2 de dezembro de 2014 às 12:11h

Site da prefeitura fora do AR, transparencia zero

A prefeitura de Gravatá está com seu site fora do ar há vários dias o que tem provocado reclamações por parte dos usuários dos serviços da municipalidade como a retirada de Notas Fiscais.

Além disso, não existe mais acesso as informações  sobre a gestão, principalmente ao Portal da Transparencia.

Portanto, a prefeitura deve agilizar a colocação de seu portal no ar a fim de atender a demanda da população.

28 de novembro de 2014 às 08:41h

Gravatá e Garanhuns a diferença do chorume para o vinho

natal garanhuns Enquanto a cidade de Garanhuns ganha o Natal Luz que era nosso e inaugura a sua iluminação Natalina, a nossa Gravatá vai cada vez mais afundando num mar de lama com denúncias de corrupção ativa e passiva, de apropriação indébita do dinheiro público, do atraso do pagamento dos funcionários, da falta de investimentos em educação, saúde, saneamento básico.

gravatá

Além disso, o prefeito Bruno Martiniano é acusado formalmente pela oposição que alega possuir provas documentadas e que  já foram entregues à Polícia Federal e ao MPPE, com indícios de formação de quadrilha, prevaricação, desvio de dinheiro público e aquisição de bens patrimoniais incompatíveis com a renda do gestor.

Dessa forma não dá nem para se fazer  a comparação tradicional que se diz da água para o vinho. Só dá para comparar mesmo é com o chorume, aquele líquido viscoso e fedorento que escorre do lixo, do acúmulo de coisas que não prestam e que vira lama suja que respinga em todos os que querem se beneficiar indevidamente da coisa pública.

Perdemos tudo que tínhamos e não ganhamos nada em troca.

Perdemos o salgadão e não veio o CIEE – Centro Integrado de Esportes e Educação, perdemos o Teleférico para Bonito que em breve será inaugurado; perdemos o polo moveleiro para Pombos que já está em fase de implantação, perdemos o distrito industrial para Bezerros que já ganhou duas indústrias e uma delas a de colchões já começa a operar em janeiro, estamos perdendo nosso mercado imobiliário para Chã Grande e para Bezerros, perdemos a Semana Santa para Caruaru, perdemos o Festival de Inverno para Pesqueira, o festival de Gastronomia, pasmem, para Vicência, sem nenhum demérito para o município de Vicência, apenas em função do status que cada uma das duas cidades possui.

Perdemos ainda, o Natal Luz para Garanhuns e o Virtuosi que esta semana já aconteceu em outra cidade. Perdemos ainda o São João para Caruaru porque esse já não existe por aqui há três anos.

A Câmara Municipal que tem como presidente Pedro Martiniano que é irmão do prefeito, respalda a maioria das irregularidades visto que a bancada da situação tem nove vereadores, a oposição tem cinco  e um dos vereadores foi acusado pela vereadora Sônia de fazer jogo duplo.

No fim do ano passado o prefeito disse que 2014 seria o ano de Gravatá, numa alusão ao número 14 de sua campanha que tem como representante no jogo do bicho um “gato”. E deve ter sido mesmo um  grande ano para ele que adquiriu muitos bens, vai somente explicar à justiça como foi essa aquisição e para alguns, visto que Gravatá tem até secretário milionário que compra apartamento de mais de R$ 2 milhões de reais e ainda passa procuração para outra pessoa, conforme denunciou o ex-deputado Edgar Moury Fernandes.

Portanto, este é o cenário econômico e político de Gravatá para 2015, e como podemos concluir não é nada promissor.

28 de novembro de 2014 às 08:13h

Empresários imobiliários continuam deixando Gravatá

Mais dois empresários deixam este mês o mercado imobiliário de Gravatá com destino a outras cidades como Chã Grande, Bezerros e Caruaru.

Alguma coisa que não é republicana acontece quando algum empresário procura a prefeitura para implantar um empreendimento na cidade. Eles não querem dizer o motivo e apenas afirmam que não dá porque se aceitarem determinadas condições não terão lucro nenhum com o investimento.

Assim preferem outras cidades onde a prefeitura ao invés que querer participar dos lucros da empresa, opta por incentivar a atração de recursos do setor imobiliário oferecendo vantagens e incentivos fiscais.

Alegam que ainda por cima tem a rigidez da legislação atrasada e arcaica do Plano Diretor de Gravatá, completamente inadequado a realidade do momento que se vive e que não tem previsão para a readequação por parte da prefeitura.

Dessa forma é melhor partir para outros locais e assim garantir retorno que é o objetivo de todo empresário, visto que não se investe onde há risco de prejuízo.

27 de novembro de 2014 às 06:23h

Segurança de Gravatá

Aconteceu ontem na Associação Comercial e Empresarial de Gravatá uma reunião para discutir os problemas de segurança da cidade.

Contando com a presença do secretário de Defesa Social de Gravatá, Humberto Interaminense é do secretário de segurança do estado Alessandro Carvalho, o encontro teve o objetivo de reivindicar a transformação da Companhia de Polícia em Batalhão, pois assim o município ficaria mais protegido.

O presidente da Aciag, vereador João Paulo de Lemos destacou a medida como um passo da Aciag no sentido de buscar soluções para os problemas que afligem os cidadãos.

Como todos sabem a nossa cidade atravessa uma grave crise administrativa, moral e política e assim todos os setores são afetados. A segurança é uma delas e a cada dia a população sofre com assaltos nas ruas, dentro de casa, com arrombamentos das casas dos privês, com roubo de carros constantes e diários e agora com arrastões em restaurantes de acordo com divulgação de um blog local.

Sem nenhuma iniciativa da administração a Associação Comercial de Gravatá faz o papel que caberia ao governo municipal que sem credibilidade não consegue reunir os setores da sociedade para debater os graves problemas que não consegue responder. Entretanto, por conta da rejeição do prefeito, o debate se transformou numa reunião da prefeitura, pois a maioria dos presentes era formada por secretários, cargos comissionados e diretores da própria associação.

Essa ausência do povo de Gravatá nesses eventos é por conta do descrédito do atual prefeito, cuja rejeição é percebida em todos os lugares.

O importante é que se abre um forum para se discutir os problemas do município, muito embora todos saibamos que dificilmente alguma medida será tomada, considerando-se que estamos no fim da gestão do atual governador e qualquer decisão só será tomada no próximo ano.

Acompanhe as entrevistas concedidas ao jornalista Tomaz de Aquino da Rota232.

16 de novembro de 2014 às 06:36h

Domingo é dia de poesia – Somos todos de uma mesma nação

Essa poesia é para dizer aquele jornalista que escreveu a “A Queda” e acho que nem sabe porque caiu, que s chama DIOGO “MAISNADA” que essa região continuará rica em bens e em personalidades que fazem a diferença.E, para encerrar de vez com essa babaquice da briga entre o Sul e o Nordeste apresento a poesia que escrevi logo após as eleições, para combater o preconceito dos sulistas contra os nordestinos.

 

O Brasil assistiu estarrecido

A última campanha presidencial

Viu o país ser dividido

No teatro do guia eleitoral

O Sul jogado contra o Nordeste

Num jogo do bom contra o mau

 

Era o sulista contra o nordestino

No rádio e na televisão

Na web, na revista e no jornal

Em qualquer canto dessa nação

O preconceito no lugar da proposta

A emoção no lugar da razão

 

Éra o “nós” contra “eles”

Numa guerra sem educação

De vermelho contra o azul

Do urbano contra o sertão

Tudo fruto de marketing

Numa grande encenação

 

A ideologia da mentira

Dividindo a nossa nação

Metade querendo ser sabida,

Acusando a outra de não ter noção

Ser burra e desinformada

Jogando irmão contra irmão

 

Foi o ex-presidente FHC

Que num determinado momento

Chamou de pobre, desinformado

E sem conhecimento

Quem votasse na Dilma e no PT

Causando todo esse constrangimento

 

O mote foi dado de graça

Por um homem bastante preparado

Ex-presidente, sociólogo e intelectual

Que estava muito bem informado

Portanto, agiu de forma proposital

E falou o que não devia ter falado

 

O outro ex-presidente

O que nunca sabe de nada

Que sempre é inocente

Se aproveitou da “deixa” dada

Usou a fala de FHC

E fez uma confusão danada

 

Passou a falar de rico e pobre

Do sulista que tem tudo

Do nordestino que não tem nada

Do filhinho de papai sortudo

Do filho da mãe lascada

Que não tem nada nesse mundo

 

A candidata também se aproveitou

do discurso da separação

Acusou o seu adversário

De querer dividir a nação

Querendo trazer de volta

A figura do senhor e do barão

 

O povo feito “abestado”

A isca logo engoliu

O sul xingou o Nordeste

Que mandou o sul pra puta que pariu

A nossa Pátria se separou

O nosso Brasil se dividiu

 

Não importa quem ganhou

Essa eleição de presidente

O estrago já está feito

Na vida da nossa gente

Que agora só bota defeito

E age de forma inconsequente

 

É preciso reunir o país

Que hoje está completamente dividido

Não importa quem tenha ganho

Não importa quem tenha perdido

Importa voltarmos a nos unir

Ou dividir como propôs Ivanildo

 

O da música Nordeste Independente

Que falou desse preconceito

Dizendo que a separação já é um fato

E que é preciso torná-la de direito

Pois não devemos enriquecer

A quem só ver nosso defeito

 

Não podemos concordar

com essa desunião

um bando de  irmãos desunidos

fazendo a guerra de secessão

como nos Estados Unidos

que matou muito cidadão

 

Cada um deve pedir perdão

Acabar com o preconceito

Promovendo uma grande união

Cada um com o seu jeito

Ajudando a construir uma nação

Com muito amor e com muito respeito

14 de novembro de 2014 às 07:46h

Creci realiza palestra sobre a Lei Maria da Penha

O Conselho Regional dos Corretores de Imóveis promoveu na manhã de quinta feira uma palestra sobre a Lei Maria da Penha com a Promotora de Justiça Dra. Giovana Belfort. No evento o presidente do Creci, Petrus Mendonça, o vice-presidente Torquato, conselheiros, diretores e corretores e corretoras além de funcionários da entidade que também se interessaram pelo tema.

Na sua fala Giovana destacou a importância de se ter a coragem de denunciar, pois sem a denúncia não como punir o agressor. Apresentou a estrutura de defesa da mulher no estado e também orientou sobre como encaminhar as queixas e onde elas poderiam ser feitas.

Petrus, destacou a importância da palestra mostrando que as vezes pensamos que conhecemos uma determinada legislação, mas depois de uma fala de uma especialista como a Dra. Belfort, sabe-se que é preciso conhecer com mais detalhes as leis de proteção da sociedade.

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4 de novembro de 2014 às 06:29h

Recuperação de estradas rurais é com piçarro e não com trator

tratro tres vendasJá disse aqui nas gestões de Joaquim Neto, Osano Brito e agora de Bruno Martiniano que a restauração das estradas rurais não podem ser feitas somente com um trator passando de lá para cá o tempo todo.

Quanto mais a estrada for aplainada através de retroescavadeiras, patrol, motoniveladora, mais problemas vai causar e mais dificuldades vai trazer para a população usuária dessas vias. Em primeiro a retirada de terra é prejudicial, pois baixa o nível da rua e muitas vezes deixa quase na superfície as instalações elétricas e hidráulicas onde existem, trazendo prejuízos para os proprietários rurais;

Em segundo lugar, como nosso solo é agreste, logo se chega em camadas rochosas que são quebradas colocando centenas de pedregulhos pontiagudos que cortam e furam os pneus dos veículos que transitam por essas vias.

Aqui na cidade de Gravatá só um prefeito iniciou a recuperação das estradas rurais de forma correta e eficaz que foi Sebastião Martiniano. Uma estrada rural não precisa de trator, precisa de piçarro.

Foi justamente isso que Sebastião Martiniano. Adquiriu para o município uma jazida de piçarro na Serra das Ruças, colocou uma retro escavadeira enchendo caçambas 24 horas por dia e levando para as estradas rurais.

Em muitos casos os próprios usuários com seus caminhões levavam o piçarro até as suas comunidades e juntos com elas promoviam o espalhamento que depois era finalizado por uma máquina que boleava a via, deixando duas linhas d´água uma de cada lado.

Assim a estrada ficava como um semiarco, onde no meio ficava em forma de abóbada de descendo para os lados. Com isso as estradas duravam muito mais, não faziam lama, pois a água tinha um escoamento regular, diferente de quando se passa um trator fazendo mais desnivelamentos do que corrigindo os defeitos.

Em muitas prefeituras passa-se somente o trator, mas na hora de empenhar aparece toneladas de piçarro que só foram usados mesmo para nivelar os bolsos e não as estradas, como já foi denunciado em várias cidades e esperamos que não seja o caso do nosso município.