1 de novembro de 2014 às 06:27h

Aberrações a que a reforma política deveria acabar

Um dos mecanismos de cooptação de lideranças que a reforma política deveria acabar seria com a permissão de governantes convidarem vereadores para assumirem cargos no executivo.

Os eleitores votaram nos parlamentares para que eles atuassem no legislativo, fiscalizando as ações da administração e elaborando projetos de lei para beneficiar os cidadãos. Entretanto, alguns vereadores ao assumirem os seus mandatos são convidados pelo prefeito eleito para serem secretários e assim deixam a câmara e vão para a prefeitura sem sofrerem nenhum tipo de prejuízo.

Além disso, ainda abrem a oportunidade do suplente se tornar vereador enquanto durar o afastamento do licenciado, colocando nas mãos do prefeito mais um defensor de suas políticas e mais um soldado para a sua base de sustentação, num claro ato de cooptação política, pois aumenta o universo dos que vão apoiar a administração, formado por aqueles eleitores do novo vereador que estava na suplência e que esperam serem beneficiados com a sua posse.

Enquanto o prefeito aumenta o seu leque de apoio a população perde um fiscal que poderia integrar a bancada de oposição e assim denunciar os desmandos e ampliar a quantidade de votos, diminuindo a bancada de sustentação do prefeito e garantindo maior rigor nos gastos públicos.

O suplente que assume não deve satisfações ao executivo e está tomando posse como vereador, no lugar do que se licenciou para assumir uma secretaria, através de um mecanismo legal e não de uma troca de favores. Se o prefeito quer convocar um vereador que foi da oposição e dar a oportunidade de outro vereador da oposição assumir é problema dele.

O que é condenável é o suplente ter o seu passe negociado como se fosse jogador de futebol para poder assumir: “olha se você vier para o meu lado, eu convoco ele para a secretaria e você assume o mandato, topa?”. Este provavelmente deve ser o diálogo entre o prefeito, o vereador convocado e o que vai assumir e a resposta todos nós já sabemos qual é.

O suplente de vereador Paulo Farias (PRP), que foi candidato pela oposição, assumiu como suplente no lugar do vereador Neto da Banca, que também foi eleito pela oposição e foi convocado pelo gestor para assumir a secretaria de governo. No mesmo instante em que se tornou vereador, Paulo Farias passou a ser aliado do prefeito.

É por isso que a cada eleição muitos desses políticos vão perdendo votos, porque acima de tudo perdem a credibilidade. A reforma política se vier, deveria obrigar o vereador que quiser ser secretário a renunciar ao seu mandato.

Com certeza não teríamos mais nenhum desses parlamentares que são eleitos pela situação ou pela oposição mudando de lado em função desse artifício arcaico e atrasado que torna a política cada vez mais repulsiva.

31 de outubro de 2014 às 16:04h

Café com empresários da Aciag

cafe da manha

Todos os meses na última sexta-feira de cada mês a Associação Comercial e Empresarial de Gravatá – Aciag, realiza um café da manhã com os aniversariantes do mês e aproveita para dar os informes da entidade.

Hoje, aconteceu mais uma edição do Café com Empresários, que contou com a participação de dezenas de comerciantes da cidade, além do atual presidente José Joaquim de Lemos e do novo presidente, vereador João Paulo, eleito recentemente e com sua posse marcada para o próximo dia 13 de novembro.

A tônica do encontro foi uma avaliação do comércio de Gravatá e a opinião unânime é a de que a atual gestão não tem conseguido responder aos anseios da população. O atual presidente José Joaquim de Lemos, afirmou que antigamente não se via um bequinho para se alugar e se colocar um estabelecimento e hoje sobram lojas, galpões e espaços para o comércio.

Continuando Zeca falou que a população não acredita mais na atual gestão e que o prefeito Bruno Martiniano, perdeu a credibilidade da população e nem o pessoal que votou nele acredita mais.

O atual presidente da Aciag, que toma posse em dezembro, o vereador João Paulo, ao ser questionado por um dos presentes sobre seu papel na Aciag e ao mesmo tempo ser da base do governo argumentou que sabe dividir as coisas e que o seu papel é defender os comerciantes de Gravatá.

Em seguida João Paulo afirmou que a gestão era complicada e até para a câmara era fechada e que ele fazia um trabalho independente e que sobre as expectativas da população já tinha procurado a associação dos engenheiros para se apresentar emendas e modificar o atual plano diretor que vem atrasando a cidade.

Finalizando disse: “Meu mandato na câmara está à disposição do comércio de Gravatá e não da prefeitura”.

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31 de outubro de 2014 às 07:43h

Gato não gosta de água! Disso todo mundo já sabe

Basta um pingo d´água para os gatos sairem doidinhos, correndo, pulando, se escondendo e se lambendo.

Gatos não gostam de água! Disso todo mundo já sabe e muitos se aproveitam da chuva para ficarem na cama do patrão (o povo) comer a comida do patrão e ainda roubar escondido algumas guloseimas, pensando que o dono não sabe quanto tinha e para onde foi.

Agora, tem alguns gatos que pensam que são mais sabidos do que outros e mesmo com a chuva caindo, saem às ruas, se molham e ainda ficam dizendo que tá tudo estiado. Fazem isso porque vão tirar proveito usando a estiagem como argumento para poder continarem no quentinho dos sofás, embora estejam todos molhados.

O problema é que os gatos não consideram que tem muita gente olhando. Que tem muita gente de olho nos seus pelos sujos, pelos pingos de “lama” que começam a aparecer e por conta de uma seca moral que já dura dois anos e não ajuda a ter água pura para lavar e enxugar os seus corpos.

Diz um amigo que o gato que pula de um telhado para outro e cai de costas, não é gato, é burro, porque todo gato só cai de pé. Afirma ele que só resta agora esperar para ver como o gato vai cair e para saber se é um gato mesmo ou se foi apenas mais um burro.

31 de outubro de 2014 às 06:21h

Prefeito decreta estado de emergência

O prefeito de Gravatá, Bruno Martiniano, que vem sendo acusado de diversas irregularidades administrativas, decretou mais uma vez estado de emergência por um prazo de 180 dias. Segundo nota da prefeitura o decreto se baseia na pouca escassez de chuva na região, que es tá abaixo da média histórica, prejudicando a população.

No começo de sua gestão o atual prefeito também utilizou este mecanismo. No que foi bastante criticado pela oposição e teve algumas ressalvas do Tribunal de Contas do Estado com relação as ações que desenvolveu no período compreendido pela medida.

A decretação do estado de emergência concede a administração uma série de instrumentos que facilitam a vida do gestor no que diz respeito a aquisição de bens e serviços sem observação dos prazos e exigências legais previstos na legislação, como a realização de licitações.

Em muitas prefeituras, não estamos afirmando ser o caso da de Gravatá, os gestores se aproveitam de decretos de emergência para cobrir prováveis buracos na administração, repondo o caixa que estava a descoberto e regularizando algumas situações que de outra forma poderiam levar os gestores às barras do TCE.

Entretanto, o decreto de emergência não significa liberdade total, até porque dessa vez o prefeito tem uma oposição mais ativa e fiscalizando com muito mais rigor os atos administrativos, além disso, a legislação estabelece determinados critérios de controle que permitem o acompanhamento dos bens e serviços contratados.

Para um vereador de oposição o decreto foi uma surpresa, porque na opinião dele Gravatá teve chuva demais, porém, como é leigo no assunto vai buscar a avaliação de técnicos para saber se tal decreto tem embasamento legal.

30 de outubro de 2014 às 07:36h

Direitos dos servidores municipais em discussão

Uma matéria publicada na página do facebook do presidente do Sindsgra – Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Gravatá, Marcelo Brito, direciona o leitor para o site da prefeitura, fazendo propaganda da administração e afirmando que Prefeito Bruno Martiniano deve acatar reivindicação dos servidores municipais.

Em seguida informa que aconteceu uma reunião com o novo secretário de governo que imediatamente se reuniu com A e com B para cobrar agilidade na pauta que estava no jurídico e depois transformar num projeto de lei para ser enviado à Câmara.

Finalizando, diz que o prefeito vai acatar as mudanças.

Analisando o acontecimento podemos supor que o sindicato está dando um crédito ao município o que é natural, aceitando um determinando prazo da municipalidade e entrando num acordo de boa vizinhança, objetivando ganhos para a categoria e ajudando a elevar um pouco o grau de confiabilidade na administração, mostrado que ela está aberta ao diálogo e que o prefeito vai resolver as pendências.

Esse caminho é perigoso! Uma entidade de classe, é um órgão de confronto, de combate, de luta pelos direitos. Não dá para ficar fazendo marketing e merchandising de prefeito e de secretário.

Na nota da imprensa da prefeitura faltou dizer quais são as reivindicações que o prefeito vai atender. Quais os direitos que ele vai dar e quais as concessões que ele vai fazer.

Segundo, o presidente do Sindsgra em informação ao blogdotomaz as reivindicações dizem respeito ao projeto de lei pra regulamentar os adicionais de insalubridade, periculosidade e adicional noturno (envia anexo cópia dos ofícios encaminhando à administração).

Já ao sindicato faltou informar à categoria o que foi pedido, o prazo que vai ser levado para a prefeitura preparar o projeto e dar uma resposta de sim ou de não, além de dizer se vai haver alguma assembleia para apresentação do eu foi discutido da reunião.

Esperamos que realmente estejamos vivendo um novo momento, onde a gestão adota uma nova postura de conversar com os segmentos representativos da sociedade e não seja apenas uma jogada de marketing para melhorar a péssima imagem da atual administração em todas as suas áreas: ética, moral e administrativa.

Outro detalhe é o local onde o encontro se dá, na sala do secretário que senta numa cadeira bem mais alta, coloca os representantes do sindicato a dois metros de distância e todos em cadeiras mais baixas, típicos das técnicas de psicologia de controle e de comando, demonstrando domínio e autoridade.

Em primeiro lugar a reunião deveria ter ocorrido numa mesa de negociação com todos no mesmo nível, e em segundo lugar deveria ser com o próprio prefeito.

Porque para entregar ofícios qualquer contínuo, diretor ou servidor pode entregar.

Vamos aguardar e acompanhar os resultados dessa reunião para não ser apenas média da “nova” prefeitura a fim de gerar notícias positivas para garantir votos nas próximas eleições.

30 de outubro de 2014 às 06:27h

Gtanet com problemas na sua rede

Há vários dias que os usuários da Gtanet vem sofrendo com problemas técnicos para acessar a Internet.

Segundo técnicos da empresa o problema é na rede e a solução está sendo procurada, o que deve ocorrer em algumas horas.

A maior dificuldade não está em conectar – se, mas em ter uma velocidade mínima para se acessar a rede e assim realizar as suas atividades.

Portanto, dentro de algumas horas o problema que já dura alguns dias estará resolvido.

30 de outubro de 2014 às 06:18h

Aciag faz jantar empresarial

A Associação Comercial e Empresarial de Gravatá realiza nesta sexta (31) o seu tradicional café da manhã para os aniversariantes do mês de outubro.

Este será o primeiro jantar que já conta com a participação do novo presidente João Paulo de Lemos e da nova diretoria que foi eleita e que toma posse em janeiro.

A Aciag como é conhecida tem feito um excelente trabalho junto aos diversos segmentos empresariais da cidade com cursos palestras, encontros, feiras e projetos de desenvolvimento.

A rota 232 e o blog do tomaz desejam sucesso ao novo presidente e estará à disposição da Aciag para continuar as coisas positivas que a entidade vem fazendo.

29 de outubro de 2014 às 11:58h

Joaquim Neto luta para ser candidato em 2016

Os deputados Bruno Araújo e Alberto Feitosa vão lutar para que Joaquim Neto possa ser candidato em 2016, só que dessa vez a situação de Joaquim é bem diferente da de 2010 e ainda por cima Aécio perdeu.

Nas últimas eleições eu fui o único membro da imprensa de Gravatá que afirmava contra tudo e contra todos, em inúmeras notas e matérias que ele seria candidato a prefeito em 2010, inclusive publicando reportagens no jornal Rota232 a respeito do registro de sua candidatura junto ao TRE que daria o devido deferimento.

Não deu outra, o TRE deferiu o pedido e Joaquim Neto foi candidato a prefeito, disputando contra o atual Bruno Martiniano.

Muitos dos processos de Joaquim Neto não chegaram a serem julgados até 2010. Assim também como nenhuma de suas contas julgadas irregulares pelo TCE tinham sido julgadas e reprovadas pela câmara municipal.

Dessa vez o quadro eleitoral é outro.

Joaquim Neto teve contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado que encaminhou os processos para a Câmara Municipal de Gravatá sugerindo que elas fossem rejeitadas pelos vereadores.

Os vereadores por sua vez, independente de questões políticas, rejeitaram as contas do ex-prefeito Joaquim Neto, colocando-o na lista dos ficha suja e tornando-o inelegível para as próximas eleições (2016).

Então, nesse novo quadro,  quando Joaquim Neto solicitar ao TRE o registro de sua candidatura deverá receber o seu pedido com a “solução de indeferimento”. Ele poderá recorrer ao TSE em Brasília, mas dificilmente o TSE toma uma decisão diferente das que foram tomadas pelos TRE´s dos estados.

É por isso, que pela primeira vez, afirmo que dificilmente o ex-prefeito Joaquim Neto conseguirá consolidar seu nome como candidato a prefeito de Gravatá em 2016. Cabe destacar que não estou me referindo a nenhum outro processo fora da esfera do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

29 de outubro de 2014 às 10:19h

Vereador da oposição de Gravatá tenta voltar atraz

A bancada de oposição na Câmara Municipal apresentou uma série de graves denúncias contra o atual e deu entrada em um requerimento solicitando a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito para investigar as irregularidades.

Segundo a vereadora Sônia do PP um dos vereadores da oposição tentou tirar o seu nome do requerimento depois que ele foi protocolo pela secretaria da casa, o que segundo ela não é permitido.

A pergunta que fica é?

Qual foi o vereador que quis tirar o nome, e, a principal porque ele quis tirar o nome?

Com a palavra a vereadora.