunistas que só fizessem desarrumar e não colaborassem com a organização estariam fadados a serem identificados e excluídos da comunidade de vendedores solidários.

 

  1. Cuidado com alíngua

 

Tiago apóstolo de Jesus, no capítulo 3 de seu livro fala sobre a língua. Faz uma série de questionamentos sobre o quanto a língua é um órgão perigoso e como pode levar o homem à ruina.

Ele pergunta se de uma mesma fonte pode jorrar água boa e água ruim, ou água doce e água salgada, ou ainda água pura e água impura. Em seguida diz que temos poder para por freio em um cavalo que tem tanta força, mas não conseguimos controlar a nossa língua.

Fala que um navio tão grande é controlado por um pequeno leme. Para concluir compara a língua a uma faísca que põe fogo numa floresta inteira.

Para ele, a língua sendo tão pequena consegue destruir todo corpo.

Portanto, devemos ter muito cuidado com a nossa língua, pois ela pode nos levar ao terraço do sucesso ou nos fazer descer ao porão do fracasso.

Tire da sua vida a falsidade, a inveja e a mentira e você properará. Muita gente fica se pergutando porque é que tudo na sua vida dá errado, enquanto na dos outros sempre dá certo. A resposta disso é muito simples: porque as palavras são como sementes se por onde andamos plantamos boas sementes colheremos bons frutos, mas se plantamos ervas daninhas é isso que colheremos.

Jesus manda que tenhamos cuidado com o terreno onde jogamos as nossas sementes. Porque se jogarmos em terreno pedregoso, ou seco, ou em lugares onde o passarinho dela se alimente estaremos desperdiçando nosso tempo e nossa energia.

Dessa forma concluímos que a nossa língua é a nossa chave para a vitória. Que devemos controlá-la e evitar que ela se transforme num instrumento de discórdia e geradora de confusão.

Aprenda a falar de coisas boas, positivas. Não minta, não seja falso, não faça da sua língua a espada que vai cortar a sua própria cabeça.

 

  1. Servir

 

O servo já está dito é aquele que serve. Assim como devemos respeitar a autoridade e a hierarquia, devemos também adotar o espírito de servidão. Tem corretores que se acham verdadeiros pavões.

Não ajudam ninguém. Não poiam nenhum trabalho que os tire de seus tronos nos plantões ou nas imobiliárias, não colaboram com nada, não colocam uma placa, não sobem numa escada, não pregam um cartaz.

Eo pior é que muitos estagiários vão nessa mesma linha, nem corretores são e já se acham o bam bam do mercado, não ajudam a organizar um estande, não contribuem com um colega que está precisando de uma força para fechar um negócio, não fazem nenhum gesto de solidariedade a ninguém.

O interessante é que a maioria desses, se não todos são os que menos têm sucesso. É só olharmos ao nosso redor para percebermos que aqueles que viram decoração de estandes, ou armários de imobiliárias não vão muito longe, arrumam poucos amigos e fazem poucas parcerias, porque ninguém quer se aproximar deles.

Portanto, aprenda a servir. Sem que isso signifique que você seja humilhado. Servir é ser humilde e não humilhado. Não confunda servidão com humilhação. O homem que serve é mais feliz. O homem que ajuda vive mais e melhor, isto já está comprovado.

Sendo assim, não tenha vergonha de contribuir para o sucesso de um empreendimento no qual você está envolvido, ainda que outros ganhem o prêmio e não você. Porque é justamente aí que vai estar a sua grandeza.

 

Escrito por Tomaz de Aquino

Jornalista, corretor de imóveis, perito avaliador e editor do jornal Rota232

 

10 de novembro de 2014 às 04:25h

Cuidado com o que você diz, pois tudo será usado contra você

Tiago apóstolo de Jesus, no capítulo 3 de seu livro fala sobre a língua. Faz uma série de questionamentos sobre o quanto a língua é um órgão perigoso e como pode levar o homem à ruina.

Ele pergunta se de uma mesma fonte pode jorrar água boa e água ruim, ou água doce e água salgada, ou ainda água pura e água impura. Em seguida diz que temos poder para por freio em um cavalo que tem tanta força, mas não conseguimos controlar a nossa língua.

Fala que um navio tão grande é controlado por um pequeno leme. Para concluir compara a língua a uma faísca que põe fogo numa floresta inteira.

Para ele, a língua sendo tão pequena consegue destruir todo corpo.

Portanto, devemos ter muito cuidado com a nossa língua, pois ela pode nos levar ao terraço do sucesso ou nos fazer descer ao porão do fracasso.

Tire da sua vida a falsidade, a inveja e a mentira e você properará. Muita gente fica se pergutando porque é que tudo na sua vida dá errado, enquanto na dos outros sempre dá certo. A resposta disso é muito simples: porque as palavras são como sementes se por onde andamos plantamos boas sementes colheremos bons frutos, mas se plantamos ervas daninhas é isso que colheremos.

Jesus manda que tenhamos cuidado com o terreno onde jogamos as nossas sementes. Porque se jogarmos em terreno pedregoso, ou seco, ou em lugares onde o passarinho dela se alimente estaremos desperdiçando nosso tempo e nossa energia.

Dessa forma concluímos que a nossa língua é a nossa chave para a vitória. Que devemos controlá-la e evitar que ela se transforme num instrumento de discórdia e geradora de confusão.

Aprenda a falar de coisas boas, positivas. Não minta, não seja falso, não faça da sua língua a espada que vai cortar a sua própria cabeça.

7 de novembro de 2014 às 05:48h

E agora José? Gravatá precisa de uma política de turismo!

A cidade de Gravatá tem um novo secretário de turismo  o mesmo que já foi e agora é de novo. Ele gosta de passar manteiga no bigode do gato. O problema é que dessa vez ele passa o pote da manteiga no bigode do gato, combinado com o próprio gato e o restinho, o que sobrar vai passar no “ ,” do resto do povo.

José Pereira, que assume a pasta é uma pessoa muito experiente, já ocupou diversos cargos na área do turismo e é consultor nesse segmento para várias cidades.

Entretanto, ele é apenas a pessoa que faz as coisas, algumas boas. Outras nem tanto. Mas, faz! Gosta muito de um marketing visual onde os eventos nem sempre são aquilo que estão aparecendo, mas que movimenta a cidade, ainda que sem  um planejamento, sem um processo de continuidade e sem um resultado positivo para a economia que é o que interessa ao trade turístico.

Outra coisa que ele não aceita de jeito nenhum é opinião, à primeira vista parece ser uma pessoa que escuta, que faz as coisas no consenso, mas no final é a vontade dele concordada com a do prefeito que prevalece. Se alguém ou algum outro secretário tentar interferir num projeto seu, ele vai querer a cabeça desse secretário junto ao prefeito, ou pelo menos afastá-lo de seu raio de ação.

Pereira é uma pessoa eficaz! Entretanto, a diferença entre uma pessoa eficiente e uma eficaz, é que a eficaz executa, faz a tarefa, realiza a “coisa” na “doida” como se diz, simplesmente para documentar, agradar o mandatário e depois usar nas suas palestras e assim se auto promover o que é bastante natural e comum a todo ocupante de cargo público que quer zelar pela sua imagem de realizador de projetos.

Já a pessoa eficiente age de outra forma, sem a pressa que caracteriza um projeto eleitoreiro e sem a pressão de prefeitos que a todo custo querem melhorar as suas imagens desgastadas, por centenas de denúncias de irregularidades com falsos eventos, falsos projetos e falsas ações que se dissolvem no ar como poeira, porque não passam disso: poeira dos pés de quem visita e de quem participa.

Que projeto definitivo na área do turismo Gravatá já teve? Nenhum! Como pode uma cidade em “Estado de Emergência”  justificar investimentos na área de turismo e encher a cidade de gente se ela atravessa, segundo o decreto do prefeito, uma grande estiagem?

Todo projeto turístico de Gravatá morre no começo da outra gestão que assume, no lugar da que entrou. Enquanto Gravatá não tem nada, cidades como Garanhuns que tem o festival de inverno, Serrita a missa do vaqueiro, Petrolina a festa do bode, Caruaru a feira eterna e o maior São João do Mundo, Cabo a festa da Pitomba e poderia continuar citando centenas como Gramado, São José dos Campos e muitas outras que realizam eventos da sociedade e não da prefeitura e assim independem do prefeito que está no poder.

Aqui não se tem nada duradouro, tudo é efêmero, passageiro, sem permanência e acima de tudo sem identidade, sem calendário, sem investimentos (não estou falando de merrecas que são gastas e depois superfaturadas para locupletar os bolsos dos gestores com shows fantasmas, com gastos inexistentes, com despesas sem licitação) e acima de tudo sem planejamento.

O que Gravatá precisa de fato é de um planejador que desenvolva uma política de turismo para o município que contemple o seu perfil.

Gravatá precisa de um planejador, além do executor, porque enquanto o executor vai fazer a comida do dia a dia, muitas com um gosto amargo, porque quem quer vender tem que gastar com a receita, com os ingredientes e com o cozinheiro, o planejador estará criando novos pratos para entrar no cardápio de forma definitiva e passar a integrar a lista dos grandes pratos desse “restaurante” chamado Gravatá tão bonito, tão promissor, mas que infelizmente só tem tido chefs de segunda categoria que não estão nem aí para o futuro do turismo para eventos duradouros e que só se preocupam em encher os seus bolsos, na maioria dos municípios.

Esperamos que dessa vez o senhor Pereira continue realizando as suas festinhas, as suas exposiçõezinhas, mas acima de tudo peça ao prefeito para colocar do seu lado um planejador, ainda que escondido, sem aparecer para não ofuscar o brilho da sua estrela, mas que exista, que seja real, para que tenhamos projetos desenvolvidos para a cidade e que se tornem do povo e não do prefeito A ou B.

Para encerar por onde anda o Conselho de Turismo de Gravatá?