15 de Janeiro de 2018 às 16:06h

Comunicação, captação e criatividade os três problemas do corretor em 2017

Muitos corretores de imóveis provaram do pão que o diabo amassou nesse ano de 2017.

Àqueles que trabalharam com a visão voltada para a área de captação de clientes e não de produtos, pois produtos tem demais no mercado, e aplicaram nesse segmento técnicas de comunicação em conjunto com novas estratégias de relacionamento com certeza tiveram resultados melhores do que os outros que continuaram com as mesmas ações dos anos anteriores.

Esse ano de 2018 é um ano cheio de novidades teremos as eleições para presidente, governador, deputados e senadores e também a eleição do sistema cofeci – creci que vai eleger o novo presidente do Cofeci e os presidentes dos crecis regionais, além de uma copa do mundo pelo meio gerando muitas atividades e dessa forma exigindo mais inovação dos corretores.

Por isso preparamos um material especial focado nas três áreas que trouxeram mais dificuldades para os profissionais de intermediação imobiliária que são as de comunicação, captação e criatividade. Dessa forma estaremos aqui prontos para tirar a sua dúvida amigo corretor.

Acesse: www.blogdotomaz.com.br e fique preparado para realizar bons negócios no ano de 2018.

12 de Janeiro de 2018 às 07:59h

A comunicação como alavanca para o sucesso

“Quem não se comunica se trumbica” Abelardo Barbosa, saudoso Chacrinha.

Por mais que o chavão de um dos maiores comunicadores da televisão brasileira seja antigo, continua tão atual como há séculos atrás. Quem descobriu os segredos da comunicação e aplicou as técnicas de oratória e redação na sua vida, com certeza deve ter obtido resultados mais positivos do que aqueles que não se dedicaram a aprender e apreender os signos (sinais) de uma boa comunicação.

Seja em qual for a área que você atue é fundamental que você desenvolva a capacidade de se comunicar com eficiência, de transmitir com precisão uma mensagem, de apresentar com maestria um produto ou um serviço.

Todo profissional deve se concentrar em conhecer os mecanismos de persuasão, de convencimento, de expressão para poder alcançar os resultados que espera, se antes sem a internet, sem o wathsapp, facebook e outros aplicativos já era difícil realizar metas e atingir objetivos, hoje em dia com a força da tecnologia é quase impossível fazer sucesso, sair do anonimato e se desenvolver profissionalmente se não souber falar bem e escrever com clareza.

Por isso, como jornalista há mais de 40 anos e atuando na comunicação imobiliária há mais de 20 me coloco a sua disposição para iniciarmos um relacionamento de troca de experiências para ajudar você a melhorar a sua capacidade de se comunicar e de redigir com objetividade as suas necessidades de negócios.

Para mais informações e tirar qualquer dúvida passe um email para tomazdeaquino@creci.org.br que terei imenso prazer em lhe ajudar.

11 de Janeiro de 2018 às 06:16h

A Comunicação é a principal estratégia de qualquer negócio imobiliário

Tenho visto muita propaganda e também escutado muitos discursos para realização de negócios no mercado imobiliário. As empresas investem e investem muito para atingir o público alvo específico que deseja alcançar para adquirirem o imóvel que está sendo disponibilizado. Só que a maioria delas continua investindo como no passado, ou seja é como se as agências ainda produzissem material no mundo analógico.

Às vezes nós temos um ou outro case de sucesso, mas em geral os resultados têm sido mais negativos do que positivos, principalmente em épocas de retração econômica.

Alguns empresários do ramo imobiliário são mais experientes e definem junto com a agência o tipo de propaganda que vão fazer, o período em que vão divulgar e o local onde será distribuída a sua mensagem, outros se acham mais sabidos e não escutam ninguém, entendendo que sozinhos alcançarão os resultados desejados. E muitos donos de imobiliárias só querem ganhar não investem nada, não valorizam seus corretores e só esperam pelos proprietários dos imóveis.

Entretanto quase nenhum deles procura uma assessoria de comunicação especializada, que conheça o tipo de produto que está sendo oferecido e também o tipo de público que será buscado para realizar um negócio que não deve ser bom não apenas para dois lados (construtor e cliente), mas sim para três (construtor, cliente e corretor).

A transação imobiliária é o único negócio que tem que ser bom para três lados: O proprietário do imóvel, o cliente e o corretor. Porém sem essa percepção não existe na prática, é só observar que 95% das mensagens imobiliárias só se preocupam com o cliente e com o proprietário do empreendimento formatando uma mensagem, que no final  das contas é fraca e que será vista mas não provocará o desejo de compra no cliente e, por isso, nem sempre os objetivos estão alcançados.

Num momento de Bonança, com bons ventos soprando se vende até vermelho acompanhado de DVD de festa para quem está num velório, mas numa situação de crise em um setor é preciso ter a comunicação correta onde o assessor de comunicação passa a ser peça a chave no processo de informar sobre o produto e, além disso, age juntamente com o publicitário trabalhando em sintonia e harmonia e definindo que mensagem será transmitida e em que mídia.

Quando pegamos um panfleto ou escutamos uma mensagem no rádio ou ainda assistimos uma propaganda na TV parece que é a mesma para todo mundo e só muda o empreendimento: Em geral é o melhor lugar do mundo que está sendo oferecido – até Adão e Eva querem voltar e morar lá – o produto oferecido tem tudo que o cliente deseja.

Porém, todos nós sabemos que não é assim e que às vezes nós temos um ou outro case de sucesso, mas em geral os resultados têm sido mais negativos do que positivos, principalmente em épocas de retração econômica.

A propaganda imobiliária continua a mesma de 50 anos atrás. Não mudou nada. Foto muito bonita  da casa, do apartamento ou do loteamento que está sendo comercializado; informações repetidas e batidas que o cliente nem ler mais, destaque para um preço que todo mundo sabe que é irreal e está engordurado pela fórmula do Colesterol Ruim – LDL = Lucro Demais vira Ladroagem.

Evidentemente que por conta das novas ferramentas tecnológicas muitos têm usado de forma errada as redes sociais e a internet, destruindo muitas vezes uma história de sucesso de negócios imobiliários construída em décadas. Daí muitas imobiliárias que eram famosas estarem estagnadas e paradas no mercado porque não se reciclam.

Algumas propagandas tornam-se tão irreais com o photoshop que se transforma o próprio corretor num distribuidor de panfleto, sem conhecimento do imóvel que está oferecendo, onde não foi preparado e treinado para trabalhar aquele empreendimento e que foi para lá só porque precisa, só porque o dono da imobiliária precisa de gente no plantão (sem importar quem).

Essa união de um professor despreparado com a imagem falsa de um produto que só existe no papel e com uma mensagem ilusória fica tão evidente que o empreendimento estaciona e não vira um caso de sucesso. A mensagem chega rapidamente nos ouvidos do cliente, mas, ele simplesmente não compra!

Acabou a época de iludir. O cliente agora só compra o real, pelo preço de mercado e de acordo com suas necessidades e não com as necessidades do proprietário ou do corretor. Corretor bom não é aquele que pensa que sabe vender tudo, mas aquele que vende o “REAL”.

Nessa conjuntura muitos lançamentos que tinham tudo para ser um sucesso: preço, localização, infraestrutura, emperra e não sai do canto. Encalha e o prejuízo é certo. E essa situação começa a partir da escolha do nome do empreendimento e da mensagem que será desenvolvida para colocá-lo no mercado.

Por isso que a comunicação tem sido a melhor alternativa para a realização de bons negócios onde a estratégia é exclusiva para cada empreendimento, a mensagem é pensada para cada público, os valores são estabelecidos a partir da realidade circundante e não do que se pensa de retorno e isso só pode ser feito por profissionais especializados em comunicação.

Portanto, a partir de agora aposte suas fichas numa proposta integrada produzida por um bom assessor de comunicação, juntamente com a agência e ouvindo os corretores envolvidos na comercialização, só com esse tripé teremos uma nova forma de promover os produtos imobiliários e desenvolver ações com resultados concretos de comercialização.

8 de Janeiro de 2018 às 07:32h

Pensamento, desejo e fé na caminhada de 2018

Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Colossenses 3:2

A atitude mais importante de nossa vida é termos domínio sobre os nossos pensamentos. O pensamento não pode ser livre, não pode ficar sem controle, pois assim só provocaremos situações desconfortáveis para nós mesmos.

Temos a tendência de nos agarrarmos aos pensamentos negativos, que nos fazem sofrer, que nos deixam tristes, ficamos num círculo vicioso lembrando de tudo que nos fez mal, de tudo que nos magoou, de todas as coisas que nos trouxeram decepção.

O risco é que o pensamento é o indutor do desejo. Isso significa que se pensamos mal, termos o desejo para o mal. Isso não significa auto ajuda, pensar positivo que acontece, nada disso. O que essa atitude de pensar nas nossas metas, de nos concentrarmos no nosso futuro, de idealizarmos as nossas realizações, vai induzir o nosso desejo para esse caminho.

Para esse caminho, porque para iniciarmos a caminhada será preciso ter Fé.

Dessa forma devemos tirar da nossa lista de pensamentos tudo que for relacionado à raiva, vingança, frustração, decepção, tristeza, etc., e substituirmos por perdão, desejo e ação.

Com essa atitude o seu pensamento irá firme na direção da sua meta, porque estará reforçando um desejo que será estimulado pela sua fé.

5 de Janeiro de 2018 às 06:15h

A Comunicação Equivocada no Mercado Imobiliário

Atender a necessidade do cliente é o principal objetivo de qualquer empresa

“Meu cliente pode ter um carro de qualquer cor, desde que seja preto”, Henry Ford.

Este modelo de negociação fornecedor – cliente chamado de modelo “T” ainda prevalece em muitos setores da economia, pincipalmente no mercado imobiliário, onde os produtos são planejados, produzidos e popularizados (colocados à disposição do público) sem nenhuma interatividade com o consumidor final, com exceção da hora de atraí-lo para a aquisição do bem ou serviço.

O resultado disso é que às vezes se tem um bom produto e por falta de uma comunicação eficiente, isto é, por não usar a Comunicação Integrada (CI) não se atinge o objetivo desejado e o saldo se torna negativo.

Um dos motivos que leva a essa situação de fracasso muitas vezes está ligada ao processo de comunicação equivocado que acontece desde a empresa, passando pela agência de propaganda que cria o material de promoção, chegando aos representantes comerciais (vendedores) e, por fim, batendo na porta do cliente de forma errada.

Esta semana, como jornalista e comunicador do mercado imobiliário, assisti ao lançamento de três empreendimentos imobiliários de grande porte no estado de Pernambuco: Um grande loteamento; um conjunto residencial de flats e um bairro planejado, nos três as falhas de comunicação eram visíveis.

1 – Nem todos os envolvidos no processo de lançamento dos produtos tiveram contato, nem das empresas incorporadoras e nem das construtoras, responsáveis pela implantação dos projetos e nem das agências e das imobiliárias responsáveis pela criação de material promocional para a venda dos imóveis.

2 – Apesar de serem três lançamentos de empreendimentos diferentes, de empresas diferentes, para públicos diferentes em lugares diferentes e com propostas completamente díspares entre si pareciam ser o mesmo produto (a divulgação era igual). As propagandas eram as mesmas, as linguagens eram as mesmas, os slogans repetidos e até as fotos das pessoas que apareciam (famílias sorrindo e felizes) eram praticamente as mesmas e, pior, sem ter nada a ver com as características dos clientes ou seja eram imagens de pessoas de outros países.

3 – Corretores despreparados colocados pelas empresas para comercializarem o produto nem sequer conheciam com profundidade o que estavam comercializando. Houve um caso em que um corretor que estava no estande de lançamento do negócio imobiliário parecia ter vindo de Marte e depois de tentar vender os lotes aos marcianos (clientes), caiu aqui na terra e veio vender os terrenos: ele não sabia nada da incorporadora ou da construtora e pasmem da própria imobiliária que estava representado e que tinha o slogan “Nossa equipe é campeã” estampado no peito.

Perguntei a esse corretor como ele chegou até alí. A resposta dele não surpreende, pois é praxe no mercado imobiliário: “Rapaz eu nem sei, acredita? Foi um amigo que me trouxe para completar o plantão”. Até parece Chicó o personagem de Ariano Suassuna que respondia sempre a mesma coisa: “Não sei, só sei que foi assim”.

É dessa forma que com toda tecnologia ainda se comportam as construtoras, incorporadoras e imobiliárias, assim como agem da mesma forma as agências de publicidade que apenas repetem chavões, slogans batidos e superados, apresentando sempre a mesma linguagem publicitária e por fim, os corretores que não se capacitam, não se especializam, não estudam os empreendimentos e assim caem num círculo vicioso e sem futuro para a profissão.

A solução é se buscar processos que modernizem as ações de forma integrada desde o projeto até a venda final, o sistema de agilidade do mercado imobiliário não pode mais contar com métodos atrasados e infrutíferos e deve apostar em novos modelos de comercialização.

Por Tomaz de Aquino – jornalista, corretor e escritor, autor dos livros “Como Sair do Anonimato e Vender Mais” e “Caçadores de Imóveis – A Captação no Mercado Imobiliário” e editor do www.blogdotomaz.com.br.

4 de Janeiro de 2018 às 07:28h

Novo verbo dos corretores de imóveis: Coafar

Corretor de Imóveis você já “COAFOU”? Eu acabei de “COAFAR”. É até o dia 31/1/18, sob pena de multa, nos termos da Lei Federal nº 9.613/98, que foi assinada pelo Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, e da Lei Federal nº 12.683/2012, que foi assinada pela Presidente da República Dilma Rousseff. Ambas as leis surgiram a partir do pacto internacional que o Brasil teve que ser signatário, objetivando o combate ao terrorismo e à lavagem de dinheiro. Bancos, agentes financeiros, tabeliães, oficiais de registro de imóveis, contadores, auditores, entre outros, estão, tal qual os Corretores de Imóveis, sujeitos ao controle do COAF. Tal obrigação não é invenção do COFECI e muito menos dos CRECIs. Antes de postar comentários, leia as leis acima. Leia também a apostila, o guia e o manual, acessando os links que estão no site do COFECI. Para fazer a “Declaração de Inocorrência” é só acessar o site www.cofeci.gov.br ou diretamente o link https://lnkd.in/dB7PEdG

Por: Paulo Roberto Xavier

 
3 de Janeiro de 2018 às 20:36h

O que vende é a comunicação o resto é marketing

Essa crise mostrou que o importante para quem atua com vendas, política, liderança empresarial, etc., é a arte da comunicação. Parafraseando Falcão, humorista brasileiro, a comunicação não é tudo, mas é 100%.

Sendo assim, de nada adianta você ter um excelente produto ou serviço se você não sabe comunicar o que você tem, se você não sabe apresentar o seu material com eficiência e não tem noção de como apresentar-se para seus clientes. De nada ter um excelente plano de marketing, uma campanha publicitária arrasadora se a comunicação do emissor não se articular bem com quem vai receber a informação, o receptor.

Através da comunicação você consegue convencer alguém de alguma coisa, persuadir uma pessoa a adquirir um produto, demover outra de uma ideia contrária a sua e fazê-la acreditar que a sua é a melhor, desde que a sua realmente seja melhor.

Isso tudo faz parte da comunicação, do discurso, da apresentação, o resto é marketing, técnica de vendas, estudos de coach, etc. Como diz Aristóteles em seu trabalho sobre a  Arte da Retórica: “todas as pessoas de alguma maneira participam da dialética ou da retórica”.

E explica o que é cada uma: para ele “A dialética é a arte de, no diálogo, na comunicação, demonstrar uma tese por meio de uma argumentação que seja capaz de definir e distinguir claramente os conceitos envolvidos na discussão, ou seja na arte da comunicação”.

Já a retórica é o conjunto dos elementos usados pela comunicação, isto é pelo discurso, pela dialética e que no final das contas se resume a uma situação onde: “todas as pessoas tentam em certa medida questionar e sustentar um argumento, defender-se ou acusar”.

Dessa forma Aristóteles analisa e fundamenta os três gêneros retóricos, ou discursos dos quais as pessoas se utilizam para atingir os seus objetivos, que são:

  1. O discurso deliberativo (que procura persuadir ou dissuadir);
  2. O judiciário (que acusa ou defende), e
  3. O epidítico (que elogia ou censura de forma sensacionalista, através da ostentação).

Nesse contexto o plano emocional também é analisado em sua relação com a recepção do discurso retórico e inclui uma série de elementos, como a ira, amizade, confiança, vergonha e seus contrários para serem analisados, bem como o caráter dos homens (dos jovens, dos ricos, etc.).

Conhecendo o tipo de discurso que vai se utilizar, então se parte para o estilo e a composição da proposta de comunicação incluindo elementos como clareza, correção gramatical e rítmo, além do uso das metáforas completando as partes que compõem um discurso que se torne vencedor.

Muitas pessoas mesmo sem saber são mestres na arte da retórica, usa as técnicas, desenvolve os talentos da argumentação, trabalha os gestos e isso tudo de forma natural e espontânea, esses são os grandes oradores, os gênios da comunicação que em suas áreas política, econômica, social, etc, fazem a diferença e se destacam.

Já outras precisam se preparar para comunicar alguma coisa a alguém. Têm que estudar, aprender as técnicas, entender como utilizar os argumentos na hora certa, compreender como trabalhar os elementos da retórica de dissuasão persuasão, aprofundar-se nos tipos de discurso e assim mesmo sem o dom natural se destacam.

Logo, qualquer um, mas qualquer um mesmo pode se tornar um grande comunicador, pode ser um excelente vendedor e fazer sucesso. Para os que já possuem o dom natural tudo é mais fácil, entretanto, para os que não nasceram com o dom da palavra devem investir em cursos de oratória e comunicação a fim de adquirirem a capacidade de se apresentarem bem e apresentarem com eficiência o seu serviço ou o seu produto.

E isso responde porque é que mesmo em crise, diversos profissionais cresceram, aumentaram seus ganhos, passaram pela turbulência de forma tranquila, isso aconteceu porque eles souberam modificar os argumentos a serem utilizados e adaptaram os seus discursos para o momento de dificuldade e de crise que o mercado atravessa.

Por Tomaz de Aquino
Jornalista, corretor e escritor

2 de Janeiro de 2018 às 22:27h

A Comunicação no mercado imobiliário

Tem corretor que às vezes fica se perguntando por que um cliente não fechou negócio com ele e fechou com outro, e em muitas ocasiões no mesmo empreendimento. Muitos fatores podem contribuir para esse tipo de acontecimento, mas com certeza um dos que mais contribuem para impedir uma negociação de sucesso é a comunicação.

A comunicação é o principal elemento de uma transação imobiliária e muitos corretores acham que comunicação é apenas falar, apresentar o produto de qualquer jeito. Então, muitos entopem os seus clientes de palavras, de fatos, de argumentos, de exemplos, de explicações, de fotos, de vídeos, tudo fora de lugar, tudo sem nexo, sem se preocupar se está dizendo o que o cliente quer ouvir, sem observar se está dando o que o cliente de fato está querendo e se está passando as informações necessárias para fechar a comercialização.

Além disso, elementos subjetivos da comunicação como expressão corporal, apresentação, poder de persuasão, dicção, etc., também são colaboradores decisivos para o fechamento de um negócio. Por isso é fundamental dedicar-se a conhecer o produto, o cliente, o local para que possa aplicar as técnicas fundamentais de comunicação e assim obter resultados positivos.

Não é porque alguém já fala bem que está pronto para ter sucesso no mercado e realizar bons negócios, principalmente nos dias de hoje com a presença das redes sociais. Além do domínio da comunicação ele precisa saber usar as ferramentas tecnológicas e é isso que o blogdotomaz.com.br faz: apresentar tudo sobre a comunicação imobiliária para dar a você a oportunidade de compreender o processo de comunicação e aprender a se expressar de forma correta, a se apresentar adequadamente e a convencer seus clientes e fazer a diferença no mercado.

Acesse: www.blogdotomaz.com.br

1 de Janeiro de 2018 às 15:16h

IMÓVEL COM E SEM REGISTRO IMOBILIÁRIO

Se você tem dúvidas sobre o imóvel com REGISTRO IMOBILIÁRIO e IMÓVEL SEM REGISTRO IMOBILIÁRIO, segue uma breve explicação para esclarecer a cerca do assunto.

Devemos considerar que a propriedade e posse são direitos distintos.

IMÓVEL COM REGISTRO IMOBILIÁRIO – PROPRIEDADE

Aquele que compra um imóvel que possui registro imobiliário no Cartório de Registro de Imóveis do município de localização, está adquirindo a propriedade total do imóvel, ou seja, está adquirindo o direito real sobre esse imóvel comprado. Deve-se lavrar, no Cartório de Notas, uma Escritura Pública de Compra e Venda, que é o instrumento jurídico fundamental para a obtenção da propriedade plena.

Quando a lavratura da Escritura Pública de Compra e Venda estiver finalizada, basta ir a registro no Cartório de Registro de Imóveis do município da localização do imóvel (de acordo com o artigo 1.227 e 1.245 do Código Civil) para que seja efetuada a transferência de propriedade do referido imóvel.

IMÓVEL SEM REGISTRO IMOBILIÁRIO – POSSE

Aquele que compra um imóvel que não possui registro imobiliário no Cartório de Registro de Imóveis do município de localização do imóvel, está adquirindo somente a posse do referido imóvel, isso é, está adquirindo apenas o direito pessoal de exercer a posse desse imóvel comprado.

Quando se deseja comprar um imóvel não registrado no Cartório de Registro de Imóvel, deve-se lavrar uma Escritura Pública de Cessão de Direitos de Posse, pois o vendedor ou cedente detém somente a posse do imóvel, mas não é o proprietário.

O vendedor ou cedente cede a posse que lhe pertence ao comprador ou cessionário, que manterá até que possa obter do Poder Judiciário a propriedade plena do imóvel comprado, através de uma Ação de Usucapião.

Na lavratura dessa Escritura Pública de Cessão de Direitos de Posse não há incidência do Imposto ITBI.

O instrumento fundamental para a obtenção da propriedade integral junto ao Poder Judiciário, através da Ação de Usucapião, é a Escritura Pública de Cessão de Direitos de Posse.

CONTRATO PARTICULAR DE COMPRA E VENDA

O contrato Particular de Compra e Venda, com ou sem o reconhecimento das assinaturas das partes, não tem a fé pública dada pelo Tabelião e portanto não tem a forma e nem os efeitos jurídicos legais de uma Escritura Pública.

A Escritura Pública é a garantia de regularidade na compra de um imóvel e que permite enfatizar a frase “Só é dono quem registra”.

Lembrando que para entrar com uma ação de usucapião você precisará de um Advogado para lhe orientar e acompanhar a sua demanda.

Caso você seja Advogado(a) poderá advogar em causa própria.

Se tiver dúvidas , pode entrar em contato pelo chat e conversaremos sobre o assunto.

Por Nely Alves

Nenhum texto alternativo automático disponível.

1 de Janeiro de 2018 às 06:46h

A primeira escolha e a mais importante para 2018

Estamos no primeiro dia de um novo ano que começou! Deixamos o passado para trás e partimos em direção a um futuro desconhecido, onde não sabemos o que nos reserva cada hora e cada minuto do tempo que ainda temos aqui na terra.

Nesse início dessa nova era, desse novo ciclo, dessa nova jornada, precisamos saber quem estará do nosso lado, quem nos ajudará a atravessar os desertos, a subir as montanhas, a cruzar os vales e fazer com cheguemos na terra prometida. Em geral a “terra prometida” aqui na terra é a realização de nossos sonhos, é atingir as metas que traçamos, é alcançar os objetivos que determinamos para as nossas vidas. Muitas listas de desejos são feitas quando o ano começa, mas na maioria das vezes, quando chega o final de mais um ano, conferimos a nossa lista e percebemos que não conseguimos executar nem 10% daquilo que pretendíamos.

Como disse antes a primeira coisa que deve constar da nossa lista é definir a pessoa que vai está do nosso lado na trilha de 2018. Para muitos, essa pessoa é o sócio, o patrão, a esposa, o filho, o pastor, o padre, enfim aquela pessoa que achamos que será de fundamental importância para nos ajudar a vencer, a realizar nossas tarefas e nos levar para o sucesso.

Mas eu lhe digo que a principal pessoa que tem que está do nosso lado todos os dias da nossa vida, em todos os anos que ainda temos para viver é Jesus! Nesse primeiro dia do ano não importa o tamanho da lista que nós fizemos, não pesa a alegria ou a tristeza que sentimos com o que realizamos ou deixamos de realizar no ano que terminou, não terão destaque os nossos propósitos se nós não escolhermos a Jesus para ser o nosso parceiro dessa caminhada que se chama viver.

Não estou falando de religião, de templos construídos pela mão do homem, porque Deus não habita entre paredes, Deus mora no coração de quem escolheu caminhar ao lado do seu filho Jesus, fazendo Dele o seu parceiro de vida para chegar no seu destino final.

Depois de escolher Jesus como principal parceiro, ai sim, podemos ter outros companheiros para nossa viagem e, em geral, é Jesus quem vai nos mostrar quais são as pessoas que estarão caminhando junto conosco.

Não será o dinheiro, o sexo, as drogas, o jogo, o cigarro, o trabalho que vão preencher o vazio que todos nós temos e que só conseguimos preencher quando escolhemos Jesus como nosso guia e mestre.

Quer ter Paz em 2018? Escolha Jesus como parceiro!

Quer ser feliz nesse ano (e nos outros também)? Entregue o seu caminho ao Senhor, confie Nele e o mais Ele fará, como nos mostra a bíblia no livro de Salmos, no capítulo 37, versículo 5. Escolha Jesus para entrar na sua casa, no seu trabalho e na sua vida, porque Ele (Jesus) jamais negar um apelo de uma pessoa para entrar na vida dela e fazer as transformações que ela precisa.

Faça o sinal de Ok (aquele “vizinho” estilizado), ao lado, do item escolher parceiro na sua lista de sonhos e acrescente: “Eu escolhi Jesus”. Você terá dificuldades, enfrentará desafios, será incompreendido por muitos, mas será um vencedor! Não desista de ter Jesus na sua vida.

Por  Tomaz de Aquino