7 de maio de 2017 às 09:11h

Sustentabilidade na arte é prerrogativa do jornalista Tomaz de Aquino

Utilizando madeira de demolição, para as molduras, lona crua de algodão orgânico para as telas, tinta acrílica atóxica e várias tonalidades tiradas da própria terra, o jornalista e corretor de imóveis Tomaz de Aquino, erradicado em Gravatá, a 85 Km do Recife, vem produzindo as suas obras com temas nordestinos e muitos pássaros de todas as regiões do Brasil.

Seu mais recente trabalho são duas Araras ave típica do Brasil, encontrada desde o pantanal até a floresta amazônica, pintadas sobre uma meia porta que fez parte de uma casa de uma fazenda localizada no sertão do estado e que por laços afetivos foi solicitado pelo neto dos antigos proprietários das terras.

Para conhecer mais sobre o trabalho ecológico de Aquino como ele assina as suas peças que são colocadas para venda nas lojas de artesanato do polo moveleiro do município, basta acessar www.rota232.com.br ou facebook.com/Rota232

3 de maio de 2017 às 06:19h

Treinamento sobre contrato de aluguel com Petrus Mendonça

No dia 7 de junho, das 8 as 19h, acontece no auditório da Fiepe em Caruaru o treinamento “Contrato de Aluguel” ministrado pelo ex-presidente do Creci e atual conselheiro do Cofeci, Petrus  Mendonça. Você pode fazer a sua inscrição pelo wathsapp 9.9973.2005 ou mandar um email para petrus@arrecifes.com.br e dividir em até 3 parcelas  o valor de R$ 190,00. Nçao perca essa oportunidade de se especializar e fazer a diferença no mercado.

1 de maio de 2017 às 07:06h

Feriado de Gravatá sem nenhuma atividade oficial para os turistas e moradores de segunda residência

Tomaz de Aquino e Mozart no Pólo Moveleiro.

Nesse feriadão a pergunta que mais circulou na cidade pelos que visitavam o município foi para saber se teria alguma festividade promovida pela prefeitura para os turistas, visto que outras cidades como Chã Grande e Panelas têm festas tradicionais como a Corrida de Jericos.

Mesmo explicando que Gravatá não tem tradição de fazer festas no dia 1 de maio, dia do trabalhador, o fato é que não houve nenhuma atração realizada pela secretaria de Turismo para atrair mais turistas para Gravatá e assim gerar mais negócios para os comerciantes.

Como estamos no primeiro ano de gestão, entrando no quarto mês da atual administração é chegada a hora da prefeitura começar a agir com mais rapidez em relação ao São João a fim de permitir que os comerciantes façam as suas programações de compras, visando atender à demanda dos que virão para Gravatá no período junino, afinal de contas só se tem 30 dias, já que chegamos ao dia 01 de maio.

No mais, todos esperam que a secretaria de Turismo elabore o calendário de eventos da cidade e planeje algumas ações para os meses de julho que é de férias, agosto que é conhecido como o período do frio, setembro e outubro que acontecia o festival de negócios e cultura, além do Natal Luz em dezembro.

Somado a tudo isso existe o mercado imobiliário parado por falta de aprovação dos projetos, visto que a prefeitura está modificando a legislação e isso tem trazido muitas dificuldades para quem quer construir, reformar ou regularizar seus imóveis, causando enormes prejuízos a construtores, incorporadores e em especial aos corretores de imóveis, que já sofrem pela crise econômica e política que assola o País.

 

 

25 de abril de 2017 às 06:23h

Prefeitura vai recalcular IPTU a pedido do Ministério Público

Conforme publicado na mídia (G1 de 18.04) mostra que a prefeitura ainda não encaminhou à imprensa nenhuma nota sobre a solicitação do MPPE para que suspenda a aplicação do reajuste do IPTU, que segundo o órgão de fiscalização superou em muito a inflação do período que foi de apenas 7,64%.

Além disso, é proibido ao município realizar reajuste sem lastro legal, ou seja sem uma lei aprovada pela câmara que assegure o processo de cobrança de novos valores, como informa o próprio ministério, alegando que procurou a direção da câmara de vereadores e lá tomou conhecimento de que não houve encaminhamento de nenhum projeto para respaldar a atualização dos valores cobrados pelo município.

Como a prefeitura baseou o reajuste num trabalho de georreferenciamento executado por uma empresa contratada pela gestão anterior que estava sob intervenção do governo do estado e que fez um levantamento imobiliário que orientou a majoração do tributo, a medida cabe revisão e assim foi feito o pedido pelo Ministério Público do Estado.

O questionamento que fica é como a população vai se comportar nesse caso: Deve pagar e esperar o resultado para reaver o que pagou a mais ou deve esperar o recálculo para poder efetuar o pagamento? O ministério Público poderia ter informado o que o povo deveria fazer.

25 de abril de 2017 às 05:44h

Comerciantes esperam agora a programação do São João de Gravatá

Depois da Semana Santa onde os comerciantes comemoraram o grande número de turistas e a ocupação dos privês e casas de segunda residência por seus proprietários e amigos a expectativa agora é com a programação de São João da prefeitura.

O setor privado já começa a se movimentar e algumas atrações como Luan Santana, Matheus e Kauan  já foram anunciadas para o espaço Carvalheira na Fogueira, que vai acontecer no Monte Castelo na cidade de Sairé.  Outros locais também já estão anunciando os seus atrativos para o período junino o que deve movimentar o município durante o mês de junho.

Como em junho o prefeito Joaquim Neto estará completando o seu primeiro semestre à frente da prefeitura, ou seja seis meses como prefeito de Gravatá, a população espera e os comerciantes também que aconteça na cidade o primeiro grande evento da atual gestão para ajudar a recuperar a economia da cidade que atravessou momentos críticos na última década, ainda por cima por conta da crise nacional que atingiu a todos os setores.

Essa semana entraremos em contato com o secretário de turismo de Gravatá para saber quais os passos que estão sendo dados pela prefeitura e se já se tem alguma atração confirmada para o São João de Gravatá, a fim de informar e permitir que os comerciantes possam programar as suas compras e decidam os eventos que vão fazer, como os lojistas do Pólo Moveleiro que em geral decoram a rua e preparam mimos para os turistas.

24 de abril de 2017 às 20:56h

PSB decide votar contra reforma trabalhista e provoca divisão interna

O PSB decidiu que vai votar contra as mudanças na legislação trabalhistas que modificou mais de 100 artigos da CLT e flexibilizou as normas de emprego. Na decisão o partido ameaça os filiados até com expulsão que se insurgirem contra a decisão partidária e votarem a favor das decisões do governo federal.

O Ministro Fernando Bezerra Coelho de Minas e Energia e seu pai o senador Fernando Bezerra Coelho discordam de decisão tomada pelo partido de votar fechado e contra as reformas na legislação trabalhista que vai acontecer na quarta feira. O presidente Temer afirmou que a partir de agora só vai conversar com a banda do PSB que apoia o governo.

Essa queda de braço entre o PSB e o PMDB tem reflexos em Pernambuco também no voto do deputado federal Jarbas Vasconcelos que é aliado do governador de Pernambuco Paulo Câmara e padrinho político do atual vice prefeito e secretário de Desenvolvimento Econômico Raul Henry. Por isso a pergunta; como vai votar o deputado federal Jarbas Vasconcelos cotado para assumir a vaga de senador na chapa de reeleição de Câmara?

19 de abril de 2017 às 19:57h

PLANO DE RECUPERAÇÃO DA CONSTRUTORA PDG PREVÊ NOVO APORTE DE BANCOS

De maior incorporadora do País, a PDG virou um poço de problemas para os credores – majoritariamente bancos – e, principalmente, para seus clientes. Em recuperação judicial desde 22 de fevereiro, no maior processo do gênero no setor imobiliário, a empresa deve apresentar à Justiça até maio seu plano de reestruturação para tentar se reerguer. O desafio maior será concluir os 30 empreendimentos em andamento, 17 dos quais estão paralisados.

Segundo fontes ouvidas pelo Estado, a tarefa não será nada fácil. Com uma dívida total de cerca de R$ 7,8 bilhões – dos quais R$ 6,2 bilhões no processo de recuperação judicial, aprovado pela Justiça em 2 de março, além de cerca de R$ 1,6 bilhão não incluído no processo –, a PDG não tem hoje dinheiro para comprar um tijolo sequer.

Da dívida total, R$ 1 bilhão refere-se a ações de clientes, que somam cerca de 20 mil pessoas – caso do casal Gizele Vieira e Thiago de Oliveira, que desistiu da compra do apartamento após a construtora informar que a obra atrasaria um ano e meio. Eles tiveram de refazer seus planos e hoje engrossam a lista de credores da PDG.

Em um mercado marcado por baixa demanda por imóveis, altos níveis de rescisão de contratos (distratos) e crédito restrito para as próprias incorporadoras, a PDG, que contratou a consultoria RK Partners e o escritório de advocacia E. Munhoz, vai tentar levantar dinheiro novo com os bancos credores, como Bradesco, Itaú, Caixa e Banco do Brasil, para conseguir terminar as obras. A propostatambém prevê a venda de apartamentos em estoque e terrenos para fazer caixa. Procurados, RK e E. Munhoz não comentam.

Recursos – Fontes a par do assunto afirmaram ao Estado que a companhia precisa de pelo menos R$ 500 milhões para terminar as obras. “Há mais possibilidade de os bancos colocarem dinheiro em construções em estágio avançado porque, dessa forma, podem vender os apartamentos ou pegá-los como garantia”, afirmou uma pessoa ligada a um dos credores. “Mas, para as obras que ainda estão no início, a alternativa seria repassar os empreendimentos a outras incorporadoras ou convencer os clientes a bancar o término das obras.” Procurados, os bancos não comentaram.

No mercado, há ceticismo em relação à recuperação plena da empresa, que chegou a ser avaliada em Bolsa em R$ 14 bilhões, em 2010, e hoje vale R$ 103 milhões. Em 2016, a PDG encerrou com prejuízo líquido de R$ 5,43 bilhões. O patrimônio líquido ficou negativo em R$ 3,4 bilhões. Ou seja, o valor das obrigações é superior ao dos ativos.

“A dívida é insustentável. A PDG adotou estratégias erradas: cresceu desordenadamente em regiões que não tinham como ter escala e buscou atender públicos muito diferentes”, disse uma fonte de mercado. Ainda assim, segundo pessoas familiarizadas com o assunto, a recuperação judicial foi o melhor caminho. “Não acredito em risco sistêmico, mas uma falência poderia prejudicar o setor”, disse outra fonte.

Futuro – Vladimir Ranesvsky, presidente da empresa, faz um “mea culpa” e reconhece que a PDG tinha um projeto de atuação nacional com imóveis de vários padrões, para diversos públicos, que não funcionou. Isso vai mudar. “O foco será tornar a PDG uma companhia bem menor, mas rentável e capaz de honrar seus compromissos.”

Hoje presente em nove Estados, o grupo deve focar em poucas capitais, mas não definiu qual será o seu nicho de mercado. Colocar esse plano em prática, porém, ainda depende do aval dos credores.

Fonte: O Estado de S. Paulo

18 de abril de 2017 às 05:38h

Presidente do Cofeci explica o porquê da cobrança da anuidade aos corretores de imóveis

QUANTO E PORQUE PAGAMOS ANUIDADE AO SISTEMA COFECI-CRECI –

Entre os 193 países existentes no mundo, com o reconhecimento da ONU (Organização das Nações Unidas), o Brasil é o único que possui SISTEMAS DE CONTROLE PROFISSIONAL caracterizados pela autogestão. Temos milhares de profissões no país, mas apenas 30 (trinta) têm regulamentação legal que prevê um Conselho Federal e respectivos Regionais, como é o caso dos Corretores de Imóveis.
Trata-se de um grande privilégio “invejado” e desejado por inúmeros países de todo o mundo, em especial os latino-americanos. Vários deles, inclusive a China, já enviaram delegações ao COFECI, com o objetivo de conhecer e tentar “copiar” nosso sistema de controle profissional. Não é fácil porque, um sistema como o nosso, depende de autorização constitucional. Só o Brasil a possui. Está consignada no artigo 5º, inciso XIII da Magna Carta, in verbis:
“Art. 5º – ……….
XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”.
A Lei nº 6.530, de 12 de maio de 1978, nossa lei de regência profissional, com base constitucional, estabelece em nosso favor uma RESERVA TÉCNICA de mercado inédita no mundo. Por aqui ninguém pode ser Corretor de Imóveis se não cumprir com os requisitos que a Lei estabelece (Curso de TTI ou de Gestão Imobiliária) e não estiver regularmente inscrito no CRECI.
Pode parecer pouco, mas é unicamente por causa da existência do CRECI que podemos exercer com tranquilidade nossa profissão, seja como profissional liberal, seja como imobiliária. Só quem tem inscrição no CRECI pode trabalhar como Corretor de Imóveis.
É verdade que existem atravessadores no mercado. Mas este não é um problema só nosso. Todas as profissões têm seus “picaretas”: advogados, engenheiros, médicos, dentistas, contabilistas, administradores, todas. Algumas até mais do que a nossa. Mas quando há um “picareta” usurpando nossa reserva de mercado, quase sempre ele está acobertado por um Corretor ou Imobiliária legalmente inscrito. Infelizmente!
Hoje em dia, no Brasil, os atravessadores são poucos em relação ao número de colegas inscritos. Isto porque eles têm de fugir o tempo todo da nossa fiscalização. Por aqui, eles já não têm a liberdade de agir como em outros países.
Nossa profissão não existiria sem o Sistema COFECI-CRECI. Sem demérito a outras profissões – todas são dignas de respeito – qualquer um seria “corretor de imóveis” (com letras minúsculas): padeiro, jornaleiro, açougueiro, quitandeiro, sapateiro, síndico, porteiro, professor, médico, advogado, engenheiro, bancários, etc.. Todos seriam “corretores”.
Sem a fiscalização do CRECI nenhum escritório ou imobiliária sobreviveria porque a concorrência seria selvagem, sem princípios e sem ética. Por isso, precisamos do CRECI. Quem disser o contrário ou é mal-intencionado ou é néscio total. O CRECI, por meio de sua fiscalização, garante nossa RESERVA LEGAL DE MERCADO, que só nós temos, em todo o mundo.
Mas, nossa Reserva de mercado tem um preço. Os CRECIs e o COFECI precisam de recursos para funcionar. Por isso, todos pagamos uma ANUIDADE (anuidade, não mensalidade) ao Conselho Regional (CRECI) onde somos inscritos. 80% da anuidade fica com o CRECI e 20% segue para o COFECI.
Neste ano (2017), a anuidade foi fixada, de acordo com o limite estabelecido no artigo 16 da lei 6.530/78, em R$ 591,00, com vencimento em 31 de março. Para pagamento antecipado, até o dia 15, de janeiro, fevereiro ou março, havia desconto de até 10%, 6% e 4%, respectivamente. Depois de 31 de março, aplica-se correção prevista na lei. O valor é o mesmo para todos os estados, o que pode variar é o percentual de desconto para pagamento antecipado.
Pois bem. Quanto isso representa em nosso bolso? Resposta: R$ 1,62 (Um real e sessenta e dois centavos) por dia. É isso mesmo. Basta dividir R$ 591,00 por 365 dias do ano. E o valor pode ser menor para quem paga antecipadamente e goza do desconto legal.
Ora, isso corresponde a, aproximadamente, meio cafezinho em qualquer boteco do país. Em lugares mais sofisticados, não chega a 30% de um cafezinho. Com certeza, é também menos do que damos a título de gorjeta diariamente aos “guardadores” de carros, ou menos do que damos a título de esmola nas esquinas todos os dias. É isto que vale nossa RESERVA DE MERCADO, nossa tranquilidade para exercer a profissão.
Que nos perdoem os contrários, mas quem não puder (ou não quiser) pagar R$ 1,62 por dia para garantir o direito de exercer uma profissão liberal como a nossa, sem a livre e nociva concorrência dos “picaretas”, não merece ser Corretor de Imóveis. Neste caso, é melhor pedir baixa do CRECI e procurar outra profissão.
Também temos ouvido reclamações de que um ou outro CRECI, através de seus dirigentes, age com autoritarismo e não corresponde à expectativa dos seus inscritos. É até possível que tal reclamação seja procedente. Entretanto é preciso lembrar que os Conselheiros e Diretores são eleitos, a cada três anos, pelo voto direto dos Corretores.
E, plagiando um velho adágio eleitoral, “CADA SEGMENTO (POVO) TEM O GOVERNO QUE MERECE”. Vale dizer: o voto é nossa grande arma. Temos de saber usá-lo no momento eleitoral e não nos deixarmos convencer por vãs promessas de campanha.
Mudar é bom porque injeta novas ideias e novos ânimos na administração. Mas também é preciso saber distinguir entre CONTINUISMO e CONTINUIDADE. Os antigos têm experiência, os novos têm arrojo. É preciso que haja balanceamento entre eles. A simples mudança, sem preocupação com a experiência e com a qualidade, pode representar prejuízo e grande retrocesso à instituição.
Nos próximos dias estaremos publicando uma série de esclarecimentos sobre nossa organização e nossa profissão. O próximo tema será FISCALIZAÇÃO.
Forte abraço.

www.blogdotomaz.com.br

8 de abril de 2017 às 07:28h

Privê Fazenda Serra do Marôto tudo que você precisa para a sua tranquilidade

O Privê Fazenda Serra do Marôto conta com matas nativas para trilhas e cavalgadas, mirante, play ground com coreto, piscinas de borda infinita, pista de equitação, e muito verde num empreendimento diferenciado e sofisticado para pessoas de bom gosto.

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7 de abril de 2017 às 05:41h

Encontro com João Gouveia na Clima FM 98,5

João, Ivalda e Kelly uma jovem que está em Clima de Sucesso

Amanhã, as 11 horas, estarei na rádio Clima FM 98,5, em Gravatá, no programa “ENCONTRO NA CLIMA” comandado pelo apresentador João Gouveia, onde estarei falando sobre assuntos de interesse dos gravataenses.
Falaremos da historia da cidade, das perspectivas com a nova gestão e principalmente, do projeto: Jovem Empreendedor que tem como objetivo ajudar os jovens de Gravatá a encontrarem oportunidades em todas as áreas como turismo, cultura, arte, negócios, etc, e assim não serem aliciados para as drogas ou não acreditarem de que podem fazer e mostrar o que estão fazendo.
Mesmo com todas as dificuldades devemos nos esforça para demonstrar que é possível  conscientizar a juventude sobre a necessidade da criação de uma nova mentalidade que tenha o empreendedorismo como foco, mostrando que é possível mudar e que através de seus dons e talentos implantar, gerir e oferecer novos produtos e novos serviços ao mercado.
Portanto, desde já agradeço a direção da rádio Clima FM, na pessoa de Ivalda Pontes e a João Gouveia empresário de comunicação de Pernambuco, pelo convite e convidamos todos vocês para escutarem o programa que já tem história na cidade.
Quem sabe se no futuro João Gouveia não decide criar na Clima FM um programa voltado para o jovem empreendedor a fim de chamar a atenção dos jovens para a necessidade de se tronarem donos de suas próprias vidas que poderia se chamar “Clima de Liderança”- O programa do jovem empreendedor.