18 de fevereiro de 2017 às 06:26h

Caçador de Imóveis – corretor captador: a melhor ação no mercado imobiliário – CIcast1

Capacitação Imobiliária – Série Caçadores de Imóveis

No meu último ebook “Caçadores de Imóveis – Captação no Mercado Imobiliário” lançado em 2015, trato no capítulo 12 do tema prospecção, ou seja, dos tipos de captação de clientes e produtos.

A captação é sem dúvida uma das ações mais promissoras que o corretor pode desempenhar no mercado imobiliário, pois lhe garante várias formas de retorno, entre as quais podemos destacar: grande quantidade de produtos para oferecer, grande quantidade de clientes potenciais para apresentar seus produtos e comissão de captação garantida na hora da negociação.

Veja agora alguns tipos de captação que o corretor pode realizar:

 Tipos de captação de imóveis e clientes

 Em geral as captações estão agrupadas em dois grandes grupos:

1.Captação interna – acontece dentro do próprio grupo do captador que é formado pelos colegas de trabalho, amigos, familiares, etc;

2. Captação externa – em geral são feitas em função de placas, anúncios, indicações de desconhecidos, etc;

3. Captação deliberada – feita em qualquer ambiente onde possam existir clientes potenciais como restaurantes, academias, encontros profissionais, seminários, congressos, festas, etc; não importa onde você esteja, com certeza você vai ter clientes para comprar, vender, trocar ou indicar outros clientes para você.

4. Captação on-line – criação de um site, uso das redes sociais, marketing digital: anúncio na internet, linkedin, wathsapp, etc;

5. Captação Off-line – feita no estande, no plantão da imobiliária, no quiosque de um shopping, etc; esse modelo de prospecção tem deixado a desejar nos últimos tempos e dificilmente vai permanecer no mercado.

6. Captação estratégica – quando são criadas condições especiais de ações planejadas para a ampliação da quantidade de clientes e produtos; aqui entra a criatividade e a inovação como elementos de conquista de novos negócios.

7. Captação boca a boca – quando outras pessoas que nem sequer são identificadas indica os serviços de quem está captando, resumindo: cliente traz cliente, amigo traz clientes, parente traz cliente e assim você criar uma rede auxiliares indiretos que facilitam a sua prospecção se transformam em captadores para o corretor.

Desenvolvendo essas ações o corretor com certeza vai se diferenciar, ampliar sua rede de contatos e ter mais possibilidades de fazer bons negócios.

Por Tomaz de Aquino
Jornalista, escritor, corretor de imóveis e perito avaliador

Acompanhe as nossas postagens no facebook.com/capacitaçãoimobiliária

15 de fevereiro de 2017 às 22:23h

Curso de documentação imobiliária

O mercado imobiliário exige a cada dia profissionais mais preparados, prontos para dar as respostas necessárias aos seus clientes em todas as áreas do segmento com destaque para a corretagem, direito imobiliário, gestão imobiliária e alunos do TTI.

Por isso, aprender, apreender e desenvolver habilidades torna-se fundamental para quem deseja alcançar o sucesso na profissão e quando se tem a oportunidade de receber conhecimentos de quem realmente possui a bagagem necessária para formar bons profissionais o aprendizado se torna mais rico e mais proveitoso.

Foi pensando assim que o corretor de imóveis, perito avaliador e empresário do ramo imobiliário de Caruaru, Alexandre Barbosa Maciel, trouxe para Caruaru a advogada e palestrante Josiane Wendt Antunes Mafra, pós graduada em direito público, com mestrado em meio ambiente e sustentabilidade e autora do ebook: Documentação Imobiliária, para ministrar o curso Documentação Imobiliária.

Faça a sua inscrições com preço promocional até o dia 25 de março e garanta um desconto especial de acordo com a tabela abaixo.

Alertando que os 10 primeiros inscritos receberão GRATUITAMENTE o e-book DOCUMENTAÇÃO IMOBILIÁRIA, um material riquíssimo de informações sobre o assunto que enriquecerá os seus conhecimentos.

Não perca essa oportunidade de se destacar e se diferenciar na sua área de atuação.

15 de fevereiro de 2017 às 05:28h

Matheus Graciano é o novo coordenador da Câmara Setorial dos Corretores de Imóveis de Caruaru

mathreus e pedro

Pedro Miranda e Mathes Graciano – foto Blog do Edvaldo Magalhães

Corretor de imóveis, advogado, perito avaliador inscrito no Cadastro Nacional dos Avaliadores Imobiliários – CNAI e cursando pós em gestão de negócios imobiliários Matheus Cordeiro Graciano é diretor da Oswaldo e Filhos, já tem nove anos de atuação no mercado imobiliário, e também integra o Rotary – distrito 4500, sendo responsável como co-chairman para a promoção de intercâmbio de jovens da região.

O Novo coordenador da Câmara Setorial dos Corretores Imobiliários de Caruaru vai apresentar esse mês as suas ideias e projetos para o mercado imobiliário do município e da região.

A Câmara Setorial dos Corretores de Imóveis de Caruaru – Casecoi que integra a Associação Comercial de Caruaru – Acic, é responsável por um dos maiores eventos do segmento, o Salão Imobiliário de Caruaru e outras ações que colaboram para o crescimento do setor imobiliário.

Confira também a nova diretoria da Acic

Presidente: Pedro Leopoldo Nogueira de Miranda
1º Vice-Presidente: Alfredo Alves da Cunha Neto
2º Vice-Presidente: Susiany Ferreira Liberato Ramalho

Vice-Presidentes:
Para assuntos do Comércio: Luverson Lúcio de Lima Ferreira
Para assuntos de Serviços: Marcio Cristiano Mahon e Silva
Para assuntos da Indústria: José Carlos Clímaco
Para assuntos das Câmaras Setoriais e Núcleos Especiais: Moema Duarte Ribeiro de Oliveira

Diretores:
1º Secretário: Luiz André Ferreira Santos
2º Secretário: Danielle Lago Bruno de Faria
1º Diretor financeiro: Newton Cândido Montenegro
2º Diretor financeiro: Ana Paula Pessoa Tavares
Diretor Administrativo: Bernardo de Lima Barbosa Filho

Conselho Fiscal:
Wamberto Aurélio Zenaide Barbosa
Paulo Muniz Lopes
João Melo Neto

Suplentes do conselho Fiscal:
Luiz Joaquim Vicente Neto
Wellington José Florêncio
Ricardson Wagner Sete de Moura

Comissão de Sindicância:
Silvio César Silva
Jaime Anselmo da Silva Filho
Geraldo Jorge da Silva Rodrigues Espíndola

 

13 de fevereiro de 2017 às 05:38h

Dicas para comprar sua casa com segurança – E não transformar o seu sonho em pesadelo

Tenho acompanhado ao longo da minha carreira como corretor de imóveis muita gente se arrependendo depois de ter fechado o negócio, ou seja, depois de ter comprado a casa que tanto sonhou, são distratos onde as pessoas em geral ficam no prejuízo, perdendo parte do dinheiro que deu, ou então ações na justiça que em geral demoram muito.

Isso se deve a vários fatores como urgência para adquirir um imóvel, oportunidade única a primeira, localização ideal e muitos outros. Mas, entre esses o que mais prejudica quem vai comprar a casa própria é a emoção.

Devido ao grande desejo de ter um imóvel as pessoas se deixam levar de forma ingênua por vários tipos de pessoas destacando, estelionatários, falsos corretores, empresas inidôneas, vigaristas e muitos outros modelos de enganar que daria para encher várias páginas contando os casos de pessoas que caíram em golpes imobiliários.

Esses golpes têm aumentado consideravelmente depois da internet e da explosão de portais imobiliários que dispensam a figura do corretor, ou mesmo que aceitam qualquer um se passar por corretor, deixando o cliente nas mãos dos aproveitadores.

Para evitar que tudo isso o cliente vamos partir de agora ajudar tanto o corretor ético e honesto quanto o cliente a fazerem um negócio que seja bom para os três lados, porque no mercado imobiliário o negócio só é bom, quando é bom para três: o cliente, o corretor e o construtor.

Por isso, a primeira ação para comprar a casa sua própria passa obrigatoriamente pela escolha de um corretor de imóveis credenciado junto ao Creci, em dia com suas obrigações, reconhecido como um profissional sério e honesto no mercado onde atua.

Dessa forma, em cada uma das etapas para adquirir a casa própria você tem que ter em mente que essa transação é definitiva, é para toda vida, envolve toda família e por isso não pode ser feita de forma apressada, cheia de emoção, num impulso e sendo levado na conversa de vendedor.

Veja agora cinco dicas para quem quer comprar um imóvel

contrato

1ª – ANÁLISE DO CONTRATO

Não assine o contrato na emoção. Peça uma cópia do contrato, leve para um advogado ou um especialista documentação imobiliária fazer uma revisão e verificar se tem cláusulas abusivas ou que gerem dificuldades no futuro.

Depois de ler o contrato fazer as correções necessárias e concordar com os termos, é hora de se certificar de que o imóvel não vai ser uma dor de cabeça e para isso você vai querer um laudo de avaliação.

 

perito

2ª – LAUDO DE AVALIAÇÃO:

Solicite um laudo de avaliação do imóvel feito por um perito avaliador devidamente habilitado junto ao Creci – Conselho Regional dos Corretores de Imóveis, a fim de garantir segurança na aquisição do imóvel. Caso a construtora se negue, contrate um perito avaliador e não aceite a opinião de qualquer um.

 

 

 

documentação

3º – DOCUMENTAÇÃO IMOBILIÁRIA

Os três passos principais para comprar uma casa são:

  1. Escritura no cartório
  2. ITBI (imposto de transmissão de bens imóveis) na prefeitura
  3. Registro no Cartório Geral de Imóveis

Como nos ensina o professor de documentação imobiliária Ari Travassos, podemos comparar a aquisição de uma casa com a de um veículo. Em primeiro lugar devemos destacar que todo imóvel tem o que se chama de Título de Propriedade e esse título precisa estar registrado no Cartório do Registro Geral de Imóveis – RGI e deve conter todos os dados do imóvel em negociação.

Ao comprar um veículo nós recebemos a Nota Fiscal da Fábrica que é levada ao Detran para fazer a matrícula. Em seguida você recebe um documento chamado DUT. No imóvel você tem  a mesma coisa só que com outros nomes: No lugar da Nota Fiscal você tem a Escritura do imóvel. No lugar da Matrícula você tem o registro no cartório de imóveis e no lugar do DUT você tem a certidão do Registro.

A tabela ficaria assim:

Carro Casa
Nota Fiscal Escritura no cartório
Matrícula do Detran Registro no cartório
Documento (DUT) Certidão do Registro

 

No caso de construtoras verifique se o Memorial de Incorporação está devidamente registrado ou prenotado no cartório de imóveis, e principalmente que o terreno onde o imóvel está construído está em nome da construtora.

Esse é um bom momento para verificar como está a situação da construtora no mercado, visitar outros empreendimentos feitos por ela e certificar-se de que ela tem um nome consolidado no mercado imobiliário.

casa-propria

4ª – VISITA DIURNA E NOTURNA

Hoje em dia com a facilidade dos celulares e tabletes, você que vai comprar um imóvel deve ir quantas vezes for necessário ao imóvel que você está comprando. Vá pela manhã, a tarde, a noite, faça vídeos dessas visitações, observe o movimento, converse com os vizinhos, veja as dificuldades de saneamento, iluminação, abastecimento de água, segurança, etc.

 

 

taxas

5ª – PESQUISA DE ÔNUS E DÉBITOS

Em primeiro lugar verifique a existência de débitos como IPTU, Bombeiro, Companhia Energética, Companhia de Abastecimento de Água, etc., em seguida analise também se existem débitos junto aos órgãos federal e estadual e solicite certidão negativa tanto de pessoa física, quanto jurídica se for o caso para confirmar falência, concordata, acidentes de trabalho, etc.

Seguindo esses passos com certeza você vai está realizando um negócio que ainda vai ter riscos, mas a chance de você se dar mal, vai ser muito menor do que fazer a transação apenas pela emoção e sem prestar atenção aos detalhes que foram expostos acima.

Agindo com calma, sem pressa e sem emoção o seu sonho de ter uma casa própria não vai se transformar num pesadelo.

Por Tomaz de Aquino
jornalista, corretor de imóveis
escritor e perito avaliador

www.blogdotomaz.com.br

8 de fevereiro de 2017 às 09:45h

CINCO PASSOS PARA O SUCESSO

Ao invés de acordarem, levantarem da cama com disposição, dar uma boa caminhada, respirar profundamente e pensar com sabedoria, preferem se entregar ao desânimo, a falta de vontade e o resultado já sabemos qual é: vai deixar de ser corretor e vai trabalhar em outras atividades.Aqui você não encontrar auto ajuda, não vai precisar meter faca em caveira, não vai quebrar banca, nada disso. Aqui você vai ter que ler, que ouvir, que estudar e que aprender para apreender e repassar o que aprendeu com seus colegas, sem egoísmo, sem arrogância e com humildade.

Aqui não tem esse negócio de pensa positivo que acontece. Se jogue do décimo andar e pense positivo para ver se você vôa. Agora pense em subir dez andares pela escada e dê o primeiro passo para ver se você não chega ao topo.

A regra é muito simples com cinco passos você vai conseguir fazer algumas transformações na sua vida e assim encontrar novos parceiros e garantir novos negócios. Alguém já disse que ninguém faz coisas novas, fazendo as coisas velhas, dessa forma comece a sua mudança hoje.

1º – SER SINCERO – passe a fazer tudo na sua vida com sinceridade, com honestidade e com ética. Mas também com amor, com satisfação e não apenas por obrigação, descubra dentro do mercado imobiliário um nicho que ainda não está sendo explorado e vá para ele de forma acelerada, isso sem deixar as suas tarefas já assumidas como clientes para atender, produtos para captar, etc.

Um exemplo disso fomos nós. Se vender a casa de moradia já está difícil, imagine vender casas para segunda residência, para turismo, ai sim é que reside uma dificuldade maior. Por isso, aqui na minha cidade Gravatá partimos para a regularização devido a medida provisória 759 que o governo lançou e que beneficia a legalização de imóveis irregulares. Ou seja, encontramos dentro da nossa área de atuação um campo para promover alguns negócios.

2º – DIZER NÃO – Muita gente não sabe mas o resultado de um não é mais poderoso e mais proveitoso do que um sim. Dá um sim e não fazer é ser desonesto, mentiroso, enganador e ninguém quer fazer negócio com uma pessoa assim. Portanto, a partir de agora dê o não quando não quiser fazer alguma coisa. Isso vai lhe trazer respeito. As pessoas vão saber que você age com transparência.

Um sobrinho com 14 anos foi na casa do tio a pé (12 Km) pedir algum dinheiro porque na as casa não tinha nada e seu pai estava doente. O tio disse que não sustentava nem malandro pai e nem malandro. Ao voltar para casa, viu na feira um caminhão sendo descarregado pediu para ajudar, ajudou ganhou seu dinheiro, levou para casa e voltou todos os dias para a feira e nunca mais pediu dinheiro a ninguém.

3º – TER DISCIPLINA – Ninguém chega a lugar nenhum sem disciplina, porque todo indisciplinado é desorganizado e desleixado. Quando ver uma pessoa desorganizada pode comprovar que ela não tem disciplina, não administra o seu tempo e por isso não tem tempo para nada, não tem uma agenda e por isso não cumpre os compromissos que assume e assim vai se perdendo no mercado. Lembre-se exercício físico somado ao estudo, ao esforço, ao sacrifício leva à tentativa de chegar a perfeição

4º – FAZER PARCERIAS – Todos os dias ao sair de casa você tem duas opções: ser o mesmo ou mudar. Tente buscar no mercado novos parceiros. Se não estiver no plantão vá pesquisar seus concorrentes, vá estudar os produtos da sua cidade, conheça novos corretores, novos donos de imobiliária, amplie a sua rede de contatos.

Existem centenas de oportunidades que podem ser somadas à função de corretor e dessa forma garantir um rendimento extra para você. Só para dar uma ideia hoje muitas empresas da área de energia solar estão procurando corretores para serem parceiros e assim passarem a representar esses produtos ganhando comissão quando consegue realizar a venda. Como o corretor sabe dos lançamentos deve procurar o incorporador e oferecer o novo modelo de energia, o que se for aceito vai lhe trazer retorno.

5º – CAPACITAR SEMPRE – Ninguém, em nenhuma profissão hoje em dia pode dizer que não tem oportunidade de se capacitar. São centenas de livros, e-books, palestras, treinamentos, cursos, dicas, etc, e a maioria de forma gratuita. Por isso invista no seu aprendizado, amplie os seus conhecimentos, busque novas habilidades, sem desanimar, sem preguiça e sem culpar ninguém pelo seu fracasso.

Veja meu caso: já fiz o curso de Avaliação de Imóveis, sou perito avaliador, mas estou fazendo gratuitamente, via on line, pelo Creci SP um curso de perito judicial que vai me dar mais um certificado para meu currículo e assim vai se somar ao de jornalismo, ao de TTI ao de pós em gestão imobiliária, ao de avaliador de imóveis e agora ao de perito judicial e já tem um novo para começar o de especialização em direito imobiliário. Isso só na área imobiliária.

Portanto, concluindo, não fique arranjando desculpas para a sua inércia, sua preguiça, sua desonestidade, seu isolamento nas redes sociais, sua falta de garra, de vontade e de fé.

A vida é luta diária pela sobrevivência todos os dias um leão acorda para correr atrás da raposa e todo uma raposa acorda para correr do leão. Você escolhe se quer ser a raposa ou se vai preferir ser o leão.

A todos um bom dia e seja sempre um CORRETOR PRÊMIO!

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6 de fevereiro de 2017 às 20:40h

Como agir certo para falar em público e fazer uma boa apresentação

a) Não faça críticas ásperas ou tome posições sobre assuntos delicados perante uma platéia que você não conhece inteiramente

Um caso, um tanto quanto interessante, pode ilustrar o que desejamos passar. Certa feita, um candidato a vereador aproveitou uma quermesse beneficente (nos tempos em que isso era possível), e se pôs a falar em meio ao público, na esperança de granjear alguns votos. Mal começou a falar e já se posicionou dizendo que iria varrer a criminalidade do mapa, que a polícia municipal deveria “descer a lenha nos vagabundos”, etc. O único detalhe é que a festa visava angariar fundos para pagar a fiança de um certo criminoso, querido da localidade… Com maior agilidade nas pernas que na língua, o pobre homem deve ter quebrado o recorde dos 100 metros rasos, ante uma multidão furiosa que pôs no seu encalço…

História da Vereadora…

“Eu sei que tem muita gente aí em baixo, que mete o pau em mim. Eu queria que esse pessoal que mete o pau por trás, tivesse a coragem de meter o pau pela frente. Porque meter o pau atrás é muito fácil, agente não vê, difícil é meter o pau na frente”.
b) Evite a prolixidade
Muitos oradores tendem a achar que quão mais difícil falarem, maior será a imagem de intelectual que passarão e, portanto, obterão admiração das massas. Ledo engano. Não se pode admirar um conteúdo incompreensível. Muito pelo contrário. Se houverem dúvidas quanto à formação ou experiência da platéia, evite jargões, termos técnicos ou vocabulário mais complexo. Lembre-se, para ser aceito, é necessário ser compreendido antes.

“Falar alto para ser ouvido, claro para ser entendido e rápido para ser aplaudido”

Ouvido, Visto e Compreendido

c) Não faça promessas vazias / Não conte com ingenuidade alheia

Trata-se de uma regra do Xadrez aplicada à comunicação: jogue sempre contando que seu adversário seja um bom jogador. O que ocorre é que muitos oradores, em clara demonstração de preconceito, tendem a achar que poderão realizar promessas, ou demonstrar projetos, sem qualquer fundamentação lógica. Talvez o melhor exemplo que ilustra o vício do “eles nunca serão capazes de questionar” é a proposta do Marechal Teixeira Lott de cobrir de plástico alguns gigantescos açudes do nordeste para evitar a evaporação de água. A proposta, à época, foi motivo de piada, exatamente entre os mais populares.

Seja lá qual for sua proposta ou idéia, ela deve ser crível, aos olhos de quem ouve.

Algumas promessas impossíveis:

1.     Se eu for eleito prometo fazer a estrada, a urbanização e a ponte. Gritava o candidato na cidade que ele não conhecia. Alguém na platéia levantou-se e argumentou: candidato aqui não tem rio. Ao que ele replicou: Não tem problema eu faço um rio também”.

2.     Projeto de ventilador para Casa de Farinha.

3.     De trazer água do mar para fazer uma praia…

d) Não divague
O tempo é o mais precioso bem dos tempos modernos. Em que pese isso, é comum encontramos palestrantes que usam o momento da palestra como um “divã ambulante”, fazendo comentários de sua vida íntima, suas frustrações, falando mal de terceiros, etc. Em que pese seja interessante usar um estilo “intimista”, isso não significa dizer que pessoas que se dispuseram a assistir a uma palestra sobre economia estejam interessadas em sua coleção de canetas antigas, especialmente quando 1/3 de sua fala acaba versando sobre elas.

Lembre-se: as pessoas aceitaram ir à palestra/discurso para ouvir um TEMA ESPECÍFICO. Fale de qualquer outra coisa, e você irá quebrar expectativas.

e) NÃO LEIA O BENDITO POWERPOINT!
O Powerpoint serve para ILUSTRAR apresentações, mostrar esquemas técnicos e tudo aquilo que  A VOZ É INCAPAZ DE REPRODUZIR. Não há nada mais entediante que uma horrível palestra na qual o “orador” pensa que os ouvintes são analfabetos, e passa a ler os textos colocados no Powerpoint… Sinceramente, não raramente me levanto e retiro-me do local. Trata-se de um ultraje.

Lembre-se: VOCÊ é o palestrante, não a multimídia. Portanto, VOCÊ é quem deve brilhar, não seu projetor.

f) Cheque os dados
Sempre que for falar em estatísticas ou dados em geral, cheque-os quanto à sua atualidade e veracidade. Do contrário, toda a razão de ser de uma palestra (exemplo: tendências do mercado imobiliário – com dados alterados por uma medida provisória) perderia o sentido. Se for o caso (de alteração total de conjuntura), remarque a palestra ou simplesmente cancele (exemplo: “ganhe dinheiro com ações de bancos”, na semana do “crash” da bolsa).

g) Evite uma fala inútil (para quem ouve)
Sempre que nos colocamos a falar, em geral estamos a defender um interesse próprio. Nada errado quanto a isso. O único detalhe é que, se sua fala não acrescentar algo às pessoas que estão ouvindo (fala egoísta), dificilmente você será ouvido. Assim: I) um candidato a vereador pode prometer melhoras no bairro, mas se falar de sua opinião sobre as tendências da moda, não será ouvido (a não ser que isso beneficie a localidade); II) um gerente que fale de mais investimentos em qualidade será ouvido com fervor no departamento de controle de qualidade, mas com certa apatia pela contabilidade.

E se tiver que defender um projeto que tenha de ser apoiado por todos mas que, aparentemente, só traga benefício a alguns?
Solução (exemplo da qualidade): “Costure” as vantagens. Tente demonstrar que um maior controle de qualidade pode facilitar, de alguma forma, a vida dos contadores da indústria (menos dados a serem lançados, menos trabalho, etc).

Saiba as necessidades de sua platéia:  faça com que o conteúdo de sua fala responda às necessidades de quem lhe ouve. Estude o assunto completamente. Coloque o que você tem a dizer em uma seqüência lógica. Assegure-se de que seu discurso esteja cativando a sua audiência assim como valorize o tempo de quem lhe ouve (seja objetivo – não enrole).

Pratique seu discurso: em casa ou onde você se sentir confortável: na frente de um espelho, com sua família, amigos ou colegas. Use um gravador e escute sua voz. Grave sua apresentação e analise-a. Saiba quais os pontos fortes e fracos de sua fala. Enfatize seus pontos fortes durante sua apresentação.

A expressão corporal é muito importante: Andar, mover-se,  usar o gesto de mão apropriado ou expressão facial podem fazer uma grande diferença em termos de apresentação, mas requer treino e sobriedade. A ausência de expressão corporal irá cansar sua platéia, por outro lado, o excesso irá irritá-los e distraí-los. Uma boa forma de treinar, para os que nõ possuem mestre, é discursas perante espelhos ou filmar sua performance.

Varie o tom de sua voz: dramatize-o caso necessário, de acordo com o contéudo do que está sendo falado. Você pode treinar isso usando um pequeno gravador ou mesmo seu microcomputador. Se um microfone está disponível, ajuste e adapte sua voz de maneira adequada. Nem alto demais (irritante), nem baixo demais (cansativo).

Vista-se apropriadamente para a ocasião: Evite roupas ou acessórios chamativos, quer em termos de cores (gravatas, ternos), como de “design” (saias muito curtas, calças justas). Seja solene se seu tópico é sério. Apresente a imagem desejada a sua audiência. Acima de tudo, transmita confiança no olhar. O primeiro a “comprar” sua idéia deve ser você mesmo, e isto deve ficar claro em seu olhar. Porém, evite que tal olhar transmita orgulho ou arrogancia.

Use recursos audiovisuais, mas somente quando apropriado e necessário: (não faça isso, por exemplo, numa fala curta de 5 minutos). Domine o uso do software de apresentação tal como PowerPoint bem antes de sua apresentação. Mas, acima de tudo, não se transforme num “leitor de powerpoint”, pois as pessoas sabem ler também e sua presença no recinto (simplesmente lendo as telas) seria dispensável. Use o audiovisual para “realçar” o principal (sua fala), não para substituir o orador.

Ainda quanto a equipamento de apoio, visual (projetores, flip-chart, etc) ou não (microfone, pedestal, caixa de som), assegure-se com boa antecedência de que tudo está funcionando e na ordem correta. Não há nada mais irritante do que perder tempo em razão da desorganização alheia.

Analise sua platéia: Ao falar, olhe para porções diferentes da platéia, sempre observando um ouvinte diferente por vez. Verifique se eles estão atentos e interessados. Se for o caso de desinteresse, use algum tipo de pergunta para um ouvinte, de modo a trazê-lo para “dentro da comunicação”, algo como “… e você, qual sua opinião sobre esta parte do projeto?”. Mas faça isso com um sorriso nos lábios e calma, nunca de maneira impositiva.

Use anotações pessoais com inteligência: usá-las é aceitável quando se tratarem de “tópicos” ou “lembretes” de dados técnicos. Tópicos são palavras-chave que te fazem relembrar o assunto a ser falado, e nunca trechos inteiros de uma fala. A idéia é você “bater os olhos” rapidamente no papel, sem pausas, e continuar a sua fala. Não há nada pior que um “orador” que fica lendo seu discurso/palestra, pois há a impressão de que o mesmo não sabe do que está falando.

Prepare-se com antecedência para perguntas: acima de tudo, imagine quais seriam as melhores respostas. E, muito importante, não importa o quão agressiva seja a pergunta (por motivos pessoais ou políticos, por exemplo), sempre responda com calma e tranquilidade. Uma maneira interessante de fazer isso é imaginar: “se eu fosse meu adversário, que perguntas ou críticas eu faria para me derrubar?”.

RESPEITE O TEMPO das pessoas: Fale o necessário e vá direto ao assunto. Nos dias de hoje, o ser humano vive em função do tempo. Se a sua platéia perceber que você está “esticando o assunto” ou entrando em análises não essenciais ao assunto, certamente se dispersará e você, mesmo sem perceber, estará falando sozinho.

Tenha OBJETIVIDADE na fala: Ou seja, cada fala tem que produzir algo. Pergunte-se sempre, antes de falar: o que desejo provar/demonstrar com minha fala? Quais são os pontos que desejo que minha platéia memorize?


TREINE O FINAL
: Evite os famigerados  “…gostaria de agradecer a presença de todos… “, “…era isso o que havia para ser dito…”, etc. O final, por certo, é a parte mais difícil do discurso,  e mesmo oradores experientes cometem erros nessa área, quer  “passando do final” (quando se fala mais do que deve), quer por laconismo. Uma técnica simples consiste em fazer um resumo dos 2 ou 3 principais argumentos, algo como “…finalizando, podemos afirmar que o projeto é viável em razão do argumento A, B e C…”.  Porém, não se fixe apenas nesse tipo de final. Compre alguns livros de discursos e estude as diversas finalizações, serão úteis a você.

1 de fevereiro de 2017 às 06:28h

PSB de PE se torna cada dia mais fraco e perde espaço em todos os estados

Com exceção de São Paulo onde o vice governador Márcio França cresce com a possibilidade de assumir o governo com a saída de Alckmin para presidente, na maioria dos outros estados o PSB/PE vem perdendo espaço.

A prova disso foi a derrota na reeleição para líder do PSB na câmara, deputado federal Tadeu Alencar, que perdeu a liderança para sua colega do MT Tereza Cristina. A derrota enfraquece o governo de Pernambuco onde aliados apoiaram abertamente a candidatura de Cristian a líder da bancada na câmara federal, como o senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado João Fernando Coutinho, ambos ressentidos com a falta de apoio do governo aos seus projetos políticos.

No interior não é diferente e em várias cidades o PSB não se entende nem na oposição e nem na situação, como por exemplo em Gravatá, onde o prefeito Joaquim Neto do PSDB cooptou para apoio aos seus projetos a maioria dos vereadores eleitos pelo PSB. Ainda essa semana na votação do projeto que aumenta os salários e o número de secretarias dos quatro vereadores eleitos pelo PSB apenas um votou contra o projeto do governo municipal.

Isso demonstra a falta de liderança do atual presidente da legenda no município Osano Brito,  que já havia sido desautorizado quando exigiu que a bancada votasse no vereador do PSB, Marcelo Motos, candidato a presidente da câmara municipal e houve resistência dios vereadores Paulo Farias e Nino da Gaiola que também lançaram as suas candidaturas e assim facilitaram a eleição do candidato do prefeito Joaquim Neto, vereador Léo do Ar.

Com a sua capacidade de articulação e sem oposição o prefeito Joaquim Neto voa em vôo de cruzeiro e com certeza vai consolidar a sua posição de maior líder político da cidade, garantindo inclusive o seu projeto de reeleição, em função das ações que já começou a desenvolver na cidade.

Tudo isso contribui para um desempenho fraco do atual governador Paulo Câmara.

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31 de janeiro de 2017 às 20:30h

11 Dicas para o corretor imobiliário vender mais

Em função do novo perfil do cliente a realidade mostra que o que se vende hoje é a verdade.   Acabou o tempo da enganação, o corretossauro está extinto (aquele corretor atrasado e arcaico que acha que vive ainda no tempo da pedrologia e não da tecnologia).

Confira agora as dicas para você vender mais

1 – Avalie imóveis próximos ao que você está vendendo e tenha uma lista para mostrar ao cliente com preços e condições, procure àqueles semelhantes ao seu e que sejam mais caros, pois se o seu cliente já fez isso, vai ver que você trabalha sério e com a verdade como referência;

2 – Faça um vídeo da área do imóvel durante o dia e também a noite para mostrar ao seu cliente evitando que ele faça visitas ao imóvel em horários diferentes e assim protele a compra ou nem a realize;

3 – Faça um estudo do trânsito e do barulho na localidade, principalmente se o imóvel estiver num lugar movimentado. Conhecendo o ambiente e os momentos mais desagradáveis fica fácil comparar  com os mais agradáveis  e assim contra argumentar mostrando as vantagens que ele terá, como por exemplo as horas em que o local passa a ser privilegiado e outras facilidades que ele tenha, como acesso a determinados produtos e serviços que ele não teria se estivesse num local mais calmo, tendo que se deslocar para ser atendido.

4 – Destaque em fotos a infraestrutura que o imóvel possui e tudo o que tem por perto, como ônibus, farmácias, padarias, as ruas que possam ser utilizadas em caso de engarrafamentos ou outros problemas, etc.

5 – Destaque a questão da segurança, faça levantamentos de casos acontecidos e compare com outros de outras localidades. Corretor é pesquisador por natureza tem que levantar dados para poder combater os pontos negativos de seu produto.

6 – Mostre onde vai ser a vaga de garagem que pertence ao imóvel, é importante o cliente saber como vão ficar seus bens, inclusive seu carro, mostre os pontos mais positivos como facilidade para entrar e sair da vaga.

7 – Se for condomínio mostre ao cliente quanto ele vai gastar com água, luz, taxas, etc. É importante uma conversa clara e sem rodeios. Custo é custo e tem que ser mostrado. Caso contrário ele mesmo vai descobrir e não vai ficar satisfeito com você.

8 – Tenha simulações de financiamento de vários bancos destacando a vantagem do seu tipo de parcelamento, comparando com vários tipos de renda que o cliente possa apresentar.

9 – Mostre a legalidade da sua imobiliária ou da sua atuação como corretor habilitado para garantir a credibilidade ao cliente sobre a transação que ele está fazendo;

10 – Indique quanto o cliente vai gastar aproximadamente com escritura, taxas, impostos, etc.

11 – Dê ao cliente informações verdadeiras e veja se o panfleto corresponde ao rela, a verdade, caso contrário bata fotos do local e esqueça a propaganda.

Lembre-se nada disso vai funcionar se você não for honesto.

Esse é um dos textos que está no meu ebook 7 Dicas Para Sair do Anonimato que você pode baixar gratuitamente

acesse: ebook.rota232.com.br

29 de janeiro de 2017 às 08:51h

Cinco regras para o líder que quer ter sucesso

Passo agora cinco dicas para você iniciar a sua melhora no trato com seu pessoal.

  1. Obedecer à autoridade

Todos nós, independentemente da posição que ocupamos temos que nos reportar a alguém, sermos subordinados a outras pessoas. Sempre recebemos tarefas de um superior que está num nível hierárquico acima do nosso e que precisamos realizá-las. Ninguém é senhor de si mesmo.

E não adianta nada vir com aquela conversa: Ah! Mas eu sou o dono da imobiliária, da empresa, etc., Isto não tem a menor importância. Por mais “DONO” que você seja da sua imobiliária, do seu plantão, da sua equipe, você sempre vai ter o proprietário do empreendimento e, principalmente, o cliente acima da sua autoridade, pois são eles que decidem se trabalham ou não com você.

Portanto, daqui pra frente não se ache o dono do mundo. Prense como Jesus que sempre fez  a vontade do pai dele (Deus) mesmo tendo todos os poderes dados por Ele para realizar o que quisesse. Assim você pode repetir a máxima popular cantada em versos: “Não sou dono do mundo, mas sou filho do dono”.

Liderar significa dependência, respeito à autoridade e obediência a uma vontade superior.

  1. Comprometimento com o trabalho

O líder tem compromisso com o seu trabalho, dedica-se dia e noite a sua missão, não deixa para os outros o que ele mesmo pode fazer apenas pelo sentimento de superioridade. Eu mando e pronto.

A minha esposa Célia sempre diz “Quem tem sede de mandar, não manda” e olha que foi líder de equipes em grandes empreendimentos durante muitos anos e ainda continua à frente de equipes que fazem qualquer coisa que ela pede e muitas vezes até o que ela nem pede e é surpreendida por coisas feitas por seus subordinados que ajudam a resolver vários problemas.

Um verdadeiro líder acredita tanto na sua liderança e tem tanta fé naquilo que faz que as vezes surpreende quando mostra a sua capacidade de comandar, de liderar, de resolver as questões muito mais pela delegação de poderes, pela descentralização, do que pelo egoísmo e pela vaidade de aparecer como o mandão.

É a fé e a confiança que ele adquire de seus liderados que fazem de “olhos fechados” o que ele pede (e não ordena) que demonstra claramente a força que ele detém sobre a sua equipe, de forma espontânea, natural, simples, mas eficiente e promissora.

Quem não se lembra da história do Centurião em Lucas, capítulo 7, que estava com um servo doente e pediu para Jesus curá-lo. Jesus condoído com a dor que sentia aquele comandante para com o seu comandado, disse: – Vamos até lá. Ao que o centurião respondeu: – Eu também sou homem sujeito a autoridade e tenho sob o meu domínio vários servos e digo a este vai e ele vai. E ao outro faz e ele faz. Portanto, basta uma palavra sua e eu mesmo vou lá e curo o meu servo.

Isto significa respeito à autoridade e acreditar na capacidade que possui de realizar o que foi pedido.

  1. Respeito aos subordinados

Dar apenas ordens, determinações e tarefas aos seus subordinados não quer dizer que seja sinônimo de liderar. Muito pelo contrário, a verdadeira liderança consiste em conhecer a sua equipe, saber do potencial de cada um, descobrir novos talentos, encontrar novos caminhos de realização de ações que tenham como objetivo o bem coletivo da tríade: proprietário – cliente – corretor.

Cada pessoa tem seus defeitos e suas virtudes. Quando Jesus andava com seus discípulos, ele  conhecia claramente os pontos fracos de cada um. Sabia que o seu tesoureiro era ambicioso, que o seu médico não acreditava nas curas que ele realizava, que o seu mensageiro não levava a sua mensagem como ele mandava. Mas o que ele queria era transformá-los em homens de caráter, íntegros, voltados para tomar atitudes que significassem a preocupação com a situação dos outros, tirando deles tudo que eles tivessem de melhor.

Isto se transforma em compreensão, tolerância, sensibilização e acima de tudo respeito a cada um da equipe, como ser único, individual e carente de atenção, zelo e cuidado.

  1. Dividir o bom e o ruim e entender a hora certa de oferecer o seu produto

O bom líder divide com a sua equipe em progressão geométrica os louros de qualquer vitória e também em progressão aritmética os ônus de uma derrota, ou de um insucesso. Na vitória, para compreenderem a importância da socialização, do companheirismo e de que é pelo compartilhamento que todos atingem posições de destaque.

Às vezes um líder acaba de achincalhar um liderado, humilhá-lo e na mesma hora está se desmanchando em sabedoria, magnanimidade e presteza para com um cliente ou para com o proprietário de um empreendimento que está sob o seu domínio. A isto chamamos de incoerência quando é intencional, comportamental, características de caráter e de bipolaridade quando é psicossomática, doentia.

Crie na sua equipe o sentimento de que mesmo sendo todos diferentes, cada um com seus defeitos, cada um buscando os seus interesses pessoais, existe a necessidade premente de todos acreditarem que estão num só barco e que se ele afundar vão todos juntos com ele, inclusive o líder.

Não existe pior momento para um líder do que assistir a derrocada de um projeto, o fechamento de uma empresa e na maioria das vezes isto acontece não por falta de recursos materiais, mas pela inexistência de fraternidade para com os recursos humanos.

Quando Jesus estava no barco e dormia, uma grande tempestade ameaçava a vida de todos que foram desesperados ao seu encontro para acordá-lo e pedir que salvasse a todos. Essa é a função do líder está sempre pronto para ouvir a tender a seus liderados.

E foi isso o que Jesus levantou-se e resolveu a questão não colocando cada um debaixo de suas asas, mas acalmando a tempestade. Por isso diante de um problema é mais importante solucionar as questões externas que estão influindo num mau resultado do que se ajuntarem todos num pacote e naufragarem.

Quando um líder aprende a dividir com a sua equipe os seus anseios, as suas incertezas, os seus medos, mostrando que é humano e igual a qualquer outro ser humano que precisa de apoio, de compreensão e de solidariedade, a sua relação com seus liderado tende a melhorar a cada dia.

Ninguém é super-homem e até o super-homem tem medo da “criptonita” que tira os seus poderes. Sendo assim veja qual é a “criptonita” que lhe ameaça e cuide para evitá-la, em geral esta “criptonita” está ma reprodução do comportamento do chefe pelos liderados e àqueles que mais copiam o chefe em comportamentos negativos, são os mais elogiados e os mais premiados pelo chefe que está sendo imitado.

Devemos copiar as coisas boas e eliminar as coisas ruins de qualquer pessoa e não apenas do chefe, e devemos dizer claramente ao nosso líder onde ele erra, porque erra e o que deveria fazer para não errar mais.

  1. Formar uma Equipe e não “Eu”quipe.

Esta semana quando entrei para comprar um sapato numa loja de um shopping, estavam enfileirados logo na entrada vários vendedores que estavam sem clientes naquele momento. Um deles veio me atender, disse a ele o que desejava e enquanto ele foi buscar o meu pedido, pude observar que nas cadeiras, onde sentamos para experimentar os sapatos que queremos comprar haviam várias caixas abertas, vários sapatos espalhados.

De repente o gerente da loja aparece e começa a perguntar aos outros vendedores que estavam parados na entrada da loja, quem tinha deixado os sapatos desarrumados? Como ninguém assumia que tinha sido o espalhador dos sapatos, ou entregava o colega bagunceiro, não restou ao gerente outra alternativa a não ser começar ele próprio organizar aos sapatos colocando cada um na sua caixa respectiva e a guardá-los.

Na verdade o que esse gerente deveria ter era o sentimento de fazer com que os vendedores trabalhassem em equipe. Saindo do egoísmo de cada um desarrumar e arrumar a sua bagunça e fazendo disso uma tarefa coletiva, onde aquele que visse um sapato espalhado seria responsável pela sua guarda independentemente de quem mostrou ao cliente.

Este mesmo critério poderia ser usado para outras ações e assim todos passariam a compartilhar tarefas que antes eram individuais e passíveis de punição para um novo estágio de bônus, onde todos ganhariam o favor de todos.

Evidente que os aproveitadores e oportunistas que só fizessem desarrumar e não colaborassem com a organização estariam fadados a serem identificados e excluídos da comunidade de vendedores solidários.

Sendo assim um líder é formado basicamente pelo poder de conquistar, convencer, compartilhar e servir.

 

Tomaz de Aquino

Jornalista, escritor,
corretor e perito avaliador

25 de janeiro de 2017 às 06:04h

DO EMPREGO À EMPREGABILIDADE

Por Nilton Cunha
professor e escritor

 A reestruturação produtiva e a sociedade do conhecimento

 A partir do final do século XIX e limiar do século XX, nos países industrializados deu-se início à aplicação do método de gerência científica, sistematizado por Frederick Taylor, com o objetivo de racionalizar o trabalho.

A aplicação na gestão de um novo modelo de produção industrial emergiu das experiências de Henry Ford em Detroit, no início do século XX, que passou a ser chamado de fordismo. Esse modelo produtivo durante boa parte do século XX foi considerado o mais eficiente e eficaz.

Esse novo modelo de produção gerou uma cultura do trabalho e do trabalhador, a qual determina as habilidades necessárias ao exercício profissional. Sua dimensão paradigmática serviu como referência para explicar e conduzir as pesquisas sobre o trabalho e a formação profissional, especialmente até o início da década de 1970.

No entanto, a partir desta década, o modelo taylorista/fordista se diferencia do modelo de produção contemporâneo denominado de “reengenharia da produção” ou “reestruturação produtiva”. O antigo modelo é balizado por uma produção de massa que utiliza trabalhadores semiqualificados no processo de bens padronizados, enquanto que a nova reestruturação produtiva emprega trabalhadores qualificados na produção de uma variedade de produtos diferenciados, com equipamentos flexíveis, de base microeletrônica.

Essa tendência de mercado, balizado pela flexibilidade, atingiu toda a área laboral, inclusive à imobiliária. Tal tendência leva as empresas a buscar qualidade, produtividade e competitividade. Isso afeta diretamente o trabalhador, ou seja, a necessidade de um perfil de trabalhador para essa nova dinâmica de mercado, com maior qualificação profissional e com uma educação mais robusta, para poder ser competitivo na nova dinâmica da sociedade contemporânea.

Até a reestruturação produtiva, a sociedade assalariada era a grande marca da humanidade, balizada por uma economia de trabalho na indústria. No final da década de 1960 e início da década de 1970, vários sociólogos ilustres formularam uma interpretação da sociedade contemporânea que a rotularam de “sociedade pós-industrial”. O proponente mais conhecido dessa ideia foi um sociólogo de Harvard, Daniel Bell, sobretudo na forma exposta em seu livro: The Coming of Post-Industrial Society (1973).

Daniel Bell, em sua tese sobre a “sociedade pós-industrial”, apontou o “conhecimento teórico” como o aspecto mais importante – a fonte de valor, a fonte de crescimento – da sociedade do futuro.

Nessa sociedade o conhecimento torna-se a atividade-chave da economia e o principal determinante da mudança ocupacional, pelo fato de que, as variáveis básicas da sociedade industrial: capital e matéria-prima passaram a ser substituídos pela informação e pelo conhecimento.

Isso foi promovido pelo impacto da tecnologia da informação sobre o emprego, o que atingiu diretamente as relações de trabalho, especialmente por termos atualmente, mais pessoa trabalhando na prestação de serviços do que nas indústrias. Além disso, o próprio mundo dos novos tipos de indústria pós-taylorista, pós-fordista e a economia de serviços são baseados pelos princípios da flexibilidade.

O mercado de trabalho, em linha geral, está procurando trabalhadores que possam se adaptar de forma mais rápida ao processo flexível e competitivo que a nova economia imprime. Isso enseja trabalhadores mais qualificados e com disposição de aprender a aprender, já que essa qualificação será permanentemente construída, aprimorada e renovada, na atual sociedade, também denominada de “sociedade do conhecimento”.

Saiba mais sobre Nilton Cunha

O professor e escritor Nilton Cunha é pesquisador da área da Filosofia, Sociologia do trabalho e Doutorando do Direito Laboral e Mestre em Ciência da Educação. Autor de vários livros entre eles: A CRISE DE REPRESENTATIVIDADE E A JUDICIALIZAÇÃO POLÍTICA NO ESTADO PÓS-INTERVENCIONISTA (COAUTORIA COM FÁBIO FADEL) E EDUCAÇÃO, FAMÍLIA E GERAÇÃO DIGITAL: DESAFIO E PERSPECTIVA DA PÓS MODERNIDADE.

Também fez a proposição do livro: O Ensino Superior e a Educação Inclusiva: Direitos à Igualdade e à Diferença, do profº Nilton Cunha, que agora virou a Lei 13.409, das cotas da Pessoas com Deficiência à Universidade.

Contato: niltoncunhapereira@hotmail.com