22 de outubro de 2018 às 19:59h

Novo empreendimento imobiliário para Caruaru

Fernando Carneiro, Atos e Tomaz preparando o lançamento do Maria Mendes

A cidade de Caruaru será o palco de lançamento, em breve, de mais um grande empreendimento imobiliário o conjunto Residencial Maria Mendes no bairro Rendeiras, um dos mais promissores do município que vem nos últimos recebendo a atenção de empreendedores e investidores que perceberam o fluxo de crescimento da cidade naquela região.

O bairro Rendeiras fica nas proximidades do Caruaru Shopping e conta com todas as facilidades de um bairro próximo do centro, de faculdade, de parque ambiental e de hospitais, como ruas asfaltadas no seu entorno, abastecimento regular de água e energia, transporte coletivo de qualidade além de todos os benefícios de um bairro tradicional como supermercados, posto de gasolina, padaria, farmácia, colégios públicos e privados, alpem de praças como a da Matriz de Nossa Senhora das Graças onde se localizará o Residencial Maria Mendes.

O conjunto Residencial Marua Mendes, chamado assim para prestigiar e prestar uma homenagem simbólica a uma das mais antigas moradoras do local e que muito contribuiu com o desenvolvimento do bairro, junto com seu marido, já falecido, Isaias Amâncio que também ganhou em memória um residencial com o seu nome.

O projeto do Maria Mendes é da ATOS ENGENHARIA e conta com 30 apartamentos de 1 ou 2 quartos, com suíte, acabamento de qualidade incomparável, com fachadas em cerâmica e vista da Praça Principal. As vendas ficarão a cargo da CASAIMOB que já está fazendo o preenchimento do CADASTRO DE RESERVA em função da quantidade limitada de unidades.

Para Fernando Carneiro, diretor da Casaimob, a grande vantagem é que será dada uma pequena entrada e o restante poderá ser parcelado direto com a construtora em até 120 meses, permitindo que o sonho da casa própria se torne realidade na sua própria localidade, ou seja, você não precisa mais sair de perto dos seus amigos, parentes e familiares, para morar distante e ter muitos contra tempos. Continuando Fernando faz um convite aos interessados: more no lugar que você nasceu, adquira seu apartamento no conjunto Residencial Maria Mendes no bairro Rendeiras e seja mais feliz dando adeus ao aluguel.

Para mais informações acesse: www.casaimobi.com.br

Ou ligue: 81  99967-6500 que sempre terá alguém para atender

19 de outubro de 2018 às 06:57h

Pesquisa Datafolha mostra tendência de vitória de Bolsonaro no domingo dia 28

Amigos o dia 28 vem ai, estamos a 10 dias da eleição e uma nova pesquisa divulgada ontem (18), mostra que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro 17 manteve os 18 pontos percentuais que o separa de Fernando Haddad do PT, 13, para ocupar o cargo máximo da nação. Isso significa que para haver uma virada, uma mudança e Haddad passar Bolsonaro, seria necessário que ele conseguisse 2 milhões de votos por dia, o que convenhamos é uma missão impossível e só um milagres permitiria essa transformação.

Por isso, todos nós devemos nos concentrar agora nas nossas atividades. Podemos ter dez dias produtivos, fugindo desse debate eleitoral inócuo que não vai acrescentar nada ao resultado das eleições, visto que quem vota em Bolsonaro não vai mudar o seu voto, assim como quem escolheu Fernando Haddad também não vai deixar o seu candidato para votar no outro.

Dessa forma é perda de tempo você passar o dia nas redes sociais postando e recebendo mensagens dos apaixonados de um e de outro candidato e deixar de fazer coisas que possam ajudar você a mudar a sua situação atual, ou seja, você deve investir esse tempo que falta até o dia 28 em realizações pessoais.

O país está parado, a economia está parada, o mercado aguarda o resultado da eleição então aproveite esse “tempo extra” para conseguir a sua vitória, arrume a sua própria vida ao invés de querer arrumar a vida do outro que não vota no seu candidato.

1 . Tire um tempo para organizar seus arquivos, seus documentos, seus negócios.

2. Elabora estratégias para serem aplicadas a partir da segunda feira 29, assim que terminar a eleição.

3. Reforce relacionamentos para transformar em negócios a partir de novembro, pois a necessidade de respirar novos ares vai chegar como um tsunami depois das eleições.

4. Descubra oportunidades no seu meio e estude essas possibilidades de implantar novos projetos, novos modelos e novos métodos de ação para sair do ponto A onde você está e chegar no ponto B do seu objetivo.

5. Aperfeiçoe algum dom que você tenha e o transforme numa coisa prazeirosa, porutiva e qu possa aumentar a sua renda, com uma remuneração extra que você nem imaginava que pudesse desenvolver.

Com esses cinco passos simples, esses dez dias serão muito mais fáceis de serem transpostos e ao final você terá um novo modo de agir, uma nova forma de se comportar e será muito mais feliz.

Como disse antes todos ja´escolheram seus candidatos, o meu é Bolsonaro 17, porque acredito que ele defende a família, combate a violência e quer acabar com a corrupção, pilares básicos para um país se desenvolver, embora respeite a todos que escolherem o outro candidato.

A todos uma boa eleição

 

 

18 de outubro de 2018 às 09:08h

Para que serve a democracia o sentido de termos eleições

Agora eu sei porque a Democracia é importante. Porque os processos eleitorais são fundamentais na vida de uma sociedade para que ela se desenvolva em termos de relacionamentos, comportamentos e ações, ou seja, no campo social.

É na eleição que conhecemos as pessoas pois elas se despem de suas máscaras e mostram claramente o que elas pensam, o que elas querem, o que elas defendem e com quem elas querem estar. Dessa forma identificamos as suas vontades, os seus desejos e as suas formas de agir diante das situações mais adversas.

O exemplo mais emblemático dessa constatação é o fato de como as pessoas se comportam nas redes sociais. Em primeiro lugar compartilham mentiras como se fossem verdades, divulgam notícias antigas como se fossem atuais, cortam o contexto e focam apenas a parte que interessa aos seus interesses de colaborar com os projetos daqueles a quem defendem.

Em segundo lugar agem como verdadeiros vândalos sociais: pixando nas telas com fake news a reputação dos que lhe são contra, dos que não aceitam seguir as suas cartilhas, dos que trabalham também para ajudar aos seus escolhidos. Tanto de um lado como de outro, sejam candidatos, eleitores, comunicadores, juízes, religiosos, sejam os líderes que forem estão concentrados apenas em derrotar o outro lado, o seu adversário, sem se importar se do seu lado está o erro, está o cometimento de faltas graves e até criminosas, mas mesmo assim tudo é perdoado, tudo é relegado a segundo plano, pois o que interessa é o resultado, o que importa é a vitória.

Ah! se todos nós nos conscientizássemos de que a verdadeira vitória é a do coletivo sobre as suas necessidades de educação, moradia, segurança, saúde e bem estar e não do individual sobre o seu amigo, sobre o seu familiar ou sobre a sua comunidade. Que ganho tem ganhar sozinho e ver o resto sofrendo como sempre sofreu, porque sabe que o seu defendido, o seu apoiado, apenas fazia cena para ganhar a eleição, apenas representava o seu papel de representante de seu grupo político, da sua elite para manter privilégio e poder.

Ainda bem que temos o teatro da Democracia porque assim ao fim de cada eleição ficamos conhecendo mais e melhor os nossos atores coadjuvantes e protagonistas, identificamos como agem nossos amigos, nossos colegas de trabalho, nossos líderes e até mesmo os nossos parentes mais chegados

Que a Democracia continue sendo o nosso instrumento de mudança eleitoral e assim se transforme na ferramente da mudança social e na alavanca da nossa mudança comportamental, pois diferente dos políticos, eu particularmente, não posso estar abraçado com quem me agride, com quem denigre a minha imagem, com quem pronuncia impropérios e pornografias a meu respeito, inventado mentiras  levantando falsos aenas para garantir a vitória de seu candidato.

Perdoo, mas me afasto. Não que seu mal, mas não quero participar de seus relacionamentos, nem de sua convivência. Por isso, sugiro que nesse fianl de eleição respeitemos as escolhas de cada um, pois a democracia é isso o respeito a individualidade o outro, resumida na frase brilhante do Voltaire: “Posso não concordar com nada do que você diz, mas morrerei lutando até o fim para defender o direito de você dizer”.

Viva a Democracia!

16 de outubro de 2018 às 05:46h

O povo deu seu recado: quer o fim da corrupção, da insegurança e a volta da moral e dos bons costumes

A pesquisa realizada pelo Ibope e mostrada ontem pela mídia mostra claramente que a população brasileira mandou a sua mensagem para o Brasil. Disse com todas as letras qual o Brasil que ela quer e qual o Brasil que ela não quer. Disse o povo através das pesquisas que deu ao Bolsonaro 59% e 41% ao Haddad, são 20 milhões de votos de diferença a apenas 10 dias das eleições.

“O Brasil que nós queremos é um Brasil sem corrupção onde o dinheiro seja investido na educação na saúde, em moradia e na segurança. O Brasil que não queremos é o Brasil dos políticos tradicionais, que mudam de acordo com a situação para poder continuar se locupletando dos recursos públicos, desviando dinheiro de merenda, de remédios, de infra estrutura e deixando o povo a sua própria sorte, preso dentro de casa, sem poder sair por conta da falta de investimentos em segurança pública”.

Com exceção do Nordeste o resto do País já vestiu a bandeira Brasileira como demonstração de que a partir de agora a Nação está de olho e participando ativamente do processo de decisão escolhendo candidatos que representam a mudança do ponto de vista da sociedade que disse não ao PT no primeiro turno pela boca das urnas.

Segundo, a diretora do Ibope, Márcia Cavallari será muito difícil, se não impossível o Haddad conseguir mudar esse cenário, visto que manteve o que já tinha e ainda conseguiu ampliar a sua atuação junto às mulheres e também na região Nordeste a única que continua dando a vitória ao PT, a o haddad, mas agora com muito menos força do que como aconteceu no primeiro turno e a tendência é que a intenção de votos no candidato do PSL aumente mais, pois figuras importantes da cena política começam a sinalizar apoio ao Bolsonaro.

Sendo assim só nos resta dizer que a maioria da população brasileira já escolheu o projeto que quer ver implantando no País a partir de primeiro de janeiro e que se sustenta em três pilares fundamentais: fim da corrupção, combate à violência e resgate dos valores morais, com esse recado ela espera que a classe política acabe com o “TOMALÁDÁCÁ” e de transformar o congresso num Balcão de Negócios.

O Brasil no dia 28 votará pela família, pela segurança, pelo fim da corrupção e pela Pátria coberto com bandeira Brasileira e não Venezuelana.

15 de outubro de 2018 às 09:14h

O direito de escolher é sagrado e universal e eu escolho Bolsonaro

Bolsonaro 49% e Haddad 13% no primeiro turno

As eleições estão chegando ao seu final, n dia 28 cada um de nós vai poder escolher o candidato a presidente da República que vai querer ver a frente dos destinos do Brasil pelos próximos quatro anos. No primeiro turno a maioria da população fez a opção por candidatos que não estavam envolvidos em processos da lava jato mandando para casa figuras tradicionais e emblemáticas do congresso que não conseguiram se reeleger e deram a Bolsonaro 49% dos votos contra 29% de Haddad.
O PT esteve no poder durante os últimos 16 anos e saiu do governo envolvido nos maiores escândalos de corrupção da história do Brasil, tendo inclusive, vários de seus líderes presos, entre os quais o seu maior representante o ex-presidente Lula, condenado a 12 anos de prisão por uma série de crimes contra o patrimônio público, denunciados pela Lava Jato.
São Duas propostas antagônicas e completamente diferentes que disputam a preferência do eleitorado: de um lado a proposta Comunista-socialista do Partido dos Trabalhadores, PT e do outro a proposta Liberal-conservadora do Partido Social Liberal – PSL.
Como disse antes todos são livres para decidirem em quem votar. Em determinados casos podemos até influenciar alguém com nossos argumentos e convencer essa pessoa a votar no candidato que defendemos.
O que não podemos é querer impor a nossa vontade. É obrigar o outro a seguir a nossa vontade. É agredir aquele que não comunga de nossas ideias e não defende as mesmas propostas e o mesmo candidato que queremos como presidente.
Eu, particularmente escolhi dar o meu voto ao candidato Jair Bolsonaro do PSL porque desejo uma mudança na direção do nosso país, para sair do círculo vicioso em que caímos desde a redemocratização com a alternância de poder entre PSDB, PMDB e PT, mantendo os mesmos privilégios, beneficiando os mesmos atores econômicos do país e abandonando a população à sua própria sorte nas áreas da saúde, educação e habitação e, principalmente, no quesito violência que tomou conta do país com leis que protegem bandidos e prejudicam a população.
Por tudo isso espero que Jair Bolsonaro 17, ganhe de Fernando Haddad 13 e cumpra as promessas que vem fazendo no sentido de combater a corrupção, acabar com os privilégios,as fraudes e a lavagem de dinheiro de que fomos vítimas com o partido dos trabalhadores.
Mas, destaco, que respeito a decisão dos que querem votar em Haddad, mas o meu voto é pela família, pela segurança e pela honestidade.
A todos uma boa semana.

 

10 de outubro de 2018 às 06:32h

Espaço Fit chega em Gravatá apresentando a comida funcional para os gravataenses

Quer ter uma vida saudável? Então adote uma nova metodologia na sua alimentação e faça a diferença na sua vida. Para isso você pode conhecer o Espaço Fit em Gravatá e assim passar a se alimentar com produtos mais saudáveis, menos tóxicos e com mais possibilidade de garantir qualidade de vida a todos que descobrem os poderes de uma alimentação estruturada e benéfica ao corpo e a mente.

O Espaço Fit em Gravatá se propõe a trazer saúde através da comida funcional para o povo gravataense, reeducando a forma de se alimentar e mostrando que é possível com determinados tipos de alimentos sair dos produtos alimentícios ruins e viver mais e melhor. Em breve você terá cursos e vai conhecer um a um os produtos que fazem a comida funcional ser um sucesso em todo mundo. Acesse: www.capacitacursos.com.br ou passe um zap para 81 9.99892523

Veja abaixo a entrevista com Benilton Gomes empreendedor e fundador do Espaço Fit m Gravatá.

https://www.youtube.com/watch?v=MqL68eYt6P4 

 

6 de outubro de 2018 às 05:49h

Curso de Condutor de Turismo em Gravatá

Atividades na área do Turismo podem gerar renda extra para quem procura uma oportunidade

Vista do Alto do Cruzeiro:foto Fábio belo

“Chego aqui e fico angustiado. Vejo as paisagens, a música, e ninguém explora isso direito. A gente vai para lugares muito menos pródigos e as pessoas conseguem extrair coisas maravilhosas dali”. Panda Beting

o Panda se refere ao Brasil! E o que  ele diz é uma verdade incontestável. Por isso, se você tem alguma ideia e mora num local com potencial turístico pense num projeto que possa despertar o interesse de visitantes e também de empresários. Entre as atividades que podem ser desenvolvidas está a de Condutor de Turismo, onde a pessoa se torna uma espécie de guia que leva os turistas para conhecer pontos atrativos do município.

Usando como exemplo a cidade de Gravatá no estado de pernambuco, assim como outras de outros estados, é possível criar alguns roteiros rápidos para mostrar a cidade aos hóspedes da rede hoteleira local, como por exemplo o centro histórico com seus casarões e com seus prédios que guardam momentos importantes da vida e da história do povo local.

Nesse roteiro seria possível mostrar o Memorial de Gravatá, a Câmara Municipal, a Prefeitura, o colégio das irmãs Salesianas, o Mercado Cultural, a Estação do Artesão, os “3 casarões da avenida”, a 1ª Igreja Batista de Gravatá além de muitas outras casas também centanárias e que conservam seus aspectos arquitetônicos e históricos.

Além desse roteiro muitos outros também podem ser desenvolvidos como visita ao Alto do Cruzeiro, passeio pelas Reservas Ecológicas, conhecer o Parque Eólico e o plantio de flores tropicais, descobrir as cachoeiras e se você tiver sorte ver alguns caranguejos do Brejo de altitude, isso tudo no bioma de mata atlântica.

Mudando para o outro lado você vai poder encantar os visitantes com as belezas do agreste do semi árido, a rica fauna e flora da região seca, a Chã dos Negros, antigo local onde os negros se refugiavam, a Fazenda dos Ciganos, a produção de mel do agreste e a Pedra Vermelha que conserva alguns desenhos rupestres dos primeiros habitantes da região há mais de 10 mil anos.

Assim você passará a ser uma referência na cidade e será procurado pelos visitantes e donos de hotéis e pousadas que desejam oferecer aos seus hóspedes momentos inesquecíveis conhecendo as belezas da região do Nordeste. Para isso a Capacita Cursos vai oferecer nos dias 4, 5 e 6  de dezembro o segundo curso de Condutor de Turismo Sênior, para a cidade de Gravatá com direito a certificado e apostila.

Para mais informações acesse: www.capacitacursos.com.br/perguntaqui ou passe um zap para 81 9.9965717157 que tiraremos as suas dúvidas.

 

5 de outubro de 2018 às 11:55h

Hoje é o dia do empreendedor, saiba como um Panda conseguiu voar azul

PANDA BETING: “A RECEITA DE SUCESSO DA VIDA É TRABALHAR COM O QUE SE AMA”

Gianfranco Beting, o Panda: apaixonado por aviação e empreendedor do setor (Foto: Marcus Steinmeyer)

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O empresário, fundador da Azul, é tão apaixonado por aviação que a primeira palavra que disse foi “Varig”. Em entrevista, ele fala de seu trabalho como consultor e de sua vida morando no exterior

05.10.2018|Por

Não é preciso ser adivinho para saber o que o consultor de marketing Gianfranco Beting, conhecido como Panda, faz, pensa – e quem sabe, até sonha – neste exato instante.

Com certeza, ele está entrando ou saindo de aviões, enquanto cria uma nova marca para uma empresa aérea. Isso não quer dizer que se trate de um sujeito previsível. Panda, na verdade, é maníaco por um par de asas.

Diz a lenda que as três primeiras palavras que balbuciou foram “Varig, Varig, Varig!”, trecho de um jingle da antiga companhia brasileira de aviação. Note-se que a testemunha dessa história foi o pai de Gianfranco, o jornalista Joelmir Beting, falecido em 2012.

Não por acaso, Panda foi um dos fundadores da Azul, para quem bolou toda a estratégia de marketing. Em 2016, contudo, promoveu uma guinada na sua vida: mudou-se para Miami e abriu uma consultoria na área de branding. Em entrevista a PEGN, ele compara as experiências de empreender dentro e fora do Brasil e aponta as oportunidades do setor da aviação.

Como você se tornou um dos cofundadores da Azul?
Um amigo publicitário me disse que uns gringos estavam vindo ao Brasil para fundar uma companhia aérea. Ele não se lembrava do nome das pessoas, mas me perguntou: “Já que você entende tudo de aviação, quer conhecer os caras?”.

Eu topei. Numa quinta-feira, em 2008, toca a campainha da minha casa. Abro a porta e quem estava lá? David Neeleman [o principal idealizador da Azul], o cara, em pessoa. Quase cai para trás.

Naquela época, ele já era uma referência para você?
Sim, claro. Eu acompanhava a trajetória do David havia anos, vendo tudo o que fazia e o quanto inovava no setor. Já tinha lido três livros sobre ele. Em 2000, eu viajei pela JetBlue [companhia criada por Neeleman] nos Estados Unidos.

Na ocasião, liguei para minha mulher e disse: “Acabei de voar no futuro da aviação”. Fiquei fascinado pela forma como a empresa trabalhava a marca. Para mim, ele era um pop star. Daí o susto que tomei. Imagine que você diz para o coroinha que ele vai receber a visita de um padre argentino. Quando ele abre a porta, quem está lá? Francisco, o Papa.

Como foi o encontro?
Ele entrou e foi dizendo: “Você tem 45 minutos para vender seu peixe”. Cinco horas depois, concluiu: “Olha, Panda, eu acredito que a gente não pode ensinar paixão para ninguém. E a sua relação com aviões não é de paixão. Ela é doentia. Você é maluco, precisa ser levado para um hospital, internado. Eu nunca vi ninguém tão doido por aviação quanto você. Quer ser meu diretor de marketing?”.

Topei na hora. No dia seguinte, fomos à Embraer. O David estava escolhendo o interior dos jatos que iria comprar. A nossa relação evoluiu de uma maneira muito rápida, sempre marcada por confiança mútua. É assim até hoje.

Como você ficou tão doente pela aviação?
Veio do berço. Meu pai sempre dizia que, um dia, estávamos passando pela avenida Rubem Berta, ao lado do aeroporto, em São Paulo, no fusquinha verde que tínhamos, quando eu disse as minhas primeiras três palavras: “Varig, Varig, Varig!” [refrão de um antigo jingle da companhia aérea].

E sempre fui o mais nerd dos nerds. Quando criança, eu ficava em casa montando aviãozinho de plástico, imaginando que era um piloto da Segunda Guerra Mundial. Muitas vezes, grudava na janela esperando um avião passar. Gostava de adivinhar qual era o modelo só pelo barulho do motor.

Coisas que qualquer criança faria.
Claro. Aos 9 anos, a situação evoluiu. Meu pai me apresentou ao Omar Fontana, o dono da Transbrasil.

O Omar era um sujeito grandão, como se dizia, um tipo exuberante. Ele me viu e começou a me sabatinar. Perguntou o nome dos principais bombardeiros ingleses da Segunda Guerra, onde ficavam as asas de determinado avião em relação à fuselagem.

Enfim, coisas desse tipo. Acertei tudo. Pois ele me pegou pela mão e fomos conhecer o hangar da Transbrasil. A partir daí ele nunca mais desgrudou de mim. E eu me apaixonei por ele e pela empresa, onde trabalhei nos anos 90. O Omar Fontana me ensinou tudo o que sabia, como se eu fosse o filho que nunca teve, já que tinha quatro filhas.

Você também foi o primeiro funcionário da Azul.
Sim. A companhia operou por três meses na minha casa, até se mudar para Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Eu desenhei os uniformes, o logotipo, a pintura dos aviões e criei a formulinha secreta do padrão de prestação de serviço da empresa.

Existe uma fórmula secreta para o atendimento da Azul?
Não é secreta, mas tem uma fórmula. É a seguinte: você olha para o cliente e pensa na palavrinha “OPA”. Ela quer dizer “observe, perceba e atenda”. Ou seja, observe quem é a pessoa, perceba quais são as suas necessidades e a atenda da melhor maneira possível.

Agindo assim, o relacionamento com os passageiros fica mais leve, menos engessado. Nesse campo, é preciso ter certa flexibilidade. Por exemplo, é claro que idosos devem ser tratados por “senhor” e “senhora”.

Mas, e se for um tipo surfista um pouco mais velho? Qual o problema de tratá-lo de uma maneira mais informal? Tem companhia aérea no Brasil que exige até que crianças sejam chamadas de “senhor” e “senhora”. Minha ideia era fazer algo com uma identidade diferente.

Pensei em um modelo de serviço mais humano, mais próximo das pessoas. Esse é um estilo mais brasileiro. Nós somos mais informais. Até hoje o OPA é ensinado na Universidade Azul, responsável pelo treinamento das tripulações da companhia.

E como você estruturou um projeto desse tipo?
O David veio com aquele sotaque americano e disse: “Você ter muitas ideias boas, por que não pensar em coisa criativa para a área de serviço?”. Isso era uma sexta-feira e perguntei quando ele queria ver o projeto pronto. “Segunda-feira”, foi a resposta.

Tentei argumentar, alegando que o prazo era muito curto, mas ele não deu bola. Falou que eu teria muito tempo para pensar no fim de semana. A ideia nasceu em um sábado à tarde e fiz um PowerPoint sobre o “OPA”. O objetivo era criar uma coisa genuína, que fosse abraçada pelos tripulantes. Falei para o David que deveríamos valorizar as pessoas. Mesmo porque ele tem uma formação religiosa forte, é um mórmon praticante, e já pensava assim também.

Há três anos, você decidiu sair do Brasil. O que aconteceu?
Eu estava muito chateado com a situação no país. O que mais me incomodava por aqui, e ainda incomoda, são os padrões morais e éticos. É essa leniência com o atraso, as filas duplas, as vantagens que as pessoas buscam a toda hora. No fundo, tudo isso compromete o país.

Acho um absurdo gente que pede desconto e diz que não quer nota fiscal. Para mim, quem faz isso merece ir para a mesma cadeia, em Curitiba, para onde estão indo algumas outras pessoas.

Mas foi a reeleição da Dilma Rousseff, em 2014, que selou a minha decisão. Nessa época, eu já tinha um imóvel em Miami. Minha mulher havia concordado com a mudança e fomos para lá com nossos dois filhos, hoje com 16 e 14 anos. O mais velho, aliás, quer ser piloto comercial. Nem imagino quem o influenciou.

Mas você já havia pensado em morar fora do Brasil?
Essa sempre foi uma possibilidade. Tanto é assim que meus filhos têm nomes “internacionais”, para facilitar uma eventual adaptação fora do Brasil. Eles se chamam Thomas e Martin.

O problema é que, quando estava resolvido que iríamos para Miami, o David me falou: “Quer sair do Brasil, gosta de bacalhau? Então vai morar em Lisboa. Estou comprando a TAP [a principal companhia aérea portuguesa]”. Mas minha mulher não quis saber de mudar de plano. Agora, moro na Flórida e vou todo mês a Lisboa, onde presto serviços para a TAP. É uma cidade fantástica, o melhor lugar do mundo para se viver.

Como foi a adaptação nos Estados Unidos?
Foi bem difícil. Durou 15 minutos! Na verdade, eu sempre gostei da mentalidade americana. As pessoas são muito focadas e eu, muito caxias. Gosto de honestidade, das coisas certas, bem-feitas.

Detesto a malemolência, a esculhambação, a preguiça, o jeitinho. Isso tudo me ofende, me afronta. Me incomoda ver que o Brasil é o país mais desperdiçado do mundo. Ele tem imenso potencial, mas o joga fora todo santo dia.

Chego aqui e fico angustiado. Vejo as paisagens, a música, e ninguém explora isso direito. A gente vai para lugares muito menos pródigos e as pessoas conseguem extrair coisas maravilhosas dali.

Pensa em voltar para o Brasil?
Não. Quero que meus filhos sejam educados em um sistema que é muito superior ao brasileiro.

1 de outubro de 2018 às 07:00h

Nasce o Jornal de Gravatá com Tomaz de Aquino e Joel Andrade

A cidade de Gravatá no Agreste de Pernambuco acaba de ganha o seu primeiro jornal virtual: o Jornal de Gravatá que vai ao ar todos os dias da 7 as 8 da manhã com repetição às 14 horas e às 20 horas nas redes sociais e das 13 às 14 horas na Rádio Popular FM 104,5.

Denominado Jornal de Gravatá e com diversos quadros na área cultural, política, econômica, social, etc, será apresentado pelo jornalista Tomaz de Aquino e pelo comunicador Joel Andrade, tendo como assistente o publicitário Raynier Andrade. O Jornal de Gravatá vem preencher uma lacuna no mercado editorial de Gravatá e da região que se ressentia de um jornalismo imparcial, feito por profissionais da área de comunicação e com foco nos acontecimentos tenham interesse para a população.

Além disso o Jornal de Gravatá trará entrevistas com personalidades de destaque do município e terá em sua grade uma gama de prestação de serviços que serão implementados ao longo das edições como bolsa de emprego, ofertas de cursos, palestras e treinamentos, bem como a cobertura de eventos que possam colaborar com o desenvolvimento e o crescimento de Gravatá.

Assista agora a edição do teste do Jornal de Gravatá edição número 1

https://www.youtube.com/watch?v=QI7xl_nBt2Q&feature=youtu.be

 

27 de setembro de 2018 às 07:09h

Nasce em Gravatá o IHAG para preservar a memória e a história da cidade

Nasce em Gravatá o IHAG

Depois de um período de reuniões, debates, troca de ideias e muita vontade de preservar a história e o patrimônio do município de Gravatá, foi finalmente fundado ontem (26) o Instituto Histórico e Arquitetônico de Gravatá – IHAG.

Em reunião realizada na Casa José Lamartine de Andrade, onde vai funcionar o instituto, foi assinada a ATA de fundação da entidade que agora será levada ao cartório para o devido registro passando assim a existir de fato e de direito.

Na ocasião foi escolhido o médico, professor e membro da Academia de Letras e Artes de Gravatá, Lamartine de Andrade Lima, filho de José Lamartine fundador da academia, para primeiro presidente do IHAG.

Em seguida foi feita a posse da nova diretoria que  a partir de agora passa a coordenar as ações e a dirigir os projetos do órgão criado, com destaque para a  escolha do “LOGOTIPO” do instituto que será feito através de sorteio envolvendo os alunos da rede de ensino da cidade, bem como o de se iniciar o processo de conscientização da população sobre a importância de se preservar a memória material e imaterial de Gravatá.

Na reunião estiveram presentes a arquiteta Vera Menezes, a professora Dilsa Farias, a também arquiteta Nathalia Niely, o advogado Ivaldo Olímpio, o jornalista Tomaz de Aquino, a bibliotecária Elisângela Caboclo e o professor Lamartine de Andrade.

Em breve, após o retorno, do presidente de sua viagem fora do estado, será definida a data para a realização de um evento com o objetivo de apresentar a todos o IHAG e assim torna-lo parte da vida dos munícipes que terão a partir mais garantias para evitar a destruição das belezas naturais e arquitetônicas de Gravatá, uma das cidades mais importantes do Agreste Central de Pernambuco.