2 de dezembro de 2017 às 06:58h

Centro Celestino Gomes em Petrolina está abandonado pelo poder público

celestinoA arte relegada a segundo plano, sem nenhuma preocupação do poder público em resgatar, preservar e mostrar as obras de grandes artistas do Brasil que são esquecidos pela falta de ação política de gestores insensíveis que preferem fazer shows de baixa categoria, com artistas instantâneos do que construir museus ou restaurar espaços já existentes voltados para a arte e para a cultura.

É isso o que está acontecendo com o centro de Artes Celestino Gomes, em Petrolina, abandonado pela prefeitura que não desenvolve nenhum projeto para manter viva a história desse artista que foi sem dúvida um dos maiores pintores brasileiros, além de escultor e escritor.

O seu trabalho é belíssimo, a sua arte natural e espontânea e que embeleza muitas casas e muitos espaços públicos. Para alguns a melhor proposta seria a construção de um memorial em homenagem a Celestino Gomes, onde se juntasse todas as suas obras e se expusesse para que a sua memória fosse resguardada e a sua história multiplicada.

Veja abaixo um pouco de quem foi Celestino Gomes

“Celestino Gomes nasceu em Petrolina no ano de 1931 e durante sua trajetória artística realizou trabalhos como pintor, escultor e escritor, sempre retratando em suas obras a vida do sertanejo, festas populares, mulheres, paisagens e monumentos.
Conhecido como “Van Gogh do Sertão”, Celestino Gomes teve sua vivência em Petrolina e no Rio São Francisco.
Também conhecido internacionalmente, quando esteve na Europa, escreveu dois livros que narraram sua história, contando sobre a trajetória percorrida da roça ribeirinha até a Roma e seu retorno. Os livros ’Da Roça a Roma’ e ’De Roma a Roça’ narram o sonho de um artista matuto descobrindo a Europa nas décadas de 1960 e 1970.
Celestino Gomes morreu aos 73 anos, em 2004, deixando um vasto legado cultural. Era um homem simples, que sempre se preocupou em ajudar os outros e foi um apaixonado pelo Velho Chico. Deixou um vasto legado e viveu intensamente fazendo o que mais gostava”. Fonte: http://www.onordeste.com

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